Domingo, 6 de Dezembro de 2009

E porque não?!

Sabe tão bem fazer o bem!

Mesmo que não saibamos quem é esse alguém.

 

Não entendo porque razão as escolas continuam a incluir Religião e Moral e esquecem áreas tão importantes na formação cívica dos mais novos como ensiná-los a ser solidários e aprender primeiros socorros.

 

Luís Castro

 

Primeiros socorros na escola de Condeixa:

http://images.google.pt/imgres?imgurl=http://www.prof2000.pt/users/tsmf/eb23scondeixa/ImPSoc/image00.jpg&imgrefurl=http://www.prof2000.pt/users/tsmf/eb23scondeixa/manualpsoc.htm&usg=__RWtWfg_Hib_K5afB48H-KU0m5cY=&h=503&w=316&sz=38&hl=pt-PT&start=29&um=1&tbnid=pswSDy2dyjBSbM:&tbnh=130&tbnw=82&prev=/images%3Fq%3Dprimeiros%2Bsocorros%26ndsp%3D20%26hl%3Dpt-PT%26sa%3DN%26start%3D20%26um%3D1

 

publicado por Luís Castro às 22:53
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39 comentários:
De Virgínia a 7 de Dezembro de 2009 às 14:02
Boa tarde Luís
Nos anos 60, no Liceu, aprendi Enfermagem.
Desde tratar de um pequeno ferimento até ligar um pulso, um pé ou uma cabeça; não esquecendo as injecções numa pobre almofada e fazer respiração boca-a-boca, num boneco, com a respectiva massagem cardio-respiratória. Também aprendi a socorrer alguém que esteja engasgado, tanto com líquido como com sólido.
Muito recentemente precisei de aplicar muito do que aprendi nessa altura.
Beijo


De Luís Castro a 7 de Dezembro de 2009 às 23:46
Ainda bem que aprendeu.
Um dia alguém beneficiou, não foi?
Bjs
LC
De Pedro Oliveira a 7 de Dezembro de 2009 às 14:16
uma bela de uma questão!
De Marta Arantes a 7 de Dezembro de 2009 às 16:48
É URGENTE faze-lo!

Por um mundo melhor...pela segurança de todos!
Partilho a mesma ideia!
bjinhos
De Luís Castro a 7 de Dezembro de 2009 às 23:55
Concordamos!
Alguém que nos oiça!!!
Bjs e bom feriado.
LC
De Marta Arantes a 8 de Dezembro de 2009 às 00:09
Estou certa que um dia destes alguem ouvirá!
Bom feriado p si tmb!!!
bjinhos
De Luís Castro a 8 de Dezembro de 2009 às 19:04
Obrigado.
Boa semana.
Bjs
LC
De Maria Araújo a 8 de Dezembro de 2009 às 00:15
Boa, Luís.
Bom feriado.
Bj
De m a 8 de Dezembro de 2009 às 00:53
Boa noite, cresci em Lourenço Marques e lá vivi até aos 13 anos e é curioso ao ter entrado neste blog
De maria moura a 8 de Dezembro de 2009 às 01:14
(carreguei na tecla errada) dizia eu que ao ter entrado neste blog sinto um certo calor humano entre si Luis e os participantes que só em africa eu sentia, ou seja simplicidade, determinação, iniciativa, abertura, receptividade, frontalidade. Aproveito para agradecer a informação aqui colocada sobre primeiros socorros, aparentemente para mim um pouco dificil de assimilar rapidamente, lá está deveria sim ser uma disciplina dada a partir do 2º ciclo. Temos que fazer as coisas acontecerem em prol da evolução, se todos nós nos empenharmos um pouco, o benefício será nosso.
bj
mm
De Luís Castro a 8 de Dezembro de 2009 às 19:15
Maria,
é assim desde o primeiro post.
Há quem faça dos seus blogs um afagar do ego.
Eu, dentro da disponibilidade - que é pouca - sempre arranjo um tempinho para aprender convosco.
Os vossos comentários têm sido muito importante para mim. Tenho aprendido muito com eles.
Ainda bem que veio,
agora espero que fique.
Bjs
Luís Castro
De maria moura a 8 de Dezembro de 2009 às 20:58
Boa noite Luis,
Sim aprendemos uns com os outros e ainda muitas vezes através dos outros passamos a dar muito mais valor a nós mesmos. Obrigada pela partilha e pelo convite. Sempre que me for oportuno aqui virei. Gosto da energia deste blog.
bjs
mmoura
De Luís Castro a 9 de Dezembro de 2009 às 17:34
Fico à sua espera!
Bjs
LC
De Luís Castro a 8 de Dezembro de 2009 às 19:10
Então porquê?
LC
De Luís Castro a 8 de Dezembro de 2009 às 19:06
Obrigado e igualmente.
Bj
LC
De RUI FERREIRA a 8 de Dezembro de 2009 às 16:01
não há diferença entre seres humanos, tanto afrcanos ou asiáticos somos todos iguais. os políticos é que arranjam os ódios e as rivalidades. pensem bem se é ou não assim?????
bfs para todos guiem com prudência e sejamos uns pelos outros...falo por experiência....ao dispor rui
De mcmoura@netcabo.pt a 8 de Dezembro de 2009 às 16:18
Boa tarde Rui
O que eu quis dizer é que da minha experiencia de vida, as pessoas que têm tido oportunidade de viajar ou viver fora de Portugal são mais comunicativas, mais dadas umas às outras. Estudei 5 anos em Londres e achei os ingleses na generalidade muito fechados, apesar da minha experiência ter sido fabulosa. Vivi num hostel em que eramos 70 miudas cada uma de sua nacionalidade, muito enriquecedor.
Maria Moura
De RUI FERREIRA a 8 de Dezembro de 2009 às 17:10
mmoura gostei do que disse, eu também estive em londres e foi aí que enriqueci os meus conhecimentos. convivi com imensas etnias e constatei que cada um não é igual ao outro. é preciso saber respeitar e dar-se ao respeito. rui
De maria moura a 8 de Dezembro de 2009 às 18:05
Ora bem! Estou inteiramente de acordo.
mmoura
De Luís Castro a 8 de Dezembro de 2009 às 19:31
Visto.
LC
De Luís Castro a 8 de Dezembro de 2009 às 19:30
Respeitar para ser respeitado!
Ab.
LC
De Luís Castro a 8 de Dezembro de 2009 às 19:27
Maria,
julgo que o Rui também entendeu.
É verdade, quem vivia em África era um pouco mais aberta do que nós que ficámos por cá.
O espaço, o calor e a distância aproximava e tornava-as mais comunicativas.
Bjs
LC
De RUI FERREIRA a 8 de Dezembro de 2009 às 20:17
aqui vivemos muitos anos numa ditadura que ainda se sente o efeito apesar do 25 de abril. as mentalidades estão paradas,precisam de um arranque muito grande. nota-se nas aldeias por este país fora. foram 40 anos e só as futuras gerações é que tiveram o previlégio de gozarem a liberdade. os outros países já havia democracia primeiro que o nosso. como sempre na escala mundial somos os últimos em tudo. por isto e outras coisas a população é envelhecida. já não falo nos emigrantes, porque teem ajudado a desenvolver outros países. rui
De maria moura a 8 de Dezembro de 2009 às 21:12
Eu tb me sinto frustrada com alguma estagnação em Portugal neste século em que vivemos. Deviamos começar por elogiar o que é nosso. Ouço (nós portugueses) muitas vezes falar mal de Portugal e do que é português. As criticas deveriam ter sempre uma componente construtiva e sugestões alternativas...
mmoura
De Luís Castro a 9 de Dezembro de 2009 às 17:34
Visto.
LC
De Luís Castro a 9 de Dezembro de 2009 às 17:33
Visto.
LC
De maria moura a 8 de Dezembro de 2009 às 21:19
Sou receptiva a todo o tipo de observação. As pessoas devem dizer o que pensam, com o minimo de cerimónia possivel, desde que educadamente, que foi o caso.
bjs
mmoura
De Luís Castro a 9 de Dezembro de 2009 às 17:32
Claro.
Bjs
LC
De maria moura a 8 de Dezembro de 2009 às 21:21
Sou receptiva a todo o tipo de observação, as pessoas devem dizer o que pensam, com o minimo de cerimónia possivel, desde que educadamente, que foi o caso.
bjs
mmoura
De RUI FERREIRA a 9 de Dezembro de 2009 às 09:14
inteiramente de acordo. a sua educação em londres tem os reflexos que se nota. feeling....
De Luís Castro a 9 de Dezembro de 2009 às 17:36
Visto.
LC
De Luís Castro a 9 de Dezembro de 2009 às 17:35
Visto.
LC
De Luís Castro a 8 de Dezembro de 2009 às 19:18
E mais vale perder um minuto da vida
do que a vida num minuto!!!
Ab.
LC
De Ana Albuquerque Almeida a 9 de Dezembro de 2009 às 19:30
Olá Luís,

A questão que levantaste faz todo o sentido, pelo que basta dizer que concordo inteiramente contigo.
O problema é que há muita gente que pensa da mesma forma mas nem por isso há indícios de "ventos de mudança"!

Bjs



De Luís Castro a 11 de Dezembro de 2009 às 01:29
Bjs
LC
De Nádia Lopes a 11 de Dezembro de 2009 às 23:56
Boa noite.
Antes de mais queria dizer-lhe que gosto muito do seu trabalho, e estou bastante curiosa para ler o seu livro.
Na situação citada em cima concordo consigo. Penso que a Religião Moral, realmente está um pouco desactualizada, pois, apesar de admitir que em algumas instituições consegue incutir mais valores e fortalecer o carácter dos indivíduos, em outras nem por isso. Não esquecendo que a par desses valores segue, também, o estudo do Cristianismo. Apesar desta disciplina não ser obrigatória, até porque todos somos livres de ter as nossas próprias aspirações, é a única com um carácter mais solidário, a única que faz campanhas de apoio aos mais desfavorecidos, e fomenta realmente o espírito de entre-ajuda nos mais novos, reduzindo as diferenças entre o eu e o outro. Porém, julgo que uma coisa não devia implicar a outra, acima de tudo as instituições devem formar seres humanos, não acreditar numa determinada religião não significa que essa pessoa não tenha aptidão para ser solidária. Acredito que é necessária uma reestruturação no ensino e considero, entre outras coisas, indispensável a substituição de E.M.R.C. por uma disciplina de Ética e a inclusão de uma disciplina de primeiros socorros. Saber primeiros socorros salva vidas. Ocorrem situações em que a qualidade de vida e a vida da vitima são colocadas em causa , pela falta de assistência imediata, o que não aconteceria com tanta frequência caso todos soubessemos primeiros socorros. Dando o exemplo de uma vítima que entre em paragem cardio-respiratória, caso o SBV seja feito no 1º min. a taxa de sucesso é de 90%, se for iniciado ao fim de 6min a taxa de sucesso é de 11%, cerca de 5 min. resultam numa baixa probabilidade de vida, dito por outras palavras 5min. matam pessoas que em outras circunstâncias teriam mais possibilidades de viver e continuar a ter qualidade de vida. Devido a não querer lidar com estas situações sem conseguir fazer nada, tornei-me bombeira voluntária, mas sei que se estes conteúdos fossem leccionados nas escolas e obrigatórios nas empresas seria bastante mais fácil prestar auxilio aos outros.
Considero bastante útil ter colocado matérias de socorrismo no seu blog, queria apenas fazer 2 reparos, em caso de hemorragias não devem ser feitos garrotes, esta deve ser encarada como a última opção, caso a hemorragia não esteja associada a fracturas nem contenha objectos empalados, devemos colocar, de preferência, compressas esterilizadas, sobre a ferida , pressionar o ponto afectado, fazer presão indirecta num ponto entre o coração e a lesão e aplicar frio ( para o organismo fazer a vaso constrição). E em qualquer situação que nos pareça grave não devemos nunca dar comida ou bebida à vitima, mesmo que ela peça, porque ela pode ter que ser operada num curto espaço de tempo.
Sentir que ajudamos alguém faz-nos sentir mais vivos, queria também dizer que assisti a uma conferência em que participava e impressionou-me bastante a sua história sobre a guerra civil de Angola, incluindo a parte em que salvou um prisioneiro de guerra da morte com tabaco, é impressionante como, por vezes, a vida humana e reduzida a tão pouco, nesses momentos resta-nos haver alguém com bom senso, que permita que o nosso mundo injusto seja um pouco mais justo.
De Luís Castro a 16 de Dezembro de 2009 às 00:21
Nessas situações a vida não vale nada.
Nada!
Ainda bem que gostou a da conferência.
Espero que não tenha adormecido. LOL
Bjs
LC
De Ana Isa a 28 de Janeiro de 2010 às 05:16
Caro Luis,

