Sábado, 22 de Novembro de 2008

E se fosse verdade?

Começou a maior simulação de sempre de um sismo em Lisboa.

 

Fotografia manipulada

 

O objectivo é testar os procedimentos dos serviços de emergência perante situações encenadas.

Trata-se de prevenção, mas o Laboratório Nacional de Engenharia Civil lembra que o risco de terramoto é real.

 

http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=98&visual=25&article=374276&tema=27

 

Sabe o que fazer em caso de sismo?

 

Luís Castro

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publicado por Luís Castro às 00:09
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35 comentários:
De salvoconduto a 22 de Novembro de 2008 às 00:26
Claro que sei, fugir para o Porto!
De Luís Castro a 22 de Novembro de 2008 às 01:04
Eh Eh!
É o que eu vou fazer amanhã de manhã.
LC
De Ana Paula Albuquerque Almeida a 22 de Novembro de 2008 às 00:58
Boa noite ou bom início de madrugada,

A ideia de fugir para o Porto numa situação destas é fantástica. A mim basta-me ficar por Espinho.
Mas vendo bem a imagem, duvido que tivéssemos tempo, sequer, de pensar quanto mais de fugir.

De Luís Castro a 22 de Novembro de 2008 às 01:07
Mas com uma paragem na Mealhada!
rs...rs...rs...
Bjs e bom fds.
LC
De Ana Paula Albuquerque Almeida a 22 de Novembro de 2008 às 19:02
Como a vida é.
Enquanto uns estavam a "ingerir" História Contemporânea, há quem, na mesma altura, estivesse, provavelmente, na Mealhada noutro tipo de ingestões. Boa!
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Como a vida é. <BR>Enquanto uns estavam a "ingerir" História Contemporânea, há quem, na mesma altura, estivesse, provavelmente, na Mealhada noutro tipo de ingestões. Boa! <BR><BR class=incorrect name="incorrect" <a>Bjs</A> e bom fim-de-semana (na Mealhada e depois Porto, só pode ser bom) <BR><BR>
De Ana Paula Albuquerque Almeida a 22 de Novembro de 2008 às 19:07
Desculpa Luis,

Já deu para perceber que tornei a fazer asneira!? Publiquei duas vezes o mesmo comentário.

Bjs
De Luís Castro a 22 de Novembro de 2008 às 20:46
Bjs
LC
De Luís Castro a 22 de Novembro de 2008 às 20:45
Fui apanhado, pronto.
Não fui porque estive a trabalhar até às 22h30.
Bjs
LC
De enfermeiro_de_serviço a 22 de Novembro de 2008 às 04:33
Acho a ideia de fazer um simulacro útil no sentido em que estes exercícios criam uma resposta mais padronizada e definida perante uma catastrofe do género.

No entanto todos sabemos que no caso de acontecer mesmo a resposta das autoridades ia ser MUITO diferente principalmente tendo em conta que iam existir condicionantes que não se pode prever num simulacro.

Quanto a saber o que fazer em caso de sismo..ir para o Porto é uma boa solução..é que um sismo ainda é capaz de aleijar:P
De Luís Castro a 22 de Novembro de 2008 às 20:04
Um bocadinho...
rs...rs...rs...
Ab.
LC
De Ludo Rex a 22 de Novembro de 2008 às 10:27
Fora de brincadeiras, e não deixando de querer fugir para ao meu Algarve... Acredito que a maioria dos portugueses não sabe o que fazer, onde me incluo, em caso de terramoto...
Bom Fim de Semana
De Luís Castro a 22 de Novembro de 2008 às 20:06
Esta é uma boa oportunidade para todos aprendermos o que fazer.
Ab ou bjs, não sei.
LC
De Ludo Rex a 22 de Novembro de 2008 às 20:16
Atão moço, claro que vamos aprendendo...
Diz-me lá, o moço de Olhão, lá do Timor Notícias (RTP) tem blog?
Se tem dá-me o link... Diz qué dum mano algarvio que o knhece munto bém... :-)
De Luís Castro a 22 de Novembro de 2008 às 20:49
Eh lá!
Quem serás...
Não tenho, mas vou tentar saber na próxima semana.
E eu conheço-te?
Ab.
LC
De Ana Cristina Brizida a 22 de Novembro de 2008 às 12:50
Olá Luís tudo bem?


Acho bem que se façam simulacros (numa empresa onde trabalhei fazia 2 vezes por ano e sem aviso prévio), mas se por exemplo houver um terramoto em Lisboa (infelizmente não estamos livres desse acontecimento... lagarto, lagarto, lagarto) será que se vai cumprir tudo à risca? A população em geral estará devidamente treinada/preparada? Estaremos mentalmente capazes de reagir e de pôr em prática tudo o que aprendemos após uma catástrofe? Às vezes ficamos surpreendidos connosco mesmos... o instinto de sobrevivência ....
Depois há sempre coisas que acontecem e que ninguém pensou... é como a Caixa de Pandora...o melhor é que não aconteça nada, mesmo.
Mas se acontecer esta big wave, pego no carro e vou a voar para a praia do Guincho, peço uma prancha emprestada a um surfista simpático e lá vou eu em grande estilo ... tipo Laird Hamilton versão feminina ....eheheheheh era a loucura total !!!!!

Bjokas gds e bom fim de semana cheio de SOL

Cris
De Luís Castro a 22 de Novembro de 2008 às 20:11
Ganda maluca!!!
rs...rs...rs...
Sobre o simulacro, é bom treinar para encontrar as falhas.
Mas se for a sério, nem quero imaginar.
Bjs e bom fds.
LC
De Ana Cristina Brizida a 23 de Novembro de 2008 às 12:36
Olá Luís,
Ganda maluca??!! Eu????!!!!! Nãooooo.... LOL LOL LOL Diz o roto ao nu... verdad?
Em caso de tsunami eu apanhava a big wave no Guincho porque já sabia que ia bater as botas .... agora há uma certa pessoa (que eu agora não me estou a lembrar do nome... ai esta cabeça loira...) que gosta de desafiar a morte... indo para a selva arrastar-se na lama, para o deserto, para o meio da guerra, para sítios onde o Judas perdeu as botas.... OK... e a maluca sou eu?!
Pois, pois ... já me tinha dito... em grego ... eheheheh Estamos quites Luís em questão de loucura, cada um com a sua panca! eheheheh
Li num comentário seu há dias que estava a fazer um mestrado. Espero que tudo lhe esteja a correr bem. O Luís tem pilhas Duracell?
A good luck kiss
Cris
De Luís Castro a 24 de Novembro de 2008 às 00:27
Nem me lembre que me dá saudades...
já estou há muito tempo sem cheirar a pólvora!
Sim, estou mum mestrado.
Não gosto de estar parado.
Bjs
LC
De Inês Castro a 22 de Novembro de 2008 às 13:23
Ainda bem que estou no Porto!
Lisboa é muito frágil!
bjs, ines
De XáVerde a 22 de Novembro de 2008 às 14:25
A propósito de Porto:
Se calhar, não tinha sido má ideia a RTP aderir ao simulacro e experimentar o que tem a fazer caso haja um sismo de grande magnitude em Lisboa.
Atendendo a que a redacção do Telejornal trabalha numa cave numa zona de risco máximo, testar-se-ia a capacidade de manter o país informado via Norte (Porto) ou via Sul (Algarve) enquanto a malta do Centro (Lisboa) sabia se ia ou não para os anjinhos... :-)
Bom fim de semana, em terreno estábel !
De Luís Castro a 22 de Novembro de 2008 às 20:24
Ora biba,
daqui é de balongo, terra estábel!
Sabes que isso chegou a ser pensado pelo JAC?
Chelas é dos locais mais perigosos em caso de sismo.
Ab.
LC
De Luís Castro a 22 de Novembro de 2008 às 20:12
Agora é que a minha filha não vai querer ir Lisboa. passar os fds a Lisboa.
Bjs, Inês.
LC
De Carlos Alberto a 22 de Novembro de 2008 às 15:35
Caro Sr. Luís Castro,

quando se cruzar nos corredores da RTP com a sr.ª D.ª Judite pode perguntar-lhe o porquê da diferença, em "acutilância", no tratamento dado na entrevista ao sr. Dr. Dias Loureiro e a que utilizou com a ministra da Educação. como escreve alguém na blogosfera "cada um tem as amizades que escolhe (e talvez também que merece), mas tem a obrigação de as deixar à porta da sala de trabalho." e, eu concordo.

Carlos Alberto
De Luís Castro a 22 de Novembro de 2008 às 20:28
Carlos,
assiti por momentos às duas entrevistas, não as acompanhei na totalidade.
Mas trabalho todos os dias e há muitos anos
com a Judite, uma profissional séria e competente.
Discordo do seu entendimento, embora o respeite, claro.
Abraço
Luís Castro
De Maria Araújo a 22 de Novembro de 2008 às 16:46
Olá. Ainda bem que está no Porto, mas não estamos livres de termos um por cá.
Lembro-me de ser miúda , dormia eu muito bem quando a minha mãe vem ao nosso quarto e acorda-nos, aflita e a gritar que era um tremor de terra.
Acordei praticamente nos últimos 30 segundos talvez, mas nunca mais me esqueci.
Minha mãe faleceu ha 26 anos, e hoje, sou como ela...Tenho pavor a sismos.
Sei que muitas vezes me deito a pensar nisso. Mas contrario o meu pensamento dizendo a mim mesma "Se Deus quiser nada vai acontecer".
Boa estada no Porto, Luís.
Beijinho
De Luís Castro a 22 de Novembro de 2008 às 20:44
Obrigado.
Segunda já regresso a Lisboa.
Bjs
LC
De anarobalo a 22 de Novembro de 2008 às 20:11
Olá Luís, territorialismos à parte considero que os simulacros são necessários, resta saber se em caso de catástrofe alguém terá tempo de fazer algo.
Todos deveriam saber que algumas das zonas mais propícias são Lisboa, Porto e Algarve.
Possívelmente em Lisboa e no Algarve o sismo seria acompanhado de Marmoto, são zonas costeiras.
Basicamente Deus nos acuda se existir algo desse género.
Já agora, para quem não sabe o que se deve fazer é:
- Colocarem-se por baixo de coisas sólidas como ombreiras de portas, mesas...
- Irem para locais amplos e sem qualquer edificio perto;
- Deitem-se no chão nesse sítio amplo;
- Sigam as recomedações que existem no site da protecção cívil.

De Luís Castro a 22 de Novembro de 2008 às 20:47
Em situação real, pouco será como no simulacro.
Mas sou fã da teoria de que se deve treinar até falhar.
Bjs
LC
De Fatima a 22 de Novembro de 2008 às 22:46
Boa noite Luis.
Se um dia acontecer uma catástrofe, não sei se as entidades conseguirão dar resposta como a que foi dada no simulacro.
Quando a coisa é a sério, tudo muda de figura. Basta o pânico para que tudo se complique.
Relativamente às fugas... eu escolho ir mais para cima, para Viana. :)
Bom fim de semana
De Luís Castro a 22 de Novembro de 2008 às 22:56
Mas lá a água é ainda mais fria...
Bjs
LC
De Azoth a 24 de Novembro de 2008 às 17:59
Um cismo em Lisboa iria dar um "Jeitão" ao sistema bancário tal qual 11 de Set.
Divagações meu caro, meras divagações...


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Luís Castro
Editor Executivo
Informação - RTP

E-mail: cheiroapolvora@sapo.pt

Perfil

Jornalista desde 1988
- 8 anos em Rádio:
Rádio Lajes (Açores)
Rádio Nova (Porto)
Rádio Renascença
RDP/Antena 1

- Colaborações em Rádio:
Voz da América
Voz da Alemanha
BBC Rádio
Rádio Caracol (Colômbia)
Diversas - Brasil e na Argentina

- Colaborações Imprensa:
Expresso
Agência Lusa
Revistas diversas
Artigos de Opinião

RTP:
Editor de Política, Economia e Internacional na RTP-Porto (2001/2002)
Coordenador do "Bom-Dia Portugal" (2002/2004)
Coordenador do "Telejornal" (2004/2008)
Editor Executivo de Informação (2008/2010)

Enviado especial:
20 guerras/situações de conflito

Outras:
Formador em cursos relacionados com jornalismo de guerra e com forças especiais
Protagonista do documentário "Em nome de Allah", da televisão Iraniana
ONG "Missão Infinita" - Presidente

Obras publicadas:
"Repórter de Guerra" - autor
"Por que Adoptámos Maddie" - autor
"Curtas Letragens" - co-autor
"Os Dias de Bagdade" - colaboração
"Sonhos Que o Vento Levou" - colaboração
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