Foram muitas as sugestões. Muitas e variadas. Mas numa coisa convergiram: não querem que feche o blogue. Pois bem, assim será.
Li todos os comentários, digeri as vossas opiniões e tirei conclusões. Na verdade, vocês deram-me ainda mais responsabilidade. Não imaginava que este espaço já fizesse parte dos vossos hábitos diários. A média de entradas e as dezenas de comentários por cada post indiciavam grande interesse, mas que o “cheiroapolvora” tivesse entrado nas vossas vidas desta forma, isso não esperava.
Alguns comentários quase me fizeram chorar, outros levaram-me a reflectir sobre o papel dos jornalistas na sociedade e no mundo. Pediram-me que continue a escrever como Luís Castro e não apenas como jornalista; que explique os bastidores da Televisão e do Telejornal; que conte experiências de guerras passadas; que aborde e abra a discussão sobre temas actuais, até porque o cheiro a pólvora também anda por cá. Julgo que é isso que vou fazer: um pouco de tudo.
Assim, perante o que vocês escreveram, não tenho alternativa. E ainda bem!
Obrigado a todos.
Luís Castro
* O Bassim e a família tiveram que fugir de casa.
* Os americanos com quem estive em missão voltaram a entrar em combate.
Serão temas do próximo post.
Beijos e abraços
"Repórter de Guerra" relata alguns dos conflitos por onde andei. Iraque, Afeganistão, Angola, Cabinda, Guiné-Bissau e Timor-Leste. [Comprar]
"Por que Adoptámos Maddie" aborda o fenómeno mediático gerado à volta do desaparecimento de Madeleine McCann. [Comprar]
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