Terça-feira, 8 de Julho de 2008

Reféns um ano na selva (2)

***CABINDA - PARTE II***

Com os guerrilheiros da FLEC Renovada

 

Chegou a Cabinda o Lanzinha. Conheço-o de Lisboa. O português decide mudar-se para o nosso hotel e passamos a andar juntos. É um tipo superdivertido com sessenta anos mas com o espírito de trinta.

 

Consigo que o nosso número de telefone satélite chegue ao interior da floresta. Três dias depois, recebo um recado da FLEC Renovada onde se comprometem a contactar-nos quando lhes for possível e seguro. Estão muito receptivos à ideia de nos levarem para a mata, mas o meu entusiasmo vai arrefecendo há medida que o tempo passa. Já lá vão quase duas semanas e nada. Passo dias inteiros a olhar para o telefone, ora sentado no velho sofá, ora sentado no chão. Insisto em marcar os catorze dígitos do número do satélite deles de meia em meia hora, mas recebo sempre o mesmo sinal: o de desligado. Para grande incómodo do padre Congo, queimo três maços de cigarros por dia e o Artur, nada pacífico, já dá pontapés nas portas. Esta espera está a dar cabo de nós. O meu repórter de imagem quer ir-se embora. Peço-lhe que aguente mais uns dias e acaba abraçado a mim, com as lágrimas a rolarem-lhe pelo face até desaparecerem no meio da barba. Tenho um homem de cinquenta anos a chorar-me nos braços, o que demonstra o enorme desgaste psicológico desta espera. Nada me garante que vamos conseguir. Não fora o Lanzinha e teríamos quebrado. Ele é a força que já não temos. Certa noite, decide levar-nos a conhecer um grande amigo dele, o Cunha. É natural do enclave, já foi da FLEC e agora é o Administrador de Cabinda. Recebe-nos em casa e acabo por fazer mais um amigo por estas bandas. Conta-me tudo: as divergências do passado, as dificuldades do presente e aquilo que ele imagina que será o futuro. Fico com uma visão mais clara sobre a realidade do enclave.

 

Antes de sair de Portugal, informara-me, discretamente, sobre o comandante militar da região de Cabinda. Soube que o general Luís Mendes é um homem duro no combate, educado e fino no trato e com fortes ligações a Portugal; os filhos até estudam lá. Para minha surpresa, nem é preciso ir à procura dele, é ele que vem ao Costa do Sol para falar comigo. Convida-me para jantar no hotel. Percebo-lhe a intenção: pretende que eu seja visto com ele publicamente e assim queimar-me junto da FLEC. Se o fizer, lá se vai a confiança que a resistência começa a depositar em nós. Mesmo assim, arrisco e aceito o convite, desde que seja num local privado e não público. Fica combinado para o dia seguinte em casa do general. Tenta nova manobra e oferece-se para mandar o carro dele com motorista pegar-me no hotel. Recuso amavelmente. O efeito seria ainda pior para mim.

 

Um dos soldados abre o portão e encaminha-me para junto da piscina, onde está uma mesa preparada para duas pessoas. Segundos depois, desce o general, já à civil. Amável, como sempre, a conversa começa sobre as nossas vidas, sobre os filhos de cada um, sobre os percursos das nossas profissões, sobre as guerras que ele já fez e as que eu cobri. Inevitavelmente, a conversa vai parar à missão que me trouxe até aqui: chegar às duas FLEC e fazer reportagens com as duas facções da resistência. Diz que compreende, “é a tua missão.” Alerta-me, no entanto, para os perigos que vamos correr caso nos atrevamos a ultrapassar os cordões de segurança das Forças Armadas. “Podem confundir-vos!” Deixa bem claro que não é uma ameaça, apenas um aviso. Acredito na sinceridade dele, embora estejamos em papéis e em campos opostos. Eu tenho que chegar lá e ele tem por obrigação não me deixar passar. Ambos sabemos que será uma derrota para ele se eu conseguir contactar fisicamente qualquer uma das guerrilhas. Já à sobremesa, o general lança-me uma proposta para que cada um faça o seu trabalho sem entrarmos em choque. Não me surpreende. Já estava à espera que isso acontecesse: “É muito fácil: os meus homens abrem um corredor para vocês passarem e para irem ter com a FLEC. No regresso, quando vos avistarmos, voltamos a abrir a passagem para que reentrem em segurança na cidade e não prendemos os vossos contactos. Só terá de, em troca, levar este relógio de pulso que tem um GPS incorporado. Pelo caminho vai marcando as coordenadas até ao local onde eles têm os reféns. Depois, faz-me chegar o relógio. É simples.” O general passa-me a caixa com o tal relógio. O momento é sensível e sinto que tenho de ser muito diplomático na recusa. Pego-lhe, coloco-o no pulso, digo que é bonito, que não sabia que já existiam GPS tão pequenos, mas que não vou poder aceitar. Seria contra tudo o que me rege como jornalista e como homem. Não posso ser um traidor. Jamais conseguiria viver com esse peso na consciência. Não posso denunciar as minhas fontes, mesmo sabendo que com isso poderia levar à libertação daqueles três infelizes que continuam raptados. Ao ver que fiquei incomodado com a oferta, Luís Mendes recebe o relógio de volta, concorda com os meus argumentos e diz-me que não sou obrigado a aceitar. A conversa acaba tão cordial como começara. O general é um homem educado. Simpatizo com ele. Já à saída digo-lhe que não vim para ficar na cidade, ele responde-me: “ Eu sei. Mas o Luís Castro também compreenderá que me compete não o deixar sair”. Um dos dois vai perder este jogo. Despedimo-nos com uma fortíssimo aperto de mão e combinamos voltar a encontrar-nos, só não sabemos onde: se na cadeia, se na morgue, ou se com um sorriso nos meus lábios. Prefiro o último cenário. Cá fora, o Lanzinha e o Artur têm o carro encostado ao portão para que eu possa sair sem ser visto. Arrancamos para o nosso hotel. Estou muito preocupado com tudo isto, mais a mais porque amanhã é o dia tão esperado. Finalmente, vamos ter com a FLEC Renovada. Tenho a sensação de que o general me convidou porque sabe ou desconfia de que algo está para acontecer.

 

É tal o estado de ansiedade, que não consigo dormir. A guerrilha marcou o ponto de encontro para as quatro da manhã, nos arredores da cidade de Cabinda. Preparado o material com todo o cuidado, saímos pelas traseiras do hotel a coberto da noite. Chegamos quinze minutos antes do tempo. Passam as quatro horas, as quatro e meia, as cinco, as cinco e meia e nada. Não sei se fui enganado ou se aconteceu algo de grave às pessoas que nos vinham buscar. Já nasceu o dia quando aparece o “contacto”. Diz que tiveram de se certificar de que não teríamos sido seguidos e de confirmar que da parte deles estaria tudo pronto. Entramos rapidamente no carro e viramos costas à cidade.

 

Uma das minhas preocupações tem sido a de não querer saber por onde nem para onde nos levam. Não me interessam os locais de passagem, as picadas ou quaisquer outras referências ao percurso que vamos fazer. É uma forma de lhes conquistar a confiança, caso contrário, demasiada curiosidade poderá levantar suspeitas desnecessárias e para a minha reportagem essas informações não são fundamentais. Seguimos numa pickup, passamos por algumas aldeias e por um quartel das FAA onde está um soldado a dormir na porta de armas. Dois quilómetros depois avisto um homem com camuflado diferente do das tropas do Governo e fortemente armado. O nosso contacto diz-me que “são eles”.

 

Continua...

*Retirado do livro "Repórter de Guerra"

 

Luís Castro

publicado por Luís Castro às 23:37
link do post | comentar
30 comentários:
De Filipa V. Jardim a 9 de Julho de 2008 às 02:18
Olá Luis,

Sempre interessante a sua experiência de vida; que se vai fazendo na História dos lugares por onde passa.

Bjs,

Filipa
De Luís Castro a 9 de Julho de 2008 às 17:56
Obrigado, Filipa.
E é com enorme prazer que partilho estes momentos convosco.
Bjs
LC
De JAlves a 9 de Julho de 2008 às 10:03
Pois...terei de reler o livro nas férias!

abraços
Zé Alves
De Luís Castro a 9 de Julho de 2008 às 17:57
Zé,
e que é feito do Lanzinha?
Lc
De Luís Castro a 9 de Julho de 2008 às 17:58
Vou ligar-te, pois descobri um hotel fantástico em Mondim de Basto com vista sobre o vale do Tãmega.
Tens que vir cá.
Ab.
LC
De patti a 9 de Julho de 2008 às 20:06
Olá Luís,

Sempre que leio relatos verídicos deste tipo, fica sempre a sensação de vidas vividas constantemente, a cada segundo no limiar do arame. Num segundo vive-se e noutro morre-se.
Pergunto como é possível aguentar psicologicamente tal forma de vida, semanas, meses e anos.

Mesmo depois da guerra terminada, em período de paz, esta gente nunca será emocionalmente estável.

Também, nos dias de hoje, quem o é?
De Luís Castro a 10 de Julho de 2008 às 12:17
Patti,
é por isso que fico espantado pela forma ligeira como algumas pessoas falam ou escrevem de realidades que desconhecem.
Só estando lá, vivendo os dramas, ouvindo, percebendo porque lutam, porque aspiram, porque reivindicam...
Acredite, Patti, estas realidades fazem-nos crescer e amadurecem-nos; dão-nos outra visão da realidade, e, quando voltamos, percebemos que nós não temos problemas, os outros é que têm problemas!
Eu nunca me esqueço que quem lá ficou.
bjs
LC
De patti a 10 de Julho de 2008 às 12:28
Quando no outro dia lhe disse, que ia pegar numa frase sua, que nos tinha dito quando estava no Iraque, foi a pensar exactamente neste tema: falar com ligeireza de temas de que nada sabemos.

Deixo-lhe o link:
http://aresdaminhagraca.blogspot.com/2008/07/das-vezes-que-me-aclo.html
De Luís Castro a 10 de Julho de 2008 às 13:16
Vou lá ver.
bjs
LC
De pedro oliveira a 10 de Julho de 2008 às 09:06
No seguimentp do comentário da patti,esta semana li que uma percentagem enorme,tipo mais de 50% dos soldados americanos toma anti-depressivos.Pensei logo em ti, como é que,após tantos cenários de guerra e stress para te safares com os gajos,consegues libertar-te dessa dessas cenas.A BTT e os matrecos são suficientes?

abraço
aproveita bem estes últimos dias
De Luís Castro a 10 de Julho de 2008 às 12:25
Não, Pedro, não são suficientes.
Nunca tomei nada e a única vez que um médico me receitou não os comprei.
É verdade que isso fica tudo cá dentro, mas encontrei os meus mecanismos de defesa.
Quando regresso, tento voltar à minha sanidade mental, embora nem sempre o consiga.
Arrumo tudo nas gavetas da minha memória.
O facto de ter passado a viver com grande autonomia a partir dos meus doze anos também ajudou. Sou muito prático e não recalco com facilidade.
Ab.
LC
De pedro oliveira a 10 de Julho de 2008 às 10:22
Não tem que ver com o post,mas como estás de férias.

Também lá estás....:

http://oslivrosqueninguemquisdaraler.wordpress.com/2008/07/09/matar-saudades-a-rir/

Este blog é de uma amiga especial!
vale a pena a visita.
abraço
De Luís Castro a 10 de Julho de 2008 às 12:29
Vou ver.
Obrigado.
LC
De Luís Castro a 10 de Julho de 2008 às 13:17
Já lá fui e já lá deixei um comentário.
Ab.
LC
De Sónia Pessoa a 10 de Julho de 2008 às 14:08
Luís , vou aqui reproduzir a resposta, que deixei no meu blog, ao teu comentário:

"Eh, pá, Luís , agora quem foi apanhada fui eu!!!"...

Então olá, antecipaste-te, pois o Pedro, do blog Vila Forte, falou-me aqui do teu cantinho e eu já tinha planeado vir dar uma voltinha por aqui. É o que vou fazer a seguir... depois apareço novamente para elogiar!!!

Entretanto espero que apareças mais vezes lá pelo meu canto.

Abraço,
Sónia Pessoa
De Luís Castro a 10 de Julho de 2008 às 19:46
Sónia, assim farei.
Cá te espero!
Bjs
LC
De Sónia Pessoa a 10 de Julho de 2008 às 18:56
Voltei. Tenho estado aqui envolta nas palavras que fazem a tua história de vida. Claro que não li tudo (ainda não deu tempo), mas o que li fez-me arrepiar... Pelo teu curriculo, pude aperceber-me de que já caminhamos pelas mesmas ruas, de uma mesma cidade, a cidade do Porto. Não sei se leste a minha apresentação no meu blog, mas sou do Porto, nasci, cresci, estudei, e, quando tu estavas na RTP Porto em 2001, foi quando eu entrei para o Jornal Público, também no Porto. Estive no Público durante 12 anos, e ao ler as tuas crónicas de guerra fez-me lembrar alguns momentos de particular sofrimento quando tínhamos colegas em cenários de guerra e passávamos os dias na redacção agarrados às fontes possíveis para saber notícias vossas. Os dias passavam com lágrimas caladas, que escorriam em silêncio, que tentávamos disfarçar, mas a preocupação com os nossos colegas, que eram todos vós que lá estavam, era de um sofrimento incrível. Bem, agora até me vieram as lágrimas aos olhos, só de lembrar... deves ter histórias incríveis para contar.
Vou continuar a ler.

Abraço,
Sónia Pessoa
De Luís Castro a 10 de Julho de 2008 às 19:54
Sónia,
e por onde andas agora?
Ainda és jornalista?
LC
De Sónia Pessoa a 10 de Julho de 2008 às 21:08
O facto de eu dizer que trabalhei 12 anos no Público gera sempre essa confusão. eu explico, apesar de ter o Curso Superior de Comunicação Social, quando entrei para o Público foi para uma vaga que havia como secretária de redacção, mas gostei tanto do trabalho que nunca fiz nada por mudar, ou seja, tentar ser jornalista, na verdadeira acepção da palavra. Eu adorava o que fazia, e uma das coisas mais importantes era o apoio dado aos jornalistas, apoio esse que se desenrolava nas mais variadas vertentes, como deves saber. Há sete anos atrás, várias razões, e uma delas foi que estava cansada, foram doze anos a trabalhar de manhã à noite, feriados, fins de semana (tu sabes o que isso é!) e praticamente não via os meus filhos. quando surgiu a oportunidade de o meu marido vir para Braga, cometi a loucura de deixar o jornal e arrisquei uma nova vida. Quando vim para Braga ainda cheguei a trabalhar no Local Minho (que só durou um ano) e aí era responsável pela página Hoje (eventos culturais) e escria uns textinhos. Mas o projecto não durou muito e fiquei no desemprego, que coincidiu com o ponto máximo (???) desta crise que nos toca a todos. Entretanto, andava há algum tempo a cozinhar uma ideia que surgiu de escrever um livro para crianças e acabei por concretizá-la. Enquanto, ao longo de 3 anos, procurei uma editora para o editar, escrevi mais cinco contos, e depois de muito lutar consegui, há cerca de 3 semanas, concretizar este sonho, o primeiro conto vai ser lançado em Outubro, pela Papiro.
Bem, se me ponho aqui a escrever, não páro! Até porque devemos ter amigos, ou pessoas conhecidas, em comum... este meio, da comunicação social, não é assim tão grande.
Se fores agora ao meu blog, encontras um post sobre o livro que vou editar e nas páginas que estão no canto superior direito, do blog, está lá tudo, caso sintas alguma curiosidade... espero que sim.

Abraço,

Sónia
De Luís Castro a 10 de Julho de 2008 às 23:56
Sónia,
essa é uma das mais importantes etapas da produção da notícia, mas, normalmente, pouco reconhecida.
Vivemos num mundo em que só quem apresenta as notícias é que é importante. Um pivô é - quase sempre - apenas aquele que lê o que os repórteres lhe escreveram.
Bjs
LC
De Luís Castro a 10 de Julho de 2008 às 20:00
Sónia,
se tiveres tempo e vontade, podes ir aos posts do Iraque.
Bjs
De Luís Castro a 10 de Julho de 2008 às 20:02
,
De Sónia Pessoa a 10 de Julho de 2008 às 21:18
também estiveste em Timor?

bjinho
Sónia
De Luís Castro a 10 de Julho de 2008 às 23:57
Duas vezes.
Em 1998 e 1999.
LC
De Sónia Pessoa a 11 de Julho de 2008 às 00:09
Chegaste a estar lá com o Luciano Alvarez? Foi uma altura muito conturbada...
De Luís Castro a 11 de Julho de 2008 às 17:41
Não.
Entrei logo depois.
Estive probido de entrar em Timor pelos indonésios.
Só consegui entrar juntamente com as tropas da Nova Zelândia.
Era para estar lá durante as eleições, mas recusaram-se a dar-me o visto.
Estive lá em 1998 e 1999.
Da primeira, tive um acidente grave e fui retirado de emergência para Darwin. Da segunda, estive no tiroteio que marcou o regresso das tropas portuguesas aos combates após o ultramar.
Se leres o livro vais compreender o que se passou.
Bjs.
LC
De pedro oliveira a 10 de Julho de 2008 às 23:00
a blogosfera é fantástica!

A Sónia é neste momento uma amiga daquelas...e conhecia através deste mundo de lá, o Luís é um companheiro daqueles...por causa deste mundo de lá.

Obrigado aos dois,fico contente por ter trazido a Sónia,uma mulher de sensibilidade acima da média para este blog tão especial para mim.

um abraço aos dois
De Sónia Pessoa a 10 de Julho de 2008 às 23:06
Bem, Pedro, agora deixaste-me sem palavras... obrigada
(desculpa Luís, por ocupar o teu espaço nesta troca de galhardetes).

beijinhos para os dois
De Luís Castro a 11 de Julho de 2008 às 00:03
Bjs tb para ti e muita sorte para o lançamento do teu livro.
É um pouco de nós que fica naquelas páginas.
LC
De Luís Castro a 11 de Julho de 2008 às 00:02
Obrigado, Pedro.
Eu é que agradeço vocês andarem por cá.
Um dia ainda nos iremos conhecer a todos, quem sabe.
Ab.
LC

Comentar post

Reportagem Angola - 1999



Reportagem Iraque - 2005


Reportagem Guiné - 2008


Reportagem Guiné - 2008


Reportagem Afeganistão - 2010

Livros

"Repórter de Guerra" relata alguns dos conflitos por onde andei. Iraque, Afeganistão, Angola, Cabinda, Guiné-Bissau e Timor-Leste. [Comprar]



"Por que Adoptámos Maddie" aborda o fenómeno mediático gerado à volta do desaparecimento de Madeleine McCann. [Comprar]


Sugestões para reportagem



Milhão e meio de portugueses elegem diariamente o Telejornal da RTP.
E porque o fazemos para vós, quero lançar-vos um desafio: proponho que usem o meu blogue para deixarem as vossas sugestões de reportagem.

Luís Castro
Editor Executivo
Informação - RTP

E-mail: cheiroapolvora@sapo.pt

Perfil

Jornalista desde 1988
- 8 anos em Rádio:
Rádio Lajes (Açores)
Rádio Nova (Porto)
Rádio Renascença
RDP/Antena 1

- Colaborações em Rádio:
Voz da América
Voz da Alemanha
BBC Rádio
Rádio Caracol (Colômbia)
Diversas - Brasil e na Argentina

- Colaborações Imprensa:
Expresso
Agência Lusa
Revistas diversas
Artigos de Opinião

RTP:
Editor de Política, Economia e Internacional na RTP-Porto (2001/2002)
Coordenador do "Bom-Dia Portugal" (2002/2004)
Coordenador do "Telejornal" (2004/2008)
Editor Executivo de Informação (2008/2010)

Enviado especial:
20 guerras/situações de conflito

Outras:
Formador em cursos relacionados com jornalismo de guerra e com forças especiais
Protagonista do documentário "Em nome de Allah", da televisão Iraniana
ONG "Missão Infinita" - Presidente

Obras publicadas:
"Repórter de Guerra" - autor
"Por que Adoptámos Maddie" - autor
"Curtas Letragens" - co-autor
"Os Dias de Bagdade" - colaboração
"Sonhos Que o Vento Levou" - colaboração
"10 Anos de Microcrédito" - colaboração

Pesquisar blog

Arquivos

Abril 2016

Janeiro 2016

Outubro 2015

Junho 2015

Maio 2015

Fevereiro 2013

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Agosto 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Categorias

política

economia

angola 2008

iraque 2008

sexo

afeganistão 2010

mau feitio

televisão

eua

mundo

amigo iraquiano

futebol

curiosidades

telejornal

saúde

iraque

missão infinita

religião

repórter de guerra - iraque

euro2008

guiné

humor

repórter de guerra - cabinda

acidentes

criminalidade

jornalismo

polícia

segurança

solidariedade

rtp

sociedade

terrorismo

afeganistão

caso maddie

crianças talibés

desporto

diversos

férias

futuro

justiça

todas as tags

subscrever feeds