Segunda-feira, 20 de Outubro de 2008

Mais más notícias

«Não é uma simples crise em Wall Street, é uma crise em todas as 'streets'!»

Juan Somavia – Director da OIT

 

As estimativas da Organização Internacional do Trabalho alertam para a possibilidade de surgirem mais 20 milhões de desempregados em todo o mundo, passando dos actuais 190 milhões para 210  milhões em 2009.

 

A população pobre que sobrevive com menos de um dólar por dia poderá aumentar em 40 milhões e os que vivem com dois dólares por dia em 100 milhões.

A OIT avisa que estas estimativas podem revelar-se por baixo.

 

8% dos europeus adultos com emprego vivem abaixo do limiar da pobreza e 9.3% dos que têm idade  para trabalhar  vivem em agregados familiares onde todos os elementos estão desempregados.

 

Ben Bernanke acaba de dizer ao Congresso americano que poderá ser necessário um segundo plano para combater a crise.

O Presidente da Reserva Federal Americana chama-lhe «uma nova onda».

Eu chamo-lhe um maremoto!!!

 

Luís Castro

 

 

publicado por Luís Castro às 15:17
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Sábado, 18 de Outubro de 2008

Ela tirou a camisola...

O futebol está mais pobre!

Eva Roob tirou as chuteiras, deixou os relvados e foi para a cama.

 

 

Eva Roob, 23 anos, jogadora profissional do Nuremberga:

"Não era possível viver do futebol e, assim, tive que arranjar outro emprego. Muitas vezes acabava as cenas porno às 5h e às 10h tinha que treinar. Era muito stressante",

"O futebol foi divertido, mas gosto mais do meu novo trabalho. Muito mais"

 

Poderia entreter-me a escrever diversos trocadilhos sobre a decisão da agora "Samira Summer", mas não o vou fazer.

Só não percebi em que posição ela jogava.

Alguém sabe?

 

Luís Castro

publicado por Luís Castro às 09:54
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Sexta-feira, 17 de Outubro de 2008

Os professores Magalhães...

Esta manhã, quando vi os vídeos no YouTube, achei que deviamos tratar o assunto em reportagem para o Telejornal.

 

http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=98&visual=25&article=368457&tema=27

 

Espero que tenham gostado.

 

Luís Castro

Editor Executivo da RTP

publicado por Luís Castro às 00:15
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Quinta-feira, 16 de Outubro de 2008

Desabafem comigo:

 Vergonha!

 Desilusão!

 Frustração!

 Não há memória!

 Regresso ao passado!

 Voltamos a fazer contas!

 Um passo para o abismo!

 

A dez minutos do fim, enquanto o público nas bancadas continuava a acreditar que era possível e puxava pela equipa, Madail virava costas ao relvado.

Inadmissível! 

 

 

 Carlos Queiroz:

 “Que fique bem claro. Iremos buscar os pontos necessários

  para a qualificação seja onde for, contra que adversário for e

  em que estádio for”.

 

 

 

 

Luís Castro

publicado por Luís Castro às 00:03
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Terça-feira, 14 de Outubro de 2008

Recomprar a casa

Esta foi a notícia que me prendeu o olhar às oito da manhã, quando me sentei para ler os jornais na redacção.

Será uma boa notícia para quem está a sufocar com as prestações das suas casas?

Transcrevo e abro a discussão.

 

Renda substitui prestação

A partir de 2009 as famílias com dificuldades financeiras em cumprir os encargos com o crédito à habitação vão poder substituir, durante um determinado prazo temporal, a prestação mensal da casa por uma renda de valor mais baixo. Com a criação do Fundo de Investimento Imobiliário em Arrendamento Habitacional (FIIAH), prevista no Orçamento do Estado para 2009, o Governo cria condições para as famílias reduzirem os gastos com habitação, dando-lhe a hipótese de recomprar a mesma casa, e permite à Banca diminuir o crédito malparado, uma das fontes dos seus problemas de liquidez.

 

Ao que o CM apurou, o FIIAH será criado e aprovado pelo Governo de José Sócrates no primeiro semestre de 2009 e será constituído por capitais do Estado e dos próprios bancos, que deram a concordância a esta medida do Governo após terem sido contactados por responsáveis do Ministérios das Finanças.

 

No essencial, o FIIAH é um instrumento financeiro que irá permitir resolver alguns problemas de liquidez aos bancos e às famílias. Para já, estão a ser equacionadas duas vias para concretizar esta medida: quando uma família entrar em incumprimento do crédito à habitação, a Banca poderá, através de um acordo entre ambas as partes, assumir a propriedade da casa e arrendá-la directamente a essa família por determinado prazo temporal ou em alternativa pode assumir a propriedade da casa e vendê--la ao FIIAH, que, por sua vez, tem a possibilidade de estabelecer com os ex-proprietários da habitação um contrato de arrendamento.

 

Em ambas as situações o prazo do contrato de arrendamento deverá ser de dez anos e os ex-proprietários terão direito a opção de compra desse imóvel. Ou seja, se assim o entenderem, as famílias em causa poderão recomprar a antiga habitação através do recurso a um novo crédito.

Saber mais do exclusivo do “Correio da Manhã”:

 

http://www.correiodamanha.pt/noticia.aspx?contentid=EA6A51EB-2D27-47BB-AF9A-BA1C1D07C915&channelid=00000181-0000-0000-0000-000000000181

 

publicado por Luís Castro às 18:06
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Domingo, 12 de Outubro de 2008

Como eles "fazem" dinheiro

Recebi um pedido para divulgar este vídeo.

É muito interessante.

E sabem que do dinheiro que depositamos num banco, só 8% ficam lá guardados?

Os restantes 92% andam por aí a passear...

E que há 12 vezes mais de dinheiro a circular do que aquele que existe na realidade?

 

 

Consulta ao blog do autor da legendagem:

 http://citadino.blogspot.com/

 

Luís Castro

publicado por Luís Castro às 22:02
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Sábado, 11 de Outubro de 2008

Estou confuso...

 

 

Alguém me consegue explicar?

É que ao longo da semana comecei por ouvir dizer que Portugal “estava obrigado a ganhar”; ontem que “estava proibido de perder”.

Afinal não ganhou nem perdeu: empatou!

Queiroz diz que os jogadores estão muito unidos. É verdade, para já estão unidos com Albânia e Hungria… em terceiro lugar.

Como vi apenas os minutos finais do jogo, fui aos sites da “bola” e li que Portugal está no caminho certo.

Fiquei confuso…

 

Luís Castro

publicado por Luís Castro às 21:13
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Sexta-feira, 10 de Outubro de 2008

Parábola do Índio

 Ele não jogava na bolsa… mas até podia!

Os índios de uma reserva americana perguntaram ao novo chefe se o Inverno iria ser muito rigoroso ou se, pelo contrário, poderia ser mais suave. Tratando-se de um chefe índio mas da era moderna, ele não conseguia interpretar os sinais que lhe permitissem prever o tempo. No entanto, para não correr muitos riscos, foi dizendo que sim senhor, que deveriam estar preparados e cortar a lenha suficiente para aguentar um Inverno frio.

Mas como também era um líder prático e preocupado, alguns dias depois teve uma ideia: dirigiu-se à cabine telefónica pública, ligou para o Serviço Meteorológico Nacional e perguntou: "O próximo Inverno vai ser frio?" -"Parece que na realidade este Inverno vai ser mesmo frio", respondeu o meteorologista de serviço.

O chefe voltou para o seu povo e mandou que cortassem mais lenha. Uma semana mais tarde, voltou a falar para o Serviço Meteorológico: "Vai ser um Inverno muito frio?" "Sim!", responderam novamente do outro lado, "O Inverno vai ser mesmo muito frio".

Mais uma vez o chefe voltou para o seu povo e mandou que apanhassem toda a lenha que pudessem sem desperdiçar sequer as pequenas cavacas. Duas semanas mais tarde voltou a falar para o Serviço Meteorológico Nacional: "Vocês têm a certeza de que este Inverno vai ser mesmo muito frio?" "Absolutamente!" respondeu o homem, "Vai ser um dos Invernos mais frios de sempre."

"Como podem ter tanta certeza?", perguntou o chefe. O meteorologista respondeu: "Os índios estão a aprovisionar lenha que parecem uns doidos."

É assim que funciona o mercado de acções.

 Luís Castro

publicado por Luís Castro às 10:00
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Quinta-feira, 9 de Outubro de 2008

Luiz Marins está em Portugal

Ontem assisti a uma conferência (na Universidade Lusófona) que me deu um bom exemplo para ajudar a ultrapassar a crise.

 

O senhor Vitorino tem um bar. O chão está sujo, os copos cheios de dedadas e o serviço ao balcão é uma miséria.

O senhor Geraldo tem um táxi. Tem os estofos rotos, cheira mal e não é lavado há meses.

Mas, tanto o Vitorino como o Geraldes sabem tudo sobre a crise mundial.

Gastam muito dinheiro a comprar jornais e revistas; consultam a Internet e vêm todos os programas de televisão sobre o assunto.

Estão muito preocupados e não sabem o que fazer com os seus negócios e com a falta de clientes.

 

Segundo Luiz Marins, o orador, a solução é o senhor Vitorino agarrar numa vassoura e limpar o bar, lavar melhor os copos e ser mais simpático ao balcão.

Quanto ao senhor Vitorino, que lave o carro por dentro e por fora e que tape os buracos dos estofos.

Os dois devem gastar menos dinheiro a comprar jornais e revistas que só falam de crise e aproveitar esse tempo para melhorar os seus negócios.

 

Se nos deixarmos agarrar pelo pessimismo da crise, vamos todos na enxurrada.

 

  • Luiz Marins é professor universitário, consultor e brilhante orador.
  • Tem dois programas de televisão no Brasil, um dos quais com12 milhões de telespectadores que passa na Globo News.

http://www.anthropos.com.br/

 

Luís Castro

publicado por Luís Castro às 11:42
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Quarta-feira, 8 de Outubro de 2008

Como entender a crise

Alguém pediu que eu explicasse a crise americana e o que está a contecer por arrasto.

Pois bem, recebi um mail engraçado que pode ajudar a perceber o que se está a passar no mundo.

Ora leiam:

 

O Ti Joaquim tem uma tasca, na Vila Carrapato, e decide que vai vender copos "fiados"aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados. Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da dose do tintol e da branquinha (a diferença é o preço que os pinguços pagam pelo crédito).
 

O gerente do banco do Ti Joaquim, um ousado administrador formado em curso muito reconhecido, decide que o livrinho das dívidas da tasca constitui, afinal, um activo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento, tendo o "fiado" dos pinguços como garantia.

 

Uns seis zécutivos de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do banco, e os transformam em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro acrónimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer.

Esses adicionais instrumentos financeiros, alavancam o mercado de capitais e conduzem a operações estruturadas de derivativos, na BM&F, cujo lastro inicial todo mundo desconhece (os tais livrinhos das dívidas do Ti Joaquim).

 

Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.

Até que alguém descobre que os bêbados da Vila Carrapato não têm dinheiro para pagar as contas, e a tasca do Ti Joaquim vai à falência. E toda a cadeia pifou! 

Viu... é muito simples...!!!

 

O burro somos nós!

 

Luís Castro

Editor Executivo RTP

publicado por Luís Castro às 02:14
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Reportagem Angola - 1999



Reportagem Iraque - 2005


Reportagem Guiné - 2008


Reportagem Guiné - 2008


Reportagem Afeganistão - 2010

Livros

"Repórter de Guerra" relata alguns dos conflitos por onde andei. Iraque, Afeganistão, Angola, Cabinda, Guiné-Bissau e Timor-Leste. [Comprar]



"Por que Adoptámos Maddie" aborda o fenómeno mediático gerado à volta do desaparecimento de Madeleine McCann. [Comprar]


Sugestões para reportagem



Milhão e meio de portugueses elegem diariamente o Telejornal da RTP.
E porque o fazemos para vós, quero lançar-vos um desafio: proponho que usem o meu blogue para deixarem as vossas sugestões de reportagem.

Luís Castro
Editor Executivo
Informação - RTP

E-mail: cheiroapolvora@sapo.pt

Perfil

Jornalista desde 1988
- 8 anos em Rádio:
Rádio Lajes (Açores)
Rádio Nova (Porto)
Rádio Renascença
RDP/Antena 1

- Colaborações em Rádio:
Voz da América
Voz da Alemanha
BBC Rádio
Rádio Caracol (Colômbia)
Diversas - Brasil e na Argentina

- Colaborações Imprensa:
Expresso
Agência Lusa
Revistas diversas
Artigos de Opinião

RTP:
Editor de Política, Economia e Internacional na RTP-Porto (2001/2002)
Coordenador do "Bom-Dia Portugal" (2002/2004)
Coordenador do "Telejornal" (2004/2008)
Editor Executivo de Informação (2008/2010)

Enviado especial:
20 guerras/situações de conflito

Outras:
Formador em cursos relacionados com jornalismo de guerra e com forças especiais
Protagonista do documentário "Em nome de Allah", da televisão Iraniana
ONG "Missão Infinita" - Presidente

Obras publicadas:
"Repórter de Guerra" - autor
"Por que Adoptámos Maddie" - autor
"Curtas Letragens" - co-autor
"Os Dias de Bagdade" - colaboração
"Sonhos Que o Vento Levou" - colaboração
"10 Anos de Microcrédito" - colaboração

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