Segunda-feira, 1 de Março de 2010

A "guerra" dos jornalistas

Para quem tem curiosidade em saber como é a vida dos jornalistas na linha da frente da guerra do Afeganistão.

 

 

Quando vires alguém que corre para o local

de onde todos os outros tentam fugir, é jornalista.

 

Luís Castro

publicado por Luís Castro às 23:56
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58 comentários:
De PLonga a 2 de Março de 2010 às 01:02
Vida difícil ;-)

Abraço
De clmimi a 2 de Março de 2010 às 03:02
É do género:
-"Remar contra a maré"...
Excepção "difícil" mas indispensável para "ganhar" a notícia e passar a informação e a imagem ao mundo...
Obrigada a estes seres humanos chamados... JORNALISTAS!
Do fundo do coração!
Maria
De PLonga a 2 de Março de 2010 às 08:55
Concordo plenamente ;-)
Abraço
De clmimi a 2 de Março de 2010 às 17:51
De Luís Castro a 3 de Março de 2010 às 16:21
=:-)»

LC
De Luís Castro a 3 de Março de 2010 às 16:13
Obrigado.
LC
De Luís Castro a 3 de Março de 2010 às 15:57
Em televisão,
sem imagem dificilmente conseguimos contar a história.
Temos de estar lá.
Bj
LC
De Luís Castro a 3 de Março de 2010 às 15:54
Isto não é vida para quem gosta (muito) do conforto.
Ab.
LC
De Ana Albuquerque Almeida a 3 de Março de 2010 às 20:00

Olá Luís,

Hoje o meu comentário vai para esta tua afirmação. Devo ser uma excepção porque aprecio bastante o conforto mas sinto que irei a correr para o desconforto a que a nossa profissão muitas vezes obriga. Tenha eu oportunidade!!!
A reportagem? Sai ou não sai?

Um beijinho
De Luís Castro a 4 de Março de 2010 às 20:07
Sai na próxima semana.
Bj
LC
De Ana Albuquerque Almeida a 5 de Março de 2010 às 19:31
Obrigada. Não quero perdê-la.

Bjs e um óptimo fim-de-semana

PS: Tenho-me esquecido de te dizer que desde o início de Dezembro tenho tido sérios problemas com o meu filho. Foi vítima de bullying no ciclo. Ele e mais algumas crianças. Ficou com um problema urinário que tem vindo a tratar, co o Prof. Henrique Seruca, como consequência de alterações do sistema nervoso. O rendimento escolar baixou a piquee acabei por ter de transferi-lo para o colégio Bartolomeu Dias, aqui na Póvoa, por razões de segurança.
O meu filho só nos contou em Dezembro passado por causa dos problemas sérios de saúde que se desencadearam. Durante 2 semanas não conseguiu ir às aulas. Se não fosse isso, nunca nos teria dito nada porque tal como conta, e confirmado por mais crianças também alvo do mesmo problema, seria alvo de represálias.
Estou a contar-te o que aconteceu (uma ínfima parte) porque considero um assunto muito sério que pode trazer consequências gravíssimas a vários níveis. Penso que este é um problema que fere silenciosamente a nossa sociedade. A meu ver, devia ser mais trabalhado e exposto pelos meios de comunicação, caso contrário penso que a tendência será para aumentar.

Um beijinho
De Luís Castro a 7 de Março de 2010 às 02:06
Não entendo como as escolas definem este problema como "coisas de miúdos".
Os professores, em vez de estarem a fumar nos recreios e no meio dos alunos, que estejam mais atentos ao que se passa.
Bjs e as melhoras dele.
LC
De Ana Albuquerque Almeida a 7 de Março de 2010 às 22:05
Acreditas que quando fui falar com a directora de turma, ela confirmou que o agressor, de 15 anos, já estava referenciado pelo mau comportamento, outras agressões e com acompanhamento psicológico, tendo inclusivamente queixa contra ele na polícia por ameaça a uma outra aluna com uma navalha? E sabes qual foi a solução que me apresentaram? "Montar guarda" ao meu filho. Iria ser acompanhado por um professor desde a sala de aula até ao átrio da escola, onde iria ter de permanecer nos intervalos, junto de uma auxiliar, para não correr riscos. Depois de uma série de disparates, saltou-me a tampa e acabei por, revoltada, deixar o aviso de que enquanto o meu filho não fosse transferido, que fizessem ao contrário, ou seja, que impedissem o agressor de frequentar o recreio porque se ele tocasse num cabelo do meu filho eu iria resolver o problema, deixando-o possivelmente em mau estado. Por um filho é-se capaz de tudo!
Nem imaginas a revolta que ainda sinto e a pena que tenho daqueles que não podem fazer nada.
Desculpa mais este desabafo sobre o assunto mas vai levar tempo a curar esta ferida.

Um beijinho e obrigada
De Luís Castro a 9 de Março de 2010 às 20:00
Inacreditável!!!
Bjs
LC
De Carla Cruz a 2 de Março de 2010 às 10:57
Luís,

Este filme ilstra bem os "picos", para quem pensa que ser jornalista é só rosas...
Os meus alunos do 1º ano, quando lhes pergunto o que gostavam de ser profissionalmente, cerca de 80% respondem: "repórter de guerra". É espantosa a ingenuidade dos miúdos... Não imaginam que para além de um conjunto de requisitos técnicos e (alta) competência profissional, têm ainda de possuir uma enorme resistência física e emocional para serem verdadeiramente "Bons" no terreno.
Beijinhos.

Carla
De Luís Castro a 3 de Março de 2010 às 16:14
Lá tudo é diferente.
Duro psicologicamente, esgotante fisicamente.
E com marcas para o resto da vida. Fica tudo cá dentro.
Bj
LC
De Sónia Pessoa a 2 de Março de 2010 às 11:11
Através deste vídeo percebe-se bem porque é que tudo o que aqui nos rodeia é tão supérfluo... beijo
De maria moura a 2 de Março de 2010 às 16:40
Boa tarde Sónia!
Desculpe mas depois de vêr este video, a minha conclusão é mesmo oposta à sua. Tudo o que aqui nos rodeia é muito bem vindo! Supérfula é a guerra... e tudo o que está por detrás dela...
bj
mmoura
De Sónia Pessoa a 3 de Março de 2010 às 00:26
Maria, percebo o que diz, e não discordo, mas eu a minha observação foi mais no sentido de que ao ver este vídeo constatei foi que com pouco se faz muito, com pouco o espírito era de boa disposição, outros valores sobressaem quando o consumismo não nos toma de forma assoberbada como a dos dias de hoje... não sei se me faço entender... beijinho
De maria moura a 3 de Março de 2010 às 13:08
Olá Sónia!
Por a ter compreendido tão bem, é que me atrevi a comentar, com todo o respeito, o "supérfulo" como comentei, gosto de brincar com a dualidade da escrita.
Às vezes leio os post todos e sinto que a Sónia é uma pessoa com uma extraordinária sensibilidade.
Um dia, eu, em criança, resolvi criar um mundo próprio: só queria 'gente bonita' nesse mundo. Hoje, recordo-me dessa minha vontade e descobri que essa 'gente bonita' nada tem a haver com o aspecto exterior, mas com a beleza da alma.
Um beijinho e obrigada
mmmoura
De Luís Castro a 3 de Março de 2010 às 16:30
Visto.
LC
De Sónia Pessoa a 3 de Março de 2010 às 21:12
Obrigada Maria. Convido-a a visitar-me em http://oslivrosqueninguemquisdaraler.wordpress.com. Beijinhos
De maria moura a 4 de Março de 2010 às 14:34
Claro que sim Sónia, muito obrigada.
Um beijinho
mmoura
De Luís Castro a 4 de Março de 2010 às 20:14
Visto.
LC
De Luís Castro a 4 de Março de 2010 às 20:07
Visto.
LC
De Luís Castro a 3 de Março de 2010 às 16:25
Visto.
LC
De Luís Castro a 3 de Março de 2010 às 16:19
Visto.
LC
De Luís Castro a 3 de Março de 2010 às 16:16
Quando estamos lá,
percebemos que a nossa lista de preocuipações está ao contrário.
Bj
LC
De Sónia Pessoa a 3 de Março de 2010 às 21:13
É mesmo isso! Beijo grande
P.S. Luis, achas que desista de esperar pela Porto Editora?
De Luís Castro a 4 de Março de 2010 às 20:08
Já não sei.
Falaremos brevemente.
Bj
LC
De pink poison a 2 de Março de 2010 às 14:27
Mais um post digno de louvores e, espero eu, de algum ensinamento para quem acha que a vida é fácil. nem aqui, nem lá, nem em lado algum. Apenas existem pessoas que vivem essas dificuldades: os bons jornalistas, os bons soldados e os "bons" em muitas outras areas!
De Luís Castro a 3 de Março de 2010 às 16:18
E é preciso saber viver com essas dificuldades.
É uma questão de colocar em primeiro lugar a necessidade de informar.
Tentando sobreviver para poder contar, é claro!
Bjs
LC
De maria moura a 2 de Março de 2010 às 16:35
Surreal!!!
bj
mmoura
De Luís Castro a 3 de Março de 2010 às 16:18
Bjs
LC
De revelacoesdeumacarteirade20kg a 2 de Março de 2010 às 17:21
Uffa !! Quando li o título do post pensei que os jornalistas tinham entrado em guerra. Já vi que não, é que de guerras e guerrinhas estamos nós fartos. O post aborda um tema interessante. Já muitas vezes me perguntei se vocês jornalistas têm alguma espécie de preparação/formação para trabalhar em cenários de guerra. E não vale dizer que foi à tropa, porque da minha geração muitos não puseram lá os pezinhos. É que, convenhamos , na linha da frente de qualquer guerra um erro (ainda que por ignorância) pode ser fatal.
De Luís Castro a 3 de Março de 2010 às 16:21
Depois de muitos anos a reclamar essa formação, fiz a primeira ao fim da 11ª ida à guerra.
A RTP já organizou dois cursos para futuros repórteres de guerra.
Mas nunca estamos suficientemente preparados.
Nem ao fim da 20ª, como é o meu caso.
LC
De Elsa Silva a 2 de Março de 2010 às 18:03
Olá Luís!

