Sexta-feira, 1 de Maio de 2009

Deixem um slogan

Cheguei há minutos a casa.

Depois de dezasseis horas de trabalho, estiquei-me no sofá, estendi o braço e tirei um livro à sorte: “Os 50 grandes discursos da História”. Abro e sai-me o general Patton no discurso às tropas antes do Dia D:

 

“Um dos tipos mais corajosos que já encontrei foi um tipo que estava empoleirado num poste de telégrafo, na Tunísia, no meio de um imenso tiroteio. Parei momentaneamente para lhe perguntar que raio estava a fazer lá em cima numa altura daquelas. Ele respondeu: «Estou a arranjar o cabo, senhor». Perguntei-lhe. «Não achas que é um pouco arriscado fazer isso agora?». Ele respondeu: «Sim, senhor, mas o raio do cabo tem que ser arranjado». Perguntei-lhe: «Aqueles aviões que estão a metralhar a estrada não te incomodam?». E ele respondeu: «Não, senhor. O senhor é que me está a incomodar, e não é pouco!»”

 

E andam por aí muitos a incomodar-me.

Que perguntam, que comentam, que criticam e que dão palpites.

E se subissem ao poste e tentassem arranjar o cabo?

 

Neste dia tão especial, transporto as palavras de Edward Langley:

«O que este país precisa é de mais políticos desempregados.»

 

Desafio-vos a deixar no blogue um slogan neste dia do trabalhador.

Estive a pensar, mas não me sai nada.

 

Luís Castro

publicado por Luís Castro às 02:48
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94 comentários:
De Ana Francisco a 1 de Maio de 2009 às 11:34
Ora... não podia estar mais de acordo. Tanto barulho, tanto paleio... tanta queixa. E vai chegar o dia 7 de Junho e mais metade das pessoas não vai votar...

Acho isto indecente. Tanta gente que arriscou tudo, a estabilidade, a vida em família, a própria vida para podermos pôr uma cruz num papel... e nós passamos a vida a fazer barulho e não há meio de assumirmos que também nós podemos subir ao poste e arranjar o cabo!

Não me ocorre nenhum slogan. Ocorre-me pedir às pessoas que vão votar. Seja em quem for... escolham alguém em consciência e votem. E se ninguém é bom o suficiente... ora, candidatem-se! :)

Kisses e bom feriado!
De Luís Castro a 1 de Maio de 2009 às 21:35
Isso mesmo!
Barulho é connosco, depois cruzamos os braços.
Bjs
LC
De Simone Oliveira a 1 de Maio de 2009 às 12:09
We must be the change we want to see in the world.

Gandhi

... e trabalhar para que essa mudança, primeiro ocorra em nós, depois chegue até aos nossos- à nossa família, à nossa rua, ao nosso bairro, ao nosso país...
Beijinhos
De Luís Castro a 1 de Maio de 2009 às 21:35
Bjs.
Já te sigo!
LC
De Simone Oliveira a 1 de Maio de 2009 às 22:04
Vou ver se o "descubro" pelo Facebook! Não sou grande twittadeira:)
Mas continuo, com todo o gosto, a segui-lo por aqui. Há uma força muito positiva naquilo que vai partilhando connosco...qualquer coisa invisivel que nos empurra para a frente! E é bom de se sentir!
Bjs
De Luís Castro a 1 de Maio de 2009 às 22:40
Deu-me um arrepio...
É bom ler coisas assim.
Só me registei no facebook.
Tenho andado mais pelo twitter.
Bj
LC
De Jose Besteiro a 1 de Maio de 2009 às 12:14
Medito , pelas dezenas de mortos e feridos a 1 de Maio de 1886 que se manifestarem pacíficamente pelos seus direitos e dias mais tarde em nova manifestação ,pelos que sofreram nova repressão - mortos,feridos e prisioneiros de consciência.

Mas o mundo ficou alerta e a luta não parou até 1889 , dia em que foi decretado que este 1º de Maio seria dedicado ao luto e à luta.

