Terça-feira, 6 de Janeiro de 2009

Merece?

José Sócrates pede maioria absoluta nas próxima eleições.

 

 

Sem fazer qualquer juízo de valor, pergunto:

Merece?

Sócrates governou à altura das expectativas que criou?

Conseguirá?

Estaremos dispostos a validar as políticas do PS para mais 4 anos?

Que alternativa?

Alguém poderá fazer melhor do que o actual Primeiro-Ministro?

Portugal precisa?

A estabilidade política será importante para combater a crise?

 

Aguardo as vossas opiniões.

Obrigado.

 

Luís Castro

publicado por Luís Castro às 01:53
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83 comentários:
De CN a 6 de Janeiro de 2009 às 08:03
Olá Luís e Bom Ano para si.
Como já disse noutros posts seus, não acredito na nossa classe política.
Quanto às expectativas- nunca as tive.
Alternativa- não vejo nenhuma.
Estabilidade- é essencial.

Não tenho "cor" partidária mas, confesso que prefiro que "estes" que lá estão continuem do que ver começar tudo de novo.

Em 4 anos deu para ver algumas "ideias" mas, certas "políticas" iniciadas só ao fim de alguns anos podem dar resultados (ou não); se o actual Governo lá ficar por mais 4 anos, já poderemos tirar CONCLUSÕES (definitivas).

Abraço
CN
De Hercilio Costa a 6 de Janeiro de 2009 às 11:42
Concordo. Na falta de melhor, mais vale deixar estar como está.

Não seria a altura de os partidos da oposição repensarem as suas posições e escolherem alguém realmente diferente e bom para encabeçar as suas listas?? Um Obama Português??
De Luís Castro a 6 de Janeiro de 2009 às 20:14
Visto.
LC
De Sónia Pessoa a 6 de Janeiro de 2009 às 13:02
Esta é também a minha opinião. Assino, por isso, por baixo.
Sónia Pessoa
De Luís Castro a 6 de Janeiro de 2009 às 20:16
Visto.
LC
De Luís Castro a 6 de Janeiro de 2009 às 20:03
Obrigado e bom ano também para si!
LC
De Pedro Oliveira a 6 de Janeiro de 2009 às 09:16
As expectativas foram muitas,mas o resultado um fiasco: Saúde,Educação,Cultura/preservação património(ir ao vilaforte hoje),Justiça,Finanças, já para não falar na Economia e Agricultura em que muito dependemos dos outros, mas do que depende exclusivamente dos Governos, estes anos foram uma desilução.Não Merece mais oportunidades.
A oposição,infelizmente, têm-se mostrado pouco eficaz no contra poder,mas acredito que ainda nos pode servir de luz guia na esperança de melhores dias, falo como é óbvio no partido do qual já fui militante,PSD.
Sem dúvida que a estabilidade politica é fundamental.
abr
De Luís Castro a 6 de Janeiro de 2009 às 20:05
Visto.
LC
De à Nora a 6 de Janeiro de 2009 às 09:21
Bom dia Luis!

Cada vez me interesso menos por politica, sei que não o deveria fazer, mas a nossa classe politica não tem praticamente interesse. Estão lá para se governarem e não ao País.
Para mim Sócrates não esteve à altura das expectativas que criou.
Por mim não lhes dou o meu voto por mais 4 anos.
Não vislumbro qualquer alternativa e Portugal precisa urgentemente de estabilidade e de politicos a sério!

Bj
De Luís Castro a 6 de Janeiro de 2009 às 20:05
Visto.
LC
De umcasoraro a 6 de Janeiro de 2009 às 09:56
Caro Luís,
No que a mim respeita este governo vai ter o meu voto.
Foi o primeiro que teve coragem de mexer em determinadas classes profissionais que pareciam intocáveis, que apresenta algumas ideias, que investiu em energias renováveis de forma evidente, que tenta fazer medidas sociais que ajudem quem mais precisa.
Infelizmente, as classes profissionais não gostam que lhes tirem direitos (leia-se privilégios), as ideias demoram tempo a serem implementadas e mais tempo ainda a ver-se os resultados, os portugueses são peritos em furos do sistema para se aproveitarem de todas as medidas sociais mesmo que tudo se resolvesse se fossem trabalhar.
No fim, tudo fica deturpado, parece que nada é levado até ao fim...
Apesar de não concordar em maiorias absolutas, penso que em tempos de crise pode proporcionar mais estabilidade.
Só lamento que não haja uma oposição à altura das circunstâncias actuais.
Quando penso em oposição, penso em debate de ideias, em que há diferenças, pela cor partidária, religião ou ideais, mas que no fim, tudo aquilo que se aprove tenha um grão de areia de cada um, e que ao ser pluralista seja mais vantajoso para todo o País.
Infelizmente o que se vê é uma oposição do bota-abaixo, em que tudo o que o Governo faz está mal feito.
Confesso, sempre fui uma pessoa de esquerda, mas custa-me ver um partido como o PCP a pedir ao governo para proteger cada vez mais os funcionários, mais salário, mais apoio social (leia-se, mais um motivo para não trabalharem), os sindicatos quase todos anexos a este partido parecem mais interessados em fechar empresas que a ajudar os donos a encontrar uma solução.
As PME atravessam momentos de verdadeira dificuldade, e como dizia um amigo meu pelo Natal, neste momento o lucro de um funcionário é manter o seu posto de trabalho!
Tenho uma PME "em casa" e sei muito bem do que falo.
Resta-nos esperar que as previsões estejam erradas e o ano não seja tão mau como se pensa.
Espero também que a Euribor continue a baixar e que finalmente se reflicta no fim do mês (até agora nada!!).
Creio que hoje me alonguei um pouco...
Um beijo,
Joana
De Luís Castro a 6 de Janeiro de 2009 às 20:10
Bjs
LC
De Luís Castro a 6 de Janeiro de 2009 às 20:10
Visto.
LC
De filha do administrador a 6 de Janeiro de 2009 às 10:23
por muito que me custe dizê-lo:
merece e porquê?
porque mal ou bem tentou mexer nos ninhos de "ratos" que existiam, tentou e fez coisas que os outros nunca tiveram a coragem de o fazer.

conseguirá? talvez não, mas só porque existem zangadinhos (os tais que estavam nos ninhos que foram mexidos)

alternativa? não existe, e aqui é que me custa mesmo dizê-lo. o partido que o poderia substituir não existe neste momento, é um molho de rezingões, mal-amados com uma lider que se esqueceu do que é ter ideais e pensar pela sua cabeça e não pelo medo de perder a cadeira.

Portugal precisa? precisa, sem dúvida. estão a ver um novo governo, de uma nova cor a querer voltar para trás com tudo e não pelo facto de estar bem ou mal, mas só porque quer deitar abaixo o anterior governo. acham que Portugal precisa de mais 4 anos a ouvir: o anterior governo é que fez, estamos mal por causa do anterior governo, não podemos fazer por causa do anterior governo?????
De Luís Castro a 6 de Janeiro de 2009 às 20:11
Visto.
LC
De Jurema a 7 de Janeiro de 2009 às 20:44
Concordo plenamete com a filha do administrador, klaro que os que tinham o ninho feito nao concordam, eu ja la vi outros e nada ou pouco fizeram e tiveram oportunidades
De Luís Castro a 7 de Janeiro de 2009 às 21:13
Visto.
LC
De patti a 6 de Janeiro de 2009 às 10:25
Olá Luís,

Só as vezes que ele diz "eu" me agonia.
É de uma falta de humildade e de um ego mastodonte a toda a prova.
Voto em branco.
De António Soares a 6 de Janeiro de 2009 às 14:41
Patti, se me permite um conselho, não vote em branco. No mínimo vote nulo.

Porquê? Porque um voto em branco pode ser transformado em voto válido, já um nulo...

Um abraço,
António Soares
De Helder Periera a 6 de Janeiro de 2009 às 15:42
Antonio Soares, se me permite essa ideia é errada. Um voto nulo não expressa nada, um voto em branco é válido e expressa precisamente o que se devia expressar neste País, que a classe politica não presta e não existe neste momento ninguém, seja de que partido for, com seriedade, competência para Governar este País.

Hoje felizmente não vivemos na Idade da Escuridão. Existem Jornais, Televisão e Internet. Imaginam a repercussão de uma votação em que os valores que hoje são típicos de abstenção se tornassem em votos em branco? Ou seja mais de metade dos votantes dizia a todos os que se candidatavam que eles não serviam para nada! Isto teria repercussão internacional pois umas eleições nossa ainda são acompanhadas por outros média, nomeadamente internacionais. Isto sim, seria uma chapada de luva branca a toda a classe politica e exigiria mudanças profundas e radicais, mas isso implicava um povo inteligente, culto, cientes das usas obrigações cívicas, etc. Mas se nós fossemos assim, então nunca teríamos chegado a este ponto...
De Luís Castro a 6 de Janeiro de 2009 às 20:19
Visto.
LC
De CN a 7 de Janeiro de 2009 às 08:12
Sr. Helder, se me permite....
Também sou um crítico dos nossos políticos; e muito crítico. Há uns anos atrás, o então PR Jorge Sampaio calou-me- disse: "dizem mal da classe política, venham para cá." É um facto. Nós criticamos mas não queremos entrar nesse "mundo"; eu não quero.
Também temos culpa....
De Helder Pereira a 7 de Janeiro de 2009 às 11:45
Sr. CN, claro que permito, uma das coisas que o nosso anfitrião diz é que este é um espaço para debate. :)

Continuo a pensar que está errado. Nem todos queremos ser médicos e isso não nos faz ser piores ou melhores pessoas. Aos políticos que lá estão também ninguém obrigou a ir para lá, logo não se queixem porque até têm umas benesses bem boas, ou se se sentem tão mal porque não saem? Também ninguém os obriga a ficar na politica... "Há e tal" é porque deve ser mesmo muito mau e eles têm todos um espírito de sacrifício enorme...

Lembrando uns casos recentes, sem ir muito longe ou muito fundo e sem, digo desde já, acusar ninguém porque até prova em contrário somos todos inocentes (não é bem assim em Portugal, mas...). Pensem quem era Dias Loureiro antes de ser Ministro de Cavaco Silva e vejam quem ele é agora e o Poder/Dinheiro que tem... Deve ter sido só por acaso... as ligações as empresas, os concursos ganhos...
Outro caso, Felgueiras, nunca vi ninguém por isto em palavras tão simples como estas: Rouba e é corrupta e foge, é avisada por um Juiz (que bom para a classe e para a justiça) que apesar de se saber quem foi e haver escutas a provar, nunca até hoje foi responsabilizado, para não dizer acusado, de nada!, e foge para o Brasil. De lá dá entrevistas em que leva a justiça portuguesa para patamares perto do ridículo e deixa acusações a torto e a direito. Volta a Portugal, é aclamada (vêem como somos um povo que merecemos o que temos...) e quando a justiça, após anos (isto para nós infelizmente é normal), lhe dá um veredicto de CULPADA o que é que a própria justiça faz? Dá-lhe pena suspensa!?!?! Claro os crimes eram fraquinhos... Há já sei é politica e do Partido no poder... Claro, é difícil e não tem vantagens.

E podia continuar a enumerar imensos casos que, infelizmente, tanto os Jornais, Telejornais, etc. e acima de tudo os Portugueses esquecem muito rapidamente e facilmente.

Continuo a pensar que não temos políticos sérios, não temos políticos competentes. Se vou para lá eu? Por agora afirmo que não, o futuro ninguém sabe, claro, mas neste momento o sistema é tão subvertido que não chegas a lado nenhum sem entrar no jogo sujo que já existe.

P.S.: Mesmo partidos que andam sempre a falar nos Portugueses como o PCP e o BE, quando chegam à Assembleia, que eu saiba nunca, NUNCA, fizeram um projecto de lei que alterasse o facto de terem reforma completa, por inteiro, a 100% em 8 anos de trabalho. Porque será? "Ha e tal" é porque somos todos uns coitadinhos, aqui na politica. Somos sacrificados...

De Virgínia a 7 de Janeiro de 2009 às 14:41
Snr. Helder Pereira, parabéns pelos seus comentários.
Os políticos, quando chegam à Assembleia, esquecem todos os ideiais, já vão tão empenhados em promessas para lá chegar, que ficam sem 'espaço de manobra'. Limitam-se a ser mais 'um boneco'!
Quanto ao seu P.S. (leia-se:post scriptum); era muito bonito, mas todos eles, além do ordenado e outros benefícios, também vão com o fim de receber a reforma a 100%. E, 8 anos até passam depressa!
Apertar o cinto?! Isso é para o Zé Pagante!
Cumpts.
De Helder Pereira a 7 de Janeiro de 2009 às 14:55
Apesar de me custar a dizer isto, porque se o nosso País tivesse uma classe politica decente eu não teria que tecer comentários destes, muito agradecido Virgínia e se não gostar de ninguém, ao contrário do que já aqui escreveram, vote em branco que pelo menos faz a sua parte na tentativa de mudança que este nosso País precisa.
De Luís Castro a 7 de Janeiro de 2009 às 20:58
Visto.
LC
De Luís Castro a 7 de Janeiro de 2009 às 20:43
Visto.
LC
De Virginia a 7 de Janeiro de 2009 às 14:58
Snr.Helder Pereira, peço desculpa. Não são "ideiais", são "ideais"!
Na realidade saiu uma palavra que até podia ser decomposta em "ideias" e "ideais". O que também é verdadeiro!
Cumpts.
De Luís Castro a 7 de Janeiro de 2009 às 21:10
Visto.
LC
De Luís Castro a 7 de Janeiro de 2009 às 20:43
Visto.
LC
De Luís Castro a 7 de Janeiro de 2009 às 20:42
Visto.
LC
De Luís Castro a 6 de Janeiro de 2009 às 20:18
Visto.
LC
De Luís Castro a 6 de Janeiro de 2009 às 20:11
Bjs
LC
De A SImões a 6 de Janeiro de 2009 às 10:55
Hoje já ouvi algumas vezes:
" O Sócrates pareceu-me mais gordo"
Sem comentários!
Abraço e bom ano para todos!
A Simões
De Luís Castro a 6 de Janeiro de 2009 às 20:12
rs...rs...rs...
Ab e bom ano tb para si.
LC
De Helder Pereira a 6 de Janeiro de 2009 às 11:04
Olá Luís. Antes de mais aprovo e sublinho o que a patti diz, o nosso Primeiro Ministro é muitíssimo egocêntrico e isso até seria desculpável se ele governasse bem, mas já vimos por imensas vezes que esse não é o caso. Os problemas de fundo do País mantêm-se, na Educação é só show-off pois deixar os miúdos passar sem exigência nenhuma até ao 9º ano é só para a estatística e não resolve nada, antes pelo contrário aprofunda ainda mais um problema fulcral do nosso País. Na Saúde só preciso de lembrar a politica de fechar tudo e mais alguma coisa, para agora em ano de eleições virem abrir novamente centros de saúde e os últimos relatos dos tempos de espera nas urgências dizem o resto... Na justiça, e sim o j minúsculo é mesmo propositado e não é erro, continua tudo igual ou pior. Os juízes como são uma classe altamente abastada para o nosso standard e logo continuam a dormir ao Sol da bananeira em vez de fazerem algo para mostrar ao País que este é um pilar fundamental de uma Democracia e que não pode ser largado ao abandono que tem sido nos últimos anos. Quando um dia a Justiça, sim eu sou positivo e acredito que ainda vou ter um dia um sistema judicial com J maiúsculo, em Portugal funcionar devidamente, entre 70% a 80% da pouca vergonha que graça na corrupção de alto nível nos governos e empresas públicas, nas câmaras municipais e juntas de freguesias vão desaparecer e o nosso País será bem melhor!

Não querendo alongar-me muito mais e respondendo claramente a uma das suas perguntas sobre se precisamos da maioria para a estabilidade para se vencer a crise... NÃO! Porque a Dinamarca, a Suécia, a Suíça, a Alemanha, a Holanda, a Itália, e muitos outros, não têm maiorias de um só partido e são os Países que são, evoluídos e com politicas para as pessoas e com nível de vida superior, por isso maioria em Portugal nunca foi sinónimo de estabilidade. Sempre foi sinónimo de prepotência, autoritarismo e muito mais que não é nada benéfico. Façam como na Irlanda que juntaram-se partidos para aprovarem pactos que independentemente do partido no poder, eram as linhas mestras nos pontos fundamentais da politica de um País.

Já vou longo, como começa a ser habitual em mim nos seus comentários.

Um abraço e continue o excelente trabalho no Telejornal da RTP que é o único noticiário que não se parece um novela ou um alguidar de sangue e noticias alarmantes.

P.S.: E que tal criar uma rubrica no Telejornal que só desse boas noticias? E que tal todos os Telejornais dizerem ás pessoas que no Hospital X salvaram-se Y vidas e nasceram outras Z? Em vez de os Hospitais só serem noticia quando morre alguém na Urgência á espera? Sou positivo e gostava de ver noticias positivas pois que eu saiba, e se estiver errado mostrem-me, que o negativismo nunca, jamais, em tempo algum, trouxe algo de bom ao nosso Mundo!
De Luís Castro a 6 de Janeiro de 2009 às 20:13
Obrigado.
Amigo, tb sou positivista por natureza e sempre tentei trazer para o telejornal o chamado jornalismo positivo.
A verdade é que está cada vez mais difícil...
Ab.
LC
De Virgínia a 6 de Janeiro de 2009 às 11:36
Bom dia Luís
O seu tema de hoje é bastante pertinente.
Apesar de Sócrates governar 'em cima do joelho' com 'soluções à medida' e não programadas, acho que merece e espero que consiga governar mais 4 anos.
Alternativas, acho que não há, ou eu não as consigo ver (infelizmente).
Fazer melhor, talvez só um 'milagreiro'.
Claro que Portugal, ou qualquer outro País precisa de estabilidade! Até nas nossas casas precisamos!
Apesar de ser 'menina' não sou rosa sou mais laranja.
Ainda agora no Natal, entre familiares e amigos (laranjas) que diziam não votar nas próximas eleições eu disse: "Mas se eu pedir, vocês votam PS"! Espanto!!
Porque é que eu disse isto?
Porque os bens dos meus pais estão inseridos na zona de reserva do TGV.
Se o PSD , com MFL, ganhasse só ia 'empatar' e acontecia como na Ota... anos e anos hipotecados só a pagar os impostos!
Com os nossos bens 'hipotecados' por decreto no Diário da República, se estivessemos com problemas financeiros, não podíamos vender nada!
Sócrates, ao avançar com as obras, pelo menos desbloqueia milhares de situações iguais a esta por todo o país!
Há pessoas e empresas a viver situações dramáticas por causa do traçado do TGV!
Sócrates até pode dar com 'os burrinhos na água' ou sair pela 'porta do cavalo' como Guterres, mas pelo menos arrisca... não fica parado!
Espero não ser considerada egoista, mas cada um sabe onde lhe dói!
Luís, peço desculpa se fui inconveniente
Beijos
De Luís Castro a 6 de Janeiro de 2009 às 20:14
Bjs
LC
De Anónimo a 6 de Janeiro de 2009 às 12:33
Caro Luis bom ano 2009 e para RTP.
quanto ao que pergunta acho que apesar de todas as condicionantes este governo merece continuar a governar pois nao vejo alternativas validas. Alem disso foi o unico governo que teve a coragem de mexer nos interesses instalados. Acho que deu um tiro no pé quando decidiu alterar o estatuto dos Açores mas isso sao contas de outro rosário. obg bom ano
De Luís Castro a 6 de Janeiro de 2009 às 20:15
Obrigado e bom ano também para si!
LC

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Reportagem Iraque - 2005


Reportagem Guiné - 2008


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Luís Castro
Editor Executivo
Informação - RTP

E-mail: cheiroapolvora@sapo.pt

Perfil

Jornalista desde 1988
- 8 anos em Rádio:
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Rádio Nova (Porto)
Rádio Renascença
RDP/Antena 1

- Colaborações em Rádio:
Voz da América
Voz da Alemanha
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Diversas - Brasil e na Argentina

- Colaborações Imprensa:
Expresso
Agência Lusa
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Artigos de Opinião

RTP:
Editor de Política, Economia e Internacional na RTP-Porto (2001/2002)
Coordenador do "Bom-Dia Portugal" (2002/2004)
Coordenador do "Telejornal" (2004/2008)
Editor Executivo de Informação (2008/2010)

Enviado especial:
20 guerras/situações de conflito

Outras:
Formador em cursos relacionados com jornalismo de guerra e com forças especiais
Protagonista do documentário "Em nome de Allah", da televisão Iraniana
ONG "Missão Infinita" - Presidente

Obras publicadas:
"Repórter de Guerra" - autor
"Por que Adoptámos Maddie" - autor
"Curtas Letragens" - co-autor
"Os Dias de Bagdade" - colaboração
"Sonhos Que o Vento Levou" - colaboração
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