Quarta-feira, 6 de Maio de 2009

Rangel não gostou da papa Maizena

Rangel fala dos “programinhas da AICEP”.

Pinho ataca: “Paulo Rangel tem de comer muita papa Maizena para chegar aos calcanhares de Basílio Horta.”

Basílio Responde dizendo que “Rangel é novo” e acusa-o de “ignorância” e “arrogância”.

 

Os três dizem-se ofendidos.

 

Ó meus amigos,

estive para recorrer aos Contemporâneos e – respeitosamente – lançar-vos um desafio:

“Vão mas é trabalhar!”

Não o vou fazer. Temo ser mal interpretado.

Depois lembrei-me de algo que li em tempos:

“Quando os governantes perdem a compostura, os que obedecem perdem o respeito.”

Também posso ser mal entendido.

Prefiro deixar-vos um pensamento que também não sei a quem pertence:

“Quando os meus inimigos deixarem de contar mentiras sobre mim,

eu deixarei de contar verdades sobre eles.”

 

Luís Castro

publicado por Luís Castro às 02:10
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Terça-feira, 5 de Maio de 2009

Da nossa memória

A Paródia do Herman José em que o próprio aceitou participar. 

 

 

Luís Castro

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publicado por Luís Castro às 13:10
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Segunda-feira, 4 de Maio de 2009

“Olá Amiguinhos!”

Morreu o homem que gostava de ter sido o Tintin.

 

 

Como diz Carlos Vaz Marques no site da TSF, antes dele a banda desenhada, em Portugal, eram apenas histórias de quadradinhos.

 

Vasco Granja faz parte do meu crescimento.

Saudade para uma das caras da “minha” e “nossa” RTP.

 

 http://tv1.rtp.pt/noticias/?headline=20&visual=9&tm=4

 

Luís Castro

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publicado por Luís Castro às 21:49
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Maddie, onde estás?

Esta semana, numa das televisões colocava-se a pergunta:

O que falta descobrir no caso Maddie?

Eu respondo:

Falta descobrir a Maddie!!!

 

Passados dois anos, recorro a algumas passagens do livro Porque Adoptámos Maddie? que escrevi com diversos olhares sobre o caso.

 

Adelino Gomes, jornalista do Público:

«Imaginemos o que teria sido esse período (PREC) com três televisões a transmitirem em directo. Não sei se o PREC teria acabado ainda hoje…»

 

Alípio Ribeiro, Director Nacional da PJ:

«Quando se fizer a revisitação dos jornais que se publicaram durante estes meses, perceber-se-á que tudo isto foi muito pobre. Será um fait-diver com pouca importância e milhares de quilos de inutilidades.»

 

Paquete de Oliveira, Provedor da RTP:

«Os jornalista hão-de reconhecer que em muitos casos foram enganados».

 

Escrevi eu:

«E porque razão lhe passámos a chamar “Maddie“, quando os pais e os familiares nunca o fizeram? Sempre os ouvimos tratar a menina por Madeleine. Na verdade, (nós, os jornalistas) procurámos uma marca; uma designação que exprimisse a diminuição do tamanho do ser, que adoçou, que encurtou a distância e criou laços emotivos e de familiaridade.»

(…)

«Para os jornalistas, os meios justificaram os fins; para os pais, os fins justificaram os meios. Ou terá sido ao contrário? Ou terão sido as duas coisas? Os jornalistas quiseram contar uma história com final feliz e usaram os pais; os pais desejaram encontrar a filha e usaram os jornalistas. Depois zangaram-se mas continuaram a usar-se. A importância dos fins levou-os a escolher o mesmo meio. Contraditório? Não. É um confronto entre os valores e a necessidade; onde a ética individual nem sempre está de acordo com a colectiva.»

 

D. Januário sobre os jornalistas:

«Se os ouvisse em confissão não lhes reservava qualquer penitência, mas a alguns mandava-os para casa com um conselho: Vão e não tornem a pecar!»

 

Luís Castro

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publicado por Luís Castro às 10:32
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Domingo, 3 de Maio de 2009

Corrido à estalada pelo próprio treinador

Tudo aconteceu num jogo da segunda divisão do campeonato romeno.

Após acesa discussão junto aos bancos, um júnior chamado à equipa principal quis ser homem e tentou intervir à força, acabando por ser corrido à estalada pelo próprio treinador e presidente do clube.

 

 

Disse o treinador:

“Ofereci-lhe uma lição que ele não vai esquecer!”

Respondeu o jogador:

“O senhor professor está certo. Eu não me devia ter metido.

Mas não fiquei chateado com as estaladas.”

 

Luís Castro

publicado por Luís Castro às 17:01
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Sábado, 2 de Maio de 2009

Crianças Talibãs

Recordam-se de um livro lançado há seis anos que dava pelo nome de “Curtas Letragens”?

Nessa altura, eu e o Eduardo Saraiva reunimos 50 jornalistas de todos os órgãos de comunicação social que escreveram pequenos contos e cuja receita reverteu a favor de uma instituição de crianças em risco, as Florinhas da Rua.

 

Pois bem, voltámos a reunir 50 jornalistas (20 de televisão e 30 de imprensa e rádio) e vamos repetir o projecto, agora para ajudar uma ONG africana que dá pelo nome de “SOS-Crianças Talibés” (ou crianças talibãs) e que combate as redes de tráfico de crianças entre a Guiné e o Senegal.

A ONG é o fruto de um fantástico trabalho do professor Malan, um muçulmano que luta contra os mestres corânicos que levam as crianças para as madrassas, mas que, na verdade, as obrigam a ir para a rua mendigar. Há meninos e meninas de três e quatro anos com latas do Mido penduradas ao pescoço por um cordel a pedir nas ruas da Guiné e do Senegal.

Mas há pior: algumas das crianças são levadas por falsos mestres corânicos que as exploram sexualmente ou sujeitam a trabalhos forçados.

 

A ONG “SOS-Crianças Talibés” precisa de 12 mil euros para construir o centro em Bafatá (na segunda fotografia) e para comprar 4 motorizadas e algumas bicicletas. Só assim poderão acolher as “crianças talibés” resgatadas aos traficantes (já conseguiram recuperar 1.200) e deslocar-se às tabancas, sensibilizando os pais para os perigos que correm ao deixar que os filhos sejam levados para as madrassas.

 

Ver reportagem que fiz há dois meses na Guiné e os 2 posts em:

 

http://tv1.rtp.pt/noticias/?headline=20&visual=9&tm=7&t=Guine-Bissau-na-rota-de-redes-de-trafico-de-criancas.rtp&article=206886

 

http://cheiroapolvora.blogs.sapo.pt/tag/crian%C3%A7as+talib%C3%A9s

http://cheiroapolvora.blogs.sapo.pt/tag/conseguimos+uma+vit%C3%B3ria%21

 

 

Ainda se recordam destas três meninas – agora com idades entre os 11 e os 14 anos – que estiveram fechadas num quarto durante oito anos e onde foram repetidamente violadas?

A mais velha já deu à luz uma menina.

Ela a as restantes estão a ser acompanhadas pelos Médicos do Mundo.

Sobre o menino que foi resgatado e que não sabia dos família, a reportagem fez com que os pais o encontrassem.

 

 

Quem quiser ajudar esta ONG “SOS-Crianças Talibés”,

poderá fazê-lo através da minha ONG, a Missão Infinita.

 

Luís Castro

 

publicado por Luís Castro às 14:44
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Sexta-feira, 1 de Maio de 2009

Vital Moreira agredido

Inacreditável!

É assim que a esquerda defende a liberdade de expressão e de participação?

 

 

Sei que algumas dezenas não representam a esquerda, mas esperava que Carvalho da Silva pedisse desculpa. Não o fez.

 

 http://tv1.rtp.pt/noticias/?headline=20&visual=9

 

Luís Castro

 

publicado por Luís Castro às 21:23
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Deixem um slogan

Cheguei há minutos a casa.

Depois de dezasseis horas de trabalho, estiquei-me no sofá, estendi o braço e tirei um livro à sorte: “Os 50 grandes discursos da História”. Abro e sai-me o general Patton no discurso às tropas antes do Dia D:

 

“Um dos tipos mais corajosos que já encontrei foi um tipo que estava empoleirado num poste de telégrafo, na Tunísia, no meio de um imenso tiroteio. Parei momentaneamente para lhe perguntar que raio estava a fazer lá em cima numa altura daquelas. Ele respondeu: «Estou a arranjar o cabo, senhor». Perguntei-lhe. «Não achas que é um pouco arriscado fazer isso agora?». Ele respondeu: «Sim, senhor, mas o raio do cabo tem que ser arranjado». Perguntei-lhe: «Aqueles aviões que estão a metralhar a estrada não te incomodam?». E ele respondeu: «Não, senhor. O senhor é que me está a incomodar, e não é pouco!»”

 

E andam por aí muitos a incomodar-me.

Que perguntam, que comentam, que criticam e que dão palpites.

E se subissem ao poste e tentassem arranjar o cabo?

 

Neste dia tão especial, transporto as palavras de Edward Langley:

«O que este país precisa é de mais políticos desempregados.»

 

Desafio-vos a deixar no blogue um slogan neste dia do trabalhador.

Estive a pensar, mas não me sai nada.

 

Luís Castro

publicado por Luís Castro às 02:48
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Reportagem Angola - 1999



Reportagem Iraque - 2005


Reportagem Guiné - 2008


Reportagem Guiné - 2008


Reportagem Afeganistão - 2010

Livros

"Repórter de Guerra" relata alguns dos conflitos por onde andei. Iraque, Afeganistão, Angola, Cabinda, Guiné-Bissau e Timor-Leste. [Comprar]



"Por que Adoptámos Maddie" aborda o fenómeno mediático gerado à volta do desaparecimento de Madeleine McCann. [Comprar]


Sugestões para reportagem



Milhão e meio de portugueses elegem diariamente o Telejornal da RTP.
E porque o fazemos para vós, quero lançar-vos um desafio: proponho que usem o meu blogue para deixarem as vossas sugestões de reportagem.

Luís Castro
Editor Executivo
Informação - RTP

E-mail: cheiroapolvora@sapo.pt

Perfil

Jornalista desde 1988
- 8 anos em Rádio:
Rádio Lajes (Açores)
Rádio Nova (Porto)
Rádio Renascença
RDP/Antena 1

- Colaborações em Rádio:
Voz da América
Voz da Alemanha
BBC Rádio
Rádio Caracol (Colômbia)
Diversas - Brasil e na Argentina

- Colaborações Imprensa:
Expresso
Agência Lusa
Revistas diversas
Artigos de Opinião

RTP:
Editor de Política, Economia e Internacional na RTP-Porto (2001/2002)
Coordenador do "Bom-Dia Portugal" (2002/2004)
Coordenador do "Telejornal" (2004/2008)
Editor Executivo de Informação (2008/2010)

Enviado especial:
20 guerras/situações de conflito

Outras:
Formador em cursos relacionados com jornalismo de guerra e com forças especiais
Protagonista do documentário "Em nome de Allah", da televisão Iraniana
ONG "Missão Infinita" - Presidente

Obras publicadas:
"Repórter de Guerra" - autor
"Por que Adoptámos Maddie" - autor
"Curtas Letragens" - co-autor
"Os Dias de Bagdade" - colaboração
"Sonhos Que o Vento Levou" - colaboração
"10 Anos de Microcrédito" - colaboração

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