Quarta-feira, 28 de Abril de 2010

É só um palpite. Por enquanto...

Admite prescindir do 13º mês

para ajudar a salvar as contas públicas?

Luís Castro

 

publicado por Luís Castro às 14:28
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35 comentários:
De Socrates a 28 de Abril de 2010 às 14:46
Os gestores de empresas onde o Estado tem golden shares admitiram prescindir (por completo, nao adiar) receber os seus premios e bonus... ?
De Luís Castro a 28 de Abril de 2010 às 22:58
O exemplo tem de começar por cima.
Ab.
LC
De Márcia a 28 de Abril de 2010 às 16:45
Até admitiria, mas não posso prescindir daquilo que não tenho, é que os investigadores não sabem o que isso é... No entanto, só admitiria esse cenário quando vissemos outros sacrificios em prol do país, é que até poderiamos chegar a isso, mas antes havia ainda muito a fazer , nem que fosse "melhorar o exemplo que vem de cima"... A situação não está para brincadeiras, mas não chega pedir-nos a nós os sacrificios (como sempre) há que dar o exemplo, coisa que até agora não vi! Só espero é que os nossos políticos não continuem ocupados a "brincar às guerrinhas2 e se mexam verdadeiramente, é que mais tempo parece que não temos...

Bjinhos
De Luís Castro a 28 de Abril de 2010 às 22:59
Pois não está para brincadeiras, não!!!
Ab.
LC
De Nuno Tavares a 28 de Abril de 2010 às 19:35
Claro que admito... desde que os gestores prescindam dos seus chorudos ordenados e bónus.
Se o fizerem, digo presente.
De Luís Castro a 28 de Abril de 2010 às 23:00
Deve tocar a todos!!!
Ab.
LC
De Maria Araújo a 28 de Abril de 2010 às 22:14
Não. Já temos salários congelados, carreiras adiadas.
Sacrificar-me-ia sim, se aqueles que estão lá no topo da pirâmide fizessem "alguns" sacrifícios.
Além disso, já estamos a pagar tudo o que esses senhores usufruem:gasolina, bens essenciais, impostos.
Luís, se fosse para melhorar na saúde, na educação, e/ou organizações não governamentias, prescindiria. Neste caso NÃO.

Beijinho

De Jorge Soares a 28 de Abril de 2010 às 22:43
Sim.. eu admitiria.. mas como já foi dito em comentários anteriores, o exemplo tem de vir de cima..e até agora, zero.

Ainda agora vimos com o uma deputada do partido do governo não prescindiu de viver em Paris nem do pagamento das viagens semanais a casa ... isto com o apoio e os votos do partido do governo..... com exemplos desses, como se atreveriam a pedir tal coisa ao povo?

Jorge
De PCCVG a 28 de Abril de 2010 às 22:44
Isso lembra-me que num dos governos do Mário Soares se fez uma coisa parecida, que julgo ter sido o trabalhar um dia sem receber - a verba ía para o estado.
Por isso não me admira que venha por aí uma "solução" idêntica.
Eu estou sempre disponivel para contribuir para ajudar o estado quando ele precisar, desde que veja um esforço verdadeiro e eficaz em reduzir a despeza pública, o que não vejo.
Ab
De António Soares a 28 de Abril de 2010 às 22:46
Claro que não! Absolutamente.

Quando os nossos políticos dão os sinais que dão diariamente - ainda agora uma deputada viu aprovadas ajudas de custo para ir para... Paris (!?!?!?!) num total mensal de 6.000€ ou 290.000€ pelos 4 anos da legislatura - não posso concordar em medidas de austeridade impostas ao resto do país.

É absolutamente vergonhoso o despesismo a que chegamos. Pedir mais sacrifícios aos portugueses - que já os estão a fazer desde 2001/2002 e dar um sinal claro que não contam connosco e nos pedem para sairmos daqui para fora!
De Genny a 28 de Abril de 2010 às 22:54
OK...eu prescindo do 13º e ...pagam-me a prestação do banco, o seguro do carrito, o gaz, as despesas gerais...pode ser?!?!
Mas será possível que tem que ser SEMPRE o Zé Povinho a pagar a factura?!?!?!?!
De Celso Azevedo a 29 de Abril de 2010 às 09:08
Acho bem se retirassem o 13º mês (aqui no Reino Unido por exemplo, é 11 meses de trabalho e 1 de férias, nada mais), MAS só depois de acabarem com salários e bónus de gestores de empresas publicas. Esses ganham mais num mês do que eu um ano inteiro a trabalhar!

Também era boa ideia descer o salário dos deputados. Primeiro não fazem nada (aquilo até nem deveria de ser pago) e quando fazem, é a (desculpem a expressão) merda que se vê.

O país está no estado que está não é pelo 13º mês "da gente". O problema está nos que estão lá "em cima".
De Helder Pereira a 29 de Abril de 2010 às 10:21
Olá Luis.

Não prescindo enquanto, por exemplo:

For mais difícil entrar para varredor de ruas na Câmara Municipal de Lisboa para ganhar 500€ do que entrar para assessor de Câmaras/Juntas/Ministério/Empresas Publicas/etc.a ganhar 4000€.

Enquanto gastarmos um balúrdio com a Assembleia da Republica para o seu Presidente ter seguranças privados!!! 2 carros topo gama e até a sua secretária ter um BMW serie 3.

Enquanto o Sr. Primeiro Ministro decidir por ajuste directo que uma empresa feita na hora em nome da mulher de um amigo tiver direito a milhares de euros/ano para ... ele ter flores frescas todos os dias em casa...

E muitos mais podia escrever mas o espaço do comentário tem limites...

Acabem com os Governos Civis, reduzam as freguesias e assembleias de freguesia e câmaras municipais e assembleias municipais para um terço do que existe hoje.

Limitem a 2 assessores por cargo ministerial e 1 assessor para todo o resto dos cargos ELEITOS e não nomeados.

E depois disto, talvez pense em fazer isso, abdicar eu de alguma coisa depois de os que REALMENTE absorvem a produção do meu País tenham feito um sacrifício.

E lembra-te que isto que está a acontecer é novamente por especulação dos mercados, novamente como a crise que existiu sobre o sub-prime, novamente por pura especulação, como o preço do petróleo que esteve quase ao dobro por ... pura especulação...

Estou farto das treta do costume, principalmente por serem por especulação...

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Luís Castro
Editor Executivo
Informação - RTP

E-mail: cheiroapolvora@sapo.pt

Perfil

Jornalista desde 1988
- 8 anos em Rádio:
Rádio Lajes (Açores)
Rádio Nova (Porto)
Rádio Renascença
RDP/Antena 1

- Colaborações em Rádio:
Voz da América
Voz da Alemanha
BBC Rádio
Rádio Caracol (Colômbia)
Diversas - Brasil e na Argentina

- Colaborações Imprensa:
Expresso
Agência Lusa
Revistas diversas
Artigos de Opinião

RTP:
Editor de Política, Economia e Internacional na RTP-Porto (2001/2002)
Coordenador do "Bom-Dia Portugal" (2002/2004)
Coordenador do "Telejornal" (2004/2008)
Editor Executivo de Informação (2008/2010)

Enviado especial:
20 guerras/situações de conflito

Outras:
Formador em cursos relacionados com jornalismo de guerra e com forças especiais
Protagonista do documentário "Em nome de Allah", da televisão Iraniana
ONG "Missão Infinita" - Presidente

Obras publicadas:
"Repórter de Guerra" - autor
"Por que Adoptámos Maddie" - autor
"Curtas Letragens" - co-autor
"Os Dias de Bagdade" - colaboração
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