É por isso que quando vem de um cenário destes… é um ser humano melhor.

Damos mais valor ao que temos no nosso dia-a-dia.

Parabéns a todos os que em qualquer lado do mundo trabalham para que o mesmo fique melhor.
Bjs.
De Luís Castro a 3 de Março de 2010 às 16:22
Olho à volta e identifico algumas pessoas que deviam ir a estes cenários para entenderem como a vida é tão frágil...
Bj
LC
De Amiga invisível a 2 de Março de 2010 às 18:59
....ou bombista suicida

Abraço Grande!
De Luís Castro a 3 de Março de 2010 às 16:23
Visto.
LC
De Helena a 2 de Março de 2010 às 22:22
Olá Senhor Luís .
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Olá Senhor Luís . <BR class=incorrect name="incorrect" <a>Nao</A> consigo deixar de ficar surpreendida consigo...Ainda não tive tempo devido aos exames que tenho andado a fazer, mas mal tenha tempo a primeira coisa que faço é ler o seu artigo publicado nas selecções reader's digest ... <BR>Como já disse tenho muito orgulho em si e no seu fantástico trabalho.
UM ABRAÇO MUITO GRANDE E OBRIGADA POR PRESENTEAR-NOS COM TODO O SEU TALENTO...

HELENA
De Helena a 2 de Março de 2010 às 22:24
Peço desculpa pela apresentação do meu comentário...
BJ
De Luís Castro a 3 de Março de 2010 às 16:23
Visto.
LC
De Luís Castro a 3 de Março de 2010 às 16:24
Também ainda não li.
Muito obrigado!
Bjs
LC
De carla serrao a 3 de Março de 2010 às 09:32
Parabéns Cada palavra e imagem remeteu-me " em tempo real" para o Afeganistão. Estou descrente na guerra convencional contra o terrorismo. Neste meu percurso de busca de entendimento para poder com conhecimento pensar sobre qual a eficácia de uma guerra como a que estamos a assistir no Afeganistão, e Iraque decidi procurar entender o que faz mover estes muçulmanos extremistas. Inicio na descoberta gradual das diferenças na interpretação do Alcorão . Podemos encontrar ( genericamente) duas formas de estar no mundo: entre ser muçulmano sufi que prega o amor a paz e a espiritualidade e desvaloriza a guerra e se revê na fase da vida de Maomé ligada a Meca e a outra fase, também descrita no alcorão que está geográficamente ligada a Medina em que a ordem de Alá que é valida, se encontra na sura 9, versículo 5" matai os idolatras onde os encontrardes. Apanhai-os. Preparai-lhes toda a espécie de emboscadas".Creio que o plano de expansão desta crença absoluta para alguns muçulmanos tem carácter expansionista e bélico. Bélico sem ser á imagem de uma guerra convencional. Será que da forma como o ocidente está a fazer a guerra, pode "calar" esta jihad que se julgam os detentores únicos da Lei Divina - Sharia ? Para estes crentes convictos potenciais martires , as Leis Humanas são rejeitadas. Começo a ter sérias duvidas no êxito de uma guerra convencional contra uma guerra silenciosa , paciente, planeada, escondida e fatal nos alvos. Alvos ligados a centros políticos e económicos ou a representações dos mesmos ou mesmo a alvos associados a planos de expansão territorial da unidade muçulmana Esta guerra como eles a combatem, possibilita o uso de explosões fatais contra o ocidente cristão.Não está o ocidente a alimentar uma industria de guerra para liquidar o inimigo com uma estratégia ligada ao comercio de droga, ao comercio do petróleo ? Pergunto porque parece-me tão pouco inteligente a quantificação de soldados para combater um inimigo que faz a guerra "escondida" , sem pressas, com tempo, apostando na educação das suas convicções pelas madrassas espalhadas pelo mundo. Será que estes negócios moldam também a guerra entre o Ocidente e estes muçulmanos ? Como pudemos ser mais inteligentes e eficazes perante uma tão grande ameaça? Como pudemos apanhá-los desprevenidos?Quais os resultados atingidos pelo Ocidente?
De Luís Castro a 3 de Março de 2010 às 16:29
Esta guerra só será ganha de forma inteligente.
Dando mais conhecimento e cultura para que a religião não seja a única fonte por onde bebem.
Ab
LC
De carla serrao a 3 de Março de 2010 às 16:48
...e a guerra actual feita pelo ocidente está a trabalhar nesse sentido?
De Luís Castro a 3 de Março de 2010 às 16:52
Parece que sim.
Agora percebeu que todas as estratégias destes últimos anos foram um verdadeiro fracasso.

Bj
LC
De carla serrao a 3 de Março de 2010 às 16:56
Luis desafio-o jornalisticamente a que nos mostre que a guerra está a ser pensada e implementada com uma nova abordagem!
De Luís Castro a 4 de Março de 2010 às 20:05
Não é esse o ângulo da minha reportagem.
Bjs
LC
De Luís Castro a 4 de Março de 2010 às 20:03
Agora sim.
LC

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Reportagem Angola - 1999



Reportagem Iraque - 2005


Reportagem Guiné - 2008


Reportagem Guiné - 2008


Reportagem Afeganistão - 2010

Livros

"Repórter de Guerra" relata alguns dos conflitos por onde andei. Iraque, Afeganistão, Angola, Cabinda, Guiné-Bissau e Timor-Leste. [Comprar]



"Por que Adoptámos Maddie" aborda o fenómeno mediático gerado à volta do desaparecimento de Madeleine McCann. [Comprar]


Sugestões para reportagem



Milhão e meio de portugueses elegem diariamente o Telejornal da RTP.
E porque o fazemos para vós, quero lançar-vos um desafio: proponho que usem o meu blogue para deixarem as vossas sugestões de reportagem.

Luís Castro
Editor Executivo
Informação - RTP

E-mail: cheiroapolvora@sapo.pt

Perfil

Jornalista desde 1988
- 8 anos em Rádio:
Rádio Lajes (Açores)
Rádio Nova (Porto)
Rádio Renascença
RDP/Antena 1

- Colaborações em Rádio:
Voz da América
Voz da Alemanha
BBC Rádio
Rádio Caracol (Colômbia)
Diversas - Brasil e na Argentina

- Colaborações Imprensa:
Expresso
Agência Lusa
Revistas diversas
Artigos de Opinião

RTP:
Editor de Política, Economia e Internacional na RTP-Porto (2001/2002)
Coordenador do "Bom-Dia Portugal" (2002/2004)
Coordenador do "Telejornal" (2004/2008)
Editor Executivo de Informação (2008/2010)

Enviado especial:
20 guerras/situações de conflito

Outras:
Formador em cursos relacionados com jornalismo de guerra e com forças especiais
Protagonista do documentário "Em nome de Allah", da televisão Iraniana
ONG "Missão Infinita" - Presidente

Obras publicadas:
"Repórter de Guerra" - autor
"Por que Adoptámos Maddie" - autor
"Curtas Letragens" - co-autor
"Os Dias de Bagdade" - colaboração
"Sonhos Que o Vento Levou" - colaboração
"10 Anos de Microcrédito" - colaboração

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