Obrigada pela divulgação deste link! Penso que poderia ser divulgado nos Centros de Saúde, escolas e até mesmo nos locais de trabalho, pois nunca se sabe quando teremos que socorrer alguém. Serve, também, para evitar que se cometam erros quando é necessário ajudar o próximo!

Gostei imenso do seu blog! Continuação de bons «posts» :D

Cumprimentos,

Ana Isa.
De Luís Castro a 28 de Janeiro de 2010 às 19:54
Ana,
obrigado e volte sempre.
Cá estaremos à sua espera!
Bjs
LC

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Reportagem Angola - 1999



Reportagem Iraque - 2005


Reportagem Guiné - 2008


Reportagem Guiné - 2008


Reportagem Afeganistão - 2010

Livros

"Repórter de Guerra" relata alguns dos conflitos por onde andei. Iraque, Afeganistão, Angola, Cabinda, Guiné-Bissau e Timor-Leste. [Comprar]



"Por que Adoptámos Maddie" aborda o fenómeno mediático gerado à volta do desaparecimento de Madeleine McCann. [Comprar]


Sugestões para reportagem



Milhão e meio de portugueses elegem diariamente o Telejornal da RTP.
E porque o fazemos para vós, quero lançar-vos um desafio: proponho que usem o meu blogue para deixarem as vossas sugestões de reportagem.

Luís Castro
Editor Executivo
Informação - RTP

E-mail: cheiroapolvora@sapo.pt

Perfil

Jornalista desde 1988
- 8 anos em Rádio:
Rádio Lajes (Açores)
Rádio Nova (Porto)
Rádio Renascença
RDP/Antena 1

- Colaborações em Rádio:
Voz da América
Voz da Alemanha
BBC Rádio
Rádio Caracol (Colômbia)
Diversas - Brasil e na Argentina

- Colaborações Imprensa:
Expresso
Agência Lusa
Revistas diversas
Artigos de Opinião

RTP:
Editor de Política, Economia e Internacional na RTP-Porto (2001/2002)
Coordenador do "Bom-Dia Portugal" (2002/2004)
Coordenador do "Telejornal" (2004/2008)
Editor Executivo de Informação (2008/2010)

Enviado especial:
20 guerras/situações de conflito

Outras:
Formador em cursos relacionados com jornalismo de guerra e com forças especiais
Protagonista do documentário "Em nome de Allah", da televisão Iraniana
ONG "Missão Infinita" - Presidente

Obras publicadas:
"Repórter de Guerra" - autor
"Por que Adoptámos Maddie" - autor
"Curtas Letragens" - co-autor
"Os Dias de Bagdade" - colaboração
"Sonhos Que o Vento Levou" - colaboração
"10 Anos de Microcrédito" - colaboração

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