Eu também trabalhei muitas vezes como o Luís - 15,16,18 horas e em casos pontuais até mais.Mas alguém tem que "arranjar os cabos"...
Hoje em dia colho frutos desse investimento e estou em casa enquanto outros trabalham para me servir.
Neste dia sob o lema "O luto e a luta" não vamos deixar morrer o que começou nas ruas de Chicago e foi decretado em Paris.
A luta continua, mas de vez em quando temos que "arranjar o cabo" por isso fico-me por este supracitado lema simples,que leio nas entrelinhas:

O LUTO E A LUTA.

Bom descanso,bom trabalho.
joebest66

De Luís Castro a 1 de Maio de 2009 às 21:36
Obrigado, Joe.
Vou tentar, embora seja difícil estar parado.
Ab.
LC
De Patricia Dinis a 1 de Maio de 2009 às 12:34
O meu slogan para o dia 1 de Maio é muito simples:

"Bebam café em casa"

Se não consumirem no dia 1 de Maio deixa de haver desculpas para ter trabalhadores a trabalhar neste dia (salvo excepções importantes e casos de gravidade, eu sei). Os supermercados deixam de estar abertos, as pessoas torram o pão do dia anterior, almoçam e jantam em casa, não vão ao cinema hoje, deixam o passeio pelo centro comercial para outro dia e não incomodam ninguém num dia em que toda a gente tem o direito de ficar em casa. Pelo menos vale a pena tentar. Como disse a Sra. Simone Oliveira, podemos sempre começar por nós mesmos.
Já agora, perdoe-me a provocação mas aproveito e faço uma pergunta impertinente: e se não desse Telejornal no feriado? Cada vez que ligo a TV e vejo os apresentadores lembro-me sempre que eles estão a trabalhar num dia feriado, num dia em que eu estou em casa e eles não... Faz-me alguma confusão, pronto.

Um óptimo feriado para si, Luís e para todos. Vamos lá ver se a luta continua...
Bjs
De Jose Besteiro a 1 de Maio de 2009 às 18:17
Concordo em parte , mas vc falou básicamente do comércio. E os hospitais por exemplo? Mandam os doentes para casa no dia 30 de Abril?
É muito mais complexo do que julga, para uns descansarem alguém tem que segurar as pontas...
Mas entendi a sua preocupação e a mensagem.

Bom feriado ,bom fim de semana.
@joebest66
De Patricia Dinis a 1 de Maio de 2009 às 20:36
Pois, quando eu falei em excepcoes importantes era mesmo a isso que me referia: hospitais, centrais eletricas (caso contrario nao estava agora no pc) :P
Mas pronto, vejo que percebeu a mensagem. Hoje passei a frente de uma worten e surpresa (ou não) estava aberta. Acho que as pessoas podem ir comprar uma TV no dia seguinte, é só isso.
Bom resto de feriado para si e para todos
De Luís Castro a 1 de Maio de 2009 às 22:32
Visto.
LC
De Luís Castro a 1 de Maio de 2009 às 22:31
Visto.
LC
De Luís Castro a 1 de Maio de 2009 às 21:37
E hoje, com o que se passou com as agressões a Vital Moreira, o dia foi de doidos.
Bjs
LC
De Caravaggio a 2 de Maio de 2009 às 00:09
tanta filosofia e está a obrigar os funcionários da SAPO a trabalhar! Não devia sair de casa, não devia tomar café, não devia ir á retrete, não devia ligar o fugão, pois tudo isso OBRIGA pessoas a TRABALHAREM NO 1º DE MAIO. Devia fazer isto tudo só a partir de amanhã. ESSA DO CAFÉ ESTÁ O MÁXIMO. A LUTA CONTINUA........1. HÁ BRIGADAS DE VOLUNTÁRIOS para muitos serviços civicos, para quem fica MUITO confusa, quando vê os apresentadores de informação da TV a trabalharem DE BORLA.............HAJA DEUS!!!!!!!!
De Luís Castro a 2 de Maio de 2009 às 13:04
Visto.
LC
De náufrago a 2 de Maio de 2009 às 18:50
Olá Patricia, desculpe-me a intromissão, mas lendo sua proposta lembrei-me de uma utopia de Raul Seixas, pai do Rock Tropical brasileiro. Abraços:

