Quinta-feira, 12 de Junho de 2008

Que país é este?!

Prateleiras vazias, carne e legumes a apodrecer dentro dos camiões, leite deitado fora, animais a passar fome e agricultores à beira da falência.

Já falta água engarrafada, há escolas e hospitais que vão ficar sem refeições nas cantinas, os comboios da linha do oeste vão parar, os aviões não têm combustíveis, as bombas secaram, há carros abandonados nas bermas sem gasolina e os que avariam e ficam nas estradas estão à mercê dos vândalos.
Já se ouvem relatos de turistas estrangeiros que não conseguem regressar aos seus países porque lhes falta gasolina para as suas autocaravanas e de lisboetas que foram ao Algarve e que não têm combustível para regressar a casa.
Até os carros de reportagem das televisões estão a secar.
Pergunto:
Com que autoridade se apedreja, se ameaça com armas brancas ou com tiros disparados para os pára-brisas, se cortam mangueiras de travões ou incendeiam camiões de quem – com toda legitimidade – quer trabalhar?
Como se justifica que alguns elementos dos piquetes de greve ameacem com uma guerra civil e fiquem impunes?
Como se permite que os excessos de uns se sobreponham à liberdade colectiva?
 
Onde está a autoridade do Estado?
Onde está o Presidente da República?
Onde está a firmeza do Primeiro-ministro?
Onde está a opinião da alternativa Ferreira Leite?
 
Não compreendo…
 
publicado por Luís Castro às 01:05
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47 comentários:
De Daniel Marques a 12 de Junho de 2008 às 01:46
As caras deles foram filmadas. As ameaças também estão registadas. Essas pessoas já foram detidas?

Esta situação está a meter-me medo. Até porque as coisas tendem a piorar já que não se espera que o preço do petróleo venha a descer. A crise energética vai piorar! Estamos em guerra Luís, e a maioria das pessoas ainda não se apercebeu!

Esta tarde fui ver a pressão do depósito que fornece o gás a todo o meu bairro. Se amanhã o camião da Galp não vier abastecer o depósito, todo o bairro ficará amanhã sem gás para se poder cozinhar e tomar banho.

O país está num caos. As pessoas não têm acesso a combustíveis nem a alimentos. Não tarda temos as farmácias sem stocks!

Não há Governo, não há sequer alternativas, não há nada! Mas há ainda combustível para acelerar no Marquês de Pombal. O semanário Sol chama a atenção para algo gravíssimo: Falta cerveja para comemorar vitória de Portugal (http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=97336).
De Luís Castro a 12 de Junho de 2008 às 12:32
Daniel,
com cerveja ou sem cerveja, tu vais ficar sem tomar banho...
Ou tomas de cerveja...
Cerveja e shapoo deve dar muita espuma...
LC
De Marco Ribeiro a 12 de Junho de 2008 às 04:38
Viste o meu mail?
De Luís Castro a 12 de Junho de 2008 às 12:37
Primo,
vi e ia responder hoje.
Como sair da crise?
Pois, não vai ser fácil...
Temos feito várias reportagens dentro daquilo que falas.
Combustiveis alternativos, como poupar, se devem ou não baixar impostos, se o governo tem margem de manobra para parar a crise, etc.
O problema é a que a crise não é só cá.
Se tiveres ideias mais específicas, envia.
Abraço
LC
De filha do administrador a 12 de Junho de 2008 às 09:52
nem eu, só espero que tenha servido de exemplo para outras tentativas que se avizinhem e que as mesmas sejam de imediato cortadas pela raiz.
De Marisa Martins a 12 de Junho de 2008 às 10:01
O pior disso tudo é que já se comenta que os pescadores também vão voltar a fazer greve porque os camionista chegaram a um melhor acordo com o governo.
Abrir um precedente, é o maior problema neste momento. Alguém tem que mostrar que não é fechando estradas e coagindo pessoas que se consegue algo.
Onde ficou a liberdade de quem não queria participar no bloqueio?

P.S: parabéns pelo blog!
De Luís Castro a 12 de Junho de 2008 às 12:47
Obrigado, Marisa.
O problema é esse. A seguir são os agricultores, depois serão outros a reivindicar também.
E onde isto vai parar?
Bjs
LC
De Luís Castro a 12 de Junho de 2008 às 12:39
Essa é outra das nossa caracteristricas enquanto portugueses:
temos dificuldade em aprender com os nosos erros.
Bjs
LC
De Filipa V. jardim a 12 de Junho de 2008 às 09:59
O que se passou nestes dias em Portugal, na minha opinião foi gravissimo.Uma total demissão do Estado quiçá em prol das "sondagens eleitoralistas",um primeiro Ministro porventura refém "da imagem"que deveria ter falado ao País e não o fez.
Fomos informados pelas televisões, nomeadamente pela RTP, e por um excelente serviço noticioso, sempre em cima dos acontecimento. Mas não é isso que é suposto. O que é suposto numa crise social grave como a que se viveu é que os responsáveis dêm a cara e tentem serenar as pessoas.E, garantir os serviços minimos e indispensáveis ao bem estar do País.
As convulsões já se adivinhavam há muito, na rua, aqui na net.
A crise no meu entender não acabou, só parou para respirar ou quem sabe para mudar de rosto. Mas será que ninguém vê isso?
Mais uma vez a RTP está de parabéns.
Eu também pensei nisso: Quando os carros de exteriores deixassem de funcionar por falta de combustível" ficavamos a ver os passes mágicos do Ronaldo em reprise e, a comer enlatados...felizes em casa.
Pois Luís, o grande problema em Portugal neste momento é que além da crise social e económica, atravessamos também uma crise de vazio politico.
Espero que destes acontecimentos nasçam grupos de cidadãos independentes e com vontade de fazer alguma coisa de diferente, com propostas novas, realmente alternativas e estas "pseudo socialites". Eu aposto por aí, numa política de cidadãos e para cidadãos, sem aparelhos, boys e ideologias bacocas de caras mais que batidas.
Já os conheçemos todos e não queremos nenhuns, esta é que é a verdade.
eu também não compreendo. O pior Luís é que não sou só eu, é uma grande maioria de Portugueses, descontentes e sem alternativas.
às vezes estas convulsõe sºao boas, para acordar as pessoas.

continuação do excelente trabalho e já agora parabéns a toda a equipa.

Filipa V. Jardim
De Luís Castro a 12 de Junho de 2008 às 12:45
Filipa,
como diz, o país precisa de um abanão!
Este sistema político esdtá esgotado. Aqui e no resro do mundo.
Que raio de políticos...
Olhamos para aquela Assembleia da República e é uma desgraça; alguns dos ministros deste governo deviam ir para casa, os partidos não se renovaram e é mais do mesmo, os cidadão divorciaram-se da política...
Isto não vai bem...
LC
De Patti a 12 de Junho de 2008 às 10:43
Estão escondidos, Luís. Escondidos. Ficaram mudos, sem palavras.
Nada valem.
De Luís Castro a 12 de Junho de 2008 às 12:48
Patti,
sinto-me revoltado com tanto silêncio.
Bjs
LC
De js. a 12 de Junho de 2008 às 11:04
Luís, acima de tudo espero que esteja tudo bem. :)

Vou transpor para o seu blog, parte do comentário que deixei ontem no blog do Eduardo Maio, a um post acerca da mesma temática.

Assim o que me vem já já à memória é: daqui a pouco tudo se resolve, e tudo acalma. Joga a nossa selecção e se ganhar, não interessa as filas interminadas nos postos de combustível, não interessa o preço do gasóleo e da gasolina, pois se a selecção ganhar… o cenário volta a ser o mesmo… e onde será a paragem mais próxima? Numa rotunda a gastar gasóleo/gasolina e a gastar pneu… O resto é conversa, o que interessa é a selecção e somos os maiores.

Agora que a ironia fica de fora, uma das coisas que este “bloqueio” me faz confusão, é o facto de estarem todos a levar por tabela. Mesmo tendo uma carrinha de caixa aberta a pessoa tem de lá ficar que eles não deixam avançar. Mas esse empresário por conta própria, que costuma ser muitas vezes o caso, tem de trabalhar para receber, tem de trabalhar para pagar os empregados, parado não produz de certeza e no entanto leva por tabela. E se o gasóleo aumenta, tem de gramar o aumento. Pois não tem direito a “gasóleo verde”.
No entanto continua a ser obrigado a parar. Se quer quiser arrancar, é agredido e causam estragos na viatura.

Não tolero, nem tolerarei que ninguém seja que por motivo for, me entre na viatura contra a minha vontade. E muito menos ser agredido quando estou a fazer algo que por direito tenho, que é circular e exercer a minha actividade.

Eu cumpro os meus deveres de cidadão, e agora sou responsabilizado pelo não cumprimento dos outros?

Onde é que já se viu, nos dias de hoje, alguém ser obrigado a fazer algo contra a sua vontade, ainda mais, querendo trabalhar e ser persuadido através de ameaças e da violência a parar.

Algo está mal...

Ainda à pouco nas notícias da manhã mostrou o caso de Espanha, e se verem a diferença as autoridades espanholas não estiveram com a mesma passividade que a portuguesa.
E esta passividade, enquanto cidadão, assusta-me.

A sensação de impunidade que cada mais se vive no nosso país, é preocupante, seja em que áreas forem.
Temos, e quando falo no plural, é porque tem mesmo de ser, de se arranjar alternativas ao petróleo. Apostar-se em energias renováveis.

Estes últimos dias para muita gente foi o fim do mundo. Já não interessava a gasolina estar a quase 1,5€/litro, porque mesmo assim tinham de encher os depósitos. Será que haveria essa necessidade?
No entanto, preocupados que muitos super-mercados já teriam falta de alguns alimentos, isso já não era tão preocupante!! Será que houve fila nos super-mercados?!

Entristece-me bastante ver alimentos a serem deitados fora, assim como o leite, quando anda tanta gente sem nada para comer...
Mas a preocupação continua sempre a ser o petróleo... e acredito que muitos dos que estiveram nas filas dos postos de combustível certamente nem se preocuparam se teriam ou não comer suficiente em casa, caso o bloqueio se mantivesse. Estavam descansados que tinham o depósito cheio. E a barriga?

Ontem um dos camionistas, mencionou que entraríamos numa guerra civil caso o governo não tomasse medidas, dito com uma certeza e autoridade que não a tem. Onde anda a responsabilidade destes actos?

Muitos não têm noção da gravidade das suas palavras e dos seus actos, ainda que estando tudo a ser registado pelas câmaras dos serviços noticiosos.
De Luís Castro a 12 de Junho de 2008 às 12:53
José,
é estes sentimento de impunidade que me revolta.
Este silêncio de quem governa e de quem deveria fazer oposição como alternativa.
Onde está Ferreira Leite? Ainda em Londres? Ou será que pensa o mesmo que Sócrates e está "escondida" a vê-lo arder sozinho?
Ab.
LC
De joão calviño a 12 de Junho de 2008 às 12:22
Simplesmente com a mesma Autoridade com que se é eleito neste país com meia duzia de promessas e depois se esquecem delas qdo se sentaram no trono.

Estes que mandam também não tem autoridade.

Luis, não se esqueça que para mtos a situação começa a ficar insustentável. Está na hora de pressionar, de fazer ver que existe mto poder para além daquele que anda por São Bento.

Isto qdo quem vota começa a desesperar...

surpreendidos?
De Luís Castro a 12 de Junho de 2008 às 12:57
João,
a mim não me surpreendem os protestos,
o que não consigo entender é como se reivindica o poder de fazer greve e não se respeita quem pretende trabalhar.
O que não entendo é a passividade do Estado perante uma crise tão grave.
E não tenhamos dúvidas, isto não acaba aqui.
Abraço
LC
De Tretoso_Mor a 12 de Junho de 2008 às 13:59
Luís,

Acompanho diariamente o seu blog.
Parabéns por este espaço!

Tomo a liberdade de colocar o texto do meu post de hoje, como comentário, cujo tema coincide com o seu.

"Acabou a TRETA dos piquetes de greve!"

Finalmente terminou a saga dos piquetes dos camionistas.

Acho muita piada quando vejo os grevistas, invocando descriminação, insurgirem-se contra as entidades patronais, sejam públicas ou privadas, quando estas pedem a lista das presenças no trabalho em dias de greve.

TRETAS, meus senhores!...

Claro que têm de as pedir, para saber quem fez greve, pois como os sabem, são descontados os dias de ausência por esse motivo.

Continuo a rir-me quando aparece um conjunto de empresários, à revelia da associação a que aderiram, a propor uma “greve” com as seguintes condições:
1 – Aos camionistas, seriam descontados os dias de greve;
2 – Todos os transportadores são obrigados a fazer greve;
3 – Depois de carregados os camiões, muitos com produtos alimentares perecíveis, poderão parar as viaturas.

Começam a estar todos loucos!....

Felizmente, alguém acordou a tempo e explicou que a greve não era dos camionistas, mas das transportadoras.
Ainda gostaria de saber se no fim do mês, os camionistas vão receber o ordenado por inteiro, mais as horas extraordinárias provocadas pela paragem, tendo-os obrigado a permanecer junto das viaturas para garantir a carga.

Mas há duas TRETAS que ainda ninguém explicou:
1 – Quem vai agora indemnizar os empresários que viram os seus produtos deteriorar-se por causa desta iniciativa?
2 – Onde está afinal a nossa liberdade, quando OBRIGAM os outros a parar, danificando as viaturas quando não obedecem? (porque isto para mim, não foi greve nenhuma)

Este acontecimento só revela que vivemos num país da TRETA, onde a liberdade só serve para as conveniências individuais, ou de grupos restritos.

Deixem-se de TETAS e cheguem-se à frente, para dizer como vão ressarcir quem saiu prejudicado desta contenda.
Ah!... Já agora, os senhores transportadores, até nem conseguiram aquilo que queriam!..

O pano de fundo era o gasóleo profissional!

Tretoso Mor
De Luís Castro a 12 de Junho de 2008 às 21:18
Tretoso,
muito bem dito.
Ab.
LC
De fabio a 12 de Junho de 2008 às 14:07
boas luis
Antes de mais parabens pelo blog, blog que descobri por mero acaso e que fiquei logo fã!
Sou açoriano e pensava que a greve dos camionistas não nos ia afectar mas estava enganado, há empresas que estão deseperadas porque nao sai mercadoria desde de segunfa -feira, a Sata tem de ir abastecer ao Porto e mais coisas. Sobre o teu post referes a falta de autoridade do estado, mas autoridade e coisa que nese pais parece ter desaparecido, olha os professores agredidos e os policias. O primeiro ministro preocupa-se mais com assuntos europeus e o presidente da republica so da noticias nos feriados e a oposição anda em guerras internas e disputas estupidas! Mas o preocupa-me é o meu futuro e o de outros jovens porque só vejo é impostos aumentar, a gasolina , as prestações da casa e do carro e emprego nada!
Parece que nem as ilhas vão escapar
De Luís Castro a 12 de Junho de 2008 às 21:20
Fabio,
essas é que devem ser as preocupações dos nossos políticos!
E a oposição tem grande responsabilidade.
Mas a grande maioria parece que anda distarída...l
Ab.
LC
De Raquel Silva a 12 de Junho de 2008 às 14:23
Luís,
Fui ao Pingo Doce, e fiquei, literalmente, chocada.
Não havia carne, legumes ou peixe fresco nas prateleiras; a fruta era escassa – cerca de duas ou três maçãs –; o leite mal dava para uma semana... Para além disso, apenas se encontra gasolina a uns quilómetros de distância do habitual. Onde foi parar o esplendor de Portugal que se anuncia internacionalmente através da selecção nacional? Parece que já nem a alegria das vitórias nos salva do estado real em que o país se encontra, e que os portugueses começaram, finalmente, a ganhar consciência do mundo que os rodeia. Felizmente, a greve já acabou, aliás, o bloqueio dos camionistas, que já nem sequer se pode considerar uma forma de manifestação, pois, quando envolve casos de atropelamento, deixa de ser legítimo e conforme a Constituição. Acabou, mas, tal como ontem alguém disse na televisão, hoje são os camionistas, amanhã os taxistas, tal como também já foram os pescadores, e será sempre assim até alguém fazer alguma coisa ou conseguir impor a ordem numa sociedade que é, diariamente, influenciada pelo resto da Europa – na mesma proporção ou pior ainda.
Já que o Governo não consegue arranjar uma solução coerente, além de se submeter ao estado de emergência nacional e ceder às pressões do povo, que mais não faz do que reclamar direitos que não pode ter, talvez a oposição conseguisse mobilizar uma maioria e repor a ordem... Mas nada se vê.
Estaremos a ficar conhecidos como ESFOMEADOS MAS FELIZES? É certo que as glórias futebolísticas dão muito que pensar mas, quando não tivermos alimentos nas prateleiras dos supermercados, ou gasolina para encher o depósito dos carros, como se prevê que continue a acontecer, será que permaneceremos despreocupados com a crise nacional?
O que poderá salvar-nos?
Bjs
Raquel
De Luís Castro a 12 de Junho de 2008 às 21:23
Raquewl,
opsição?!
Onde é que ela anda?
O problema é mundial, mas as soluções imediatas terão que ser encontradas por cada país.
A verdade é que todos temos direito a reclamar, mas há limites.
E passaram-se os limites nestes três dias.
A verdade é que o país não pode ficar refém seja de classe for. E isso aconteceu.
Bjs
LC

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Reportagem Iraque - 2005


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"Repórter de Guerra" relata alguns dos conflitos por onde andei. Iraque, Afeganistão, Angola, Cabinda, Guiné-Bissau e Timor-Leste. [Comprar]



"Por que Adoptámos Maddie" aborda o fenómeno mediático gerado à volta do desaparecimento de Madeleine McCann. [Comprar]


Sugestões para reportagem



Milhão e meio de portugueses elegem diariamente o Telejornal da RTP.
E porque o fazemos para vós, quero lançar-vos um desafio: proponho que usem o meu blogue para deixarem as vossas sugestões de reportagem.

Luís Castro
Editor Executivo
Informação - RTP

E-mail: cheiroapolvora@sapo.pt

Perfil

Jornalista desde 1988
- 8 anos em Rádio:
Rádio Lajes (Açores)
Rádio Nova (Porto)
Rádio Renascença
RDP/Antena 1

- Colaborações em Rádio:
Voz da América
Voz da Alemanha
BBC Rádio
Rádio Caracol (Colômbia)
Diversas - Brasil e na Argentina

- Colaborações Imprensa:
Expresso
Agência Lusa
Revistas diversas
Artigos de Opinião

RTP:
Editor de Política, Economia e Internacional na RTP-Porto (2001/2002)
Coordenador do "Bom-Dia Portugal" (2002/2004)
Coordenador do "Telejornal" (2004/2008)
Editor Executivo de Informação (2008/2010)

Enviado especial:
20 guerras/situações de conflito

Outras:
Formador em cursos relacionados com jornalismo de guerra e com forças especiais
Protagonista do documentário "Em nome de Allah", da televisão Iraniana
ONG "Missão Infinita" - Presidente

Obras publicadas:
"Repórter de Guerra" - autor
"Por que Adoptámos Maddie" - autor
"Curtas Letragens" - co-autor
"Os Dias de Bagdade" - colaboração
"Sonhos Que o Vento Levou" - colaboração
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