O dia em que a Terra Parou
Raul Seixas / Claudio Roberto


Essa noite eu tive um sonho
de sonhador
Maluco que sou, eu sonhei
Com o dia em que a Terra parou
com o dia em que a Terra parou

Foi assim
No dia em que todas as pessoas
Do planeta inteiro
Resolveram que ninguém ia sair de casa
Como que se fosse combinado em todo
o planeta
Naquele dia, ninguém saiu saiu de casa, ninguém

O empregado não saiu pro seu trabalho
Pois sabia que o patrão também não tava lá
Dona de casa não saiu pra comprar pão
Pois sabia que o padeiro também não tava lá
E o guarda não saiu para prender
Pois sabia que o ladrão, também não tava lá
e o ladrão não saiu para roubar
Pois sabia que não ia ter onde gastar

No dia em que a Terra parou (Êêê)
No dia em que a Terra parou (Ôôô)
No dia em que a Terra parou (Ôôô)
No dia em que a Terra parou

E nas Igrejas nem um sino a badalar
Pois sabiam que os fiéis também não tavam lá
E os fiéis não saíram pra rezar
Pois sabiam que o padre também não tava lá
E o aluno não saiu para estudar
Pois sabia o professor também não tava lá
E o professor não saiu pra lecionar
Pois sabia que não tinha mais nada pra ensinar

No dia em que a Terra parou (Ôôôô)
No dia em que a Terra parou (Ôôô)
No dia em que a Terra parou (Uuu)
No dia em que a Terra parou

O comandante não saiu para o quartel
Pois sabia que o soldado também não tava lá
E o soldado não saiu pra ir pra guerra
Pois sabia que o inimigo também não tava lá
E o paciente não saiu pra se tratar
Pois sabia que o doutor também não tava lá
E o doutor não saiu pra medicar
Pois sabia que não tinha mais doença pra curar

No dia em que a Terra parou (Oh Yeeeah)
No dia em que a Terra parou (Foi tudo)
No dia em que a Terra parou (Ôôôô)
No dia em que a Terra parou

Essa noite eu tive um sonho de sonhador
Maluco que sou, acordei

No dia em que a Terra parou (Oh Yeeeah)
No dia em que a Terra parou (Ôôô)
No dia em que a Terra parou (Eu acordei)
No dia em que a Terra parou (Acordei)
No dia em que a Terra parou (Justamente)
No dia em que a Terra parou (Eu não sonhei acordado)
No dia em que a Terra parou (Êêêêêêêêê...)
No dia em que a Terra parou (No dia em que a terra parou)


De Luís Castro a 4 de Maio de 2009 às 21:00
Visto.
LC
De weber a 1 de Maio de 2009 às 12:52
Para vencer a crise: fazer o que é preciso e não o que é necessário.
J.A.
De weber a 1 de Maio de 2009 às 13:23
Este, substitui o outro slogan:

Para vencer a crise: fazer o necessário, nunca só o possível.
José Albergaria
De Luís Castro a 1 de Maio de 2009 às 21:38
Visto.
LC
De Luís Castro a 1 de Maio de 2009 às 21:38
Muito bem!
Ab.
LC
De * * Grilinha * * a 1 de Maio de 2009 às 13:37
Faz hoje 35 anos que participei na minha 1ª manifestação, dando as mãos a desconhecidos que ao meu lado reclamavam pelos mesmos direitos e ideais de vida.
Da Praça do Comércio até ao Estádio 1º Maio não nos cansamos de cantar e gritar "VIVA A LIBERDADE"

Hoje, 35 anos passados peço aos jovens e governantes deste País que continuem a lutar pela Liberdade de se poder escrever este comentário, de poder reclamar os seus direitos, de ter direito a ser tratado com dignidade, de ter direito ao pão e à paz.

Só com trabalho se constrói um país prospero, digno e verdadeiro em quem se pode confiar.

Aos jovens e àqueles que se sentem desiludidos apelo ao voto, pois sem o seu voto não é possível reivindicar por direitos e liberdades das quais se absteve.

Viva a Liberdade
Viva o 1º de Maio
Viva Portugal

De Luís Castro a 1 de Maio de 2009 às 21:39
Trabalho! Trabalho e mais trabalho!
O problema é que há quem não o tenha.
bjs
LC
De * * Grilinha * * a 1 de Maio de 2009 às 22:12
Eu sei que isso é verdade e trabalhei em Recursos Humanos durante 28 anos.

Passei momentos de dificuldade mas tb atravessei momentos de prosperidade nunca antes alcançados.

Vivi greves e manifestações e reivindiquei por salários e condições de trabalho condignas.

As greves do pessoal da Tabaqueira onde participei foram das mais reivindicativas mas tb proveitosas.
O apoio dos Sindicatos era muito importante e os trabalhadores uniam-se todos a puxar para o mesmo lado.

Eu sei que há falta de trabalho e a crise dos despedimentos já por aqui passou há alguns anos mesmo não havendo os apoios no desemprego que há hoje.

Senti na pele em 2002 os salários em atraso e as indemnizações que nunca irei receber da Electroliber por ter sido encerrada no espaço de 9 meses por motivo de falência(!!??)

Muitas vezes recorri aos Centros de Emprego mas quem aparecia para trabalhar pedia-me para o recusar pois ganhava o mesmo e sempre ficava em casa.

felizmente que a maioria das pessoas sabe que é preciso trabalhar para que o país possa progredir e gerir mais postos de trabalho.

bjs
De Luís Castro a 1 de Maio de 2009 às 22:41
Grilinha,
felizmente nunca senti o desemprego,
mas tenho lá em casa quem já o sinta há muito tempo: a minha mulher.
Bjs
LC
De * * Grilinha * * a 1 de Maio de 2009 às 22:53
Eu sei dar-lhe valor ao que é ficar desempregado de um dia para o outro.

Ter hábitos e ritmos que se quebram abruptamente de um dia para o outro com a agravante falta de dinheiro que nos sustenta e dá independência é um choque que só quem passa por ele lhe sabe dar valor.

Um beijinho de solidariedade tb para ela
De Luís Castro a 2 de Maio de 2009 às 13:02
A Sílvia agradece e retribui.
Bjs
LC
De Luís Castro a 2 de Maio de 2009 às 13:53
Visto.
LC
De Caravaggio a 2 de Maio de 2009 às 00:26
Foi graças á greve da Tabaqueira que deixei de fumar.
De * * Grilinha * * a 2 de Maio de 2009 às 01:00
Se foi naquela greve de 1981/82 então penou bastante.

Na Tabaqueira os funcionários fumaram até os cigarros que estavam para picados.
Tinha colegas que até as gavetas das secretárias velhas removeram para encontrar um cigarrito que fosse.

picados: era o tabaco que ficava seco u que caía ao chão. Esses cigarros eram picados para se retirar a mortalha e o tabaco reaproveitado.

De Caravaggio a 2 de Maio de 2009 às 02:00
DONA GRILINHA
[Error: Irreparable invalid markup ('<br [...] <a>') in entry. Owner must fix manually. Raw contents below.]

DONA GRILINHA <BR><BR class=incorrect name="incorrect" <a>NÂO</A> PENEI ABSOLUTAMENTE NADA. FOI UMA RECEITA QUE TIREI DO SEU BLOG. PUDIM "força de vontade" Assim como descreve só conheço o que li sobre o CHE GEVARA . Haja quem defenda os trabalhadores em Restaurante e LOCAIS DE LUCHO . <BR>Parabéns Dona GRILINHA
De * * Grilinha * * a 2 de Maio de 2009 às 02:13


Peço desculpa ao Luis por estarmos aqui empoleirados na varanda dele a cavaquear
De Caravaggio a 2 de Maio de 2009 às 02:57
Exma.Senhora Dona GRILINHA

Não se empoleire muito na varanda senão a Grilinha ainda cai lá baixo.

Tenha um bom sono que bem precisa de descansar
De Luís Castro a 2 de Maio de 2009 às 13:17
Visto.
LC
De Luís Castro a 2 de Maio de 2009 às 13:16
Visto.
LC
De Luís Castro a 2 de Maio de 2009 às 13:15
De nada.
este espaço é para isso mesmo: para todos nós.
Responder a comentários, trocar opiniões, seja o que for.
Bjs
LC
De Luís Castro a 2 de Maio de 2009 às 13:14
Visto.
LC
De Luís Castro a 2 de Maio de 2009 às 13:13
Visto.
LC
De Luís Castro a 2 de Maio de 2009 às 13:05
Eu, nessa altura, fui à procura dos cigarros espanhóis.
Fortuna, recorda-se?
LC
De náufrago a 2 de Maio de 2009 às 15:31
Fantástico. Aqui no Brasil, temos uma personagem, seu Madruga,(que aliás é mexicana, do seriado Chaves, não sei se vocês veem em Portugal) que resume bem o pensamento nacional sobre o assunto:
"Não existe trabalho ruim. Ruim é ter que trabalhar".

Nosso maior boxeador, Maguila, sai-se com esta:
"O trabalho danifica o homem"

Um Grande abraço e parabéns pelo blog.
De Luís Castro a 4 de Maio de 2009 às 20:54
Agora,
ruim é não ter onde trabalhar...
Ab.
LC
De Andesman a 1 de Maio de 2009 às 15:29
O gen. Patton era um tipo problemático mas corajoso e competente. Não era por acaso que lhe chamavam "Sangue e Coragem".

Há sempre alguém que nos espanta em momentos de grande perigo; pela coragem ou pela estúpidez. Mas em cima dum poste, numa situação dessas, consciente do perigo e também do dever, com o ultimo a prevalecer: é absolutamente extraordinário.

O mais que conseguia em 1974/75, em Luanda, onde cumpria serviço militar, com combates entre MPLA-FNLA; muitas vezes muito próximo do quartel, era chegada, a hora ir dormir. E quando me perguntavam se me ia deitar numa situação daquelas, responder: Não nos dizem que nos devemos deitar quando debaixo de fogo? Quanto ao barulho: já durmo ao som da música.

Quanto a slogans: estou sem ideias, se é que alguma vez as tive.

Bom e merecido descanso
De Luís Castro a 1 de Maio de 2009 às 21:40
Obrigado e abraço.
LC
De Marcos de Luca Rothen a 1 de Maio de 2009 às 15:37
Primeiro de maio o dia de quem tem sorte de ter um emprego!
De Luís Castro a 1 de Maio de 2009 às 21:41
É bem verdade.
Quem passar a crise e tiver emprego, terá sido um vencedor.
Ab.
LC
De João Cacelas a 1 de Maio de 2009 às 15:43
Boa tarde, sai há pouco e verifiquei que hoje há muito boa gente a trabalhar. Sendo este o dia em que os trabalhadores deveriam aproveitar para festejar, seja não fazendo nenhum, seja reivindicando por mais direitos, em suma, este é o dia em que os trabalhadores devem fazer tudo menos trabalhar e por isso, aqui deixo o meu slogan, em jeito humorístico: No 1º Maio, ninguém deve fazer um raio."
E é isto.
De Luís Castro a 1 de Maio de 2009 às 21:41
Voto nesse!!!
Ab.
LC
De cneves a 1 de Maio de 2009 às 15:58


Acordo na madrugada
Ainda subjugada
Pela sombra do algoz
E ouço a tua voz
Soluçada
Algemada
Reclamando Abril
Porém primaveril
E em tudo igual
Ao original
Do Portugal libertado
De vermelho pintado
Que Abril é vermelho
E não rosa velho
E de repente
Um canto imponente
Forte qual trovão
Aquece-me o coração

“Oiço ruírem os muros

Quebrarem-se as grades de ferro da nossa prisão

Treme carrasco a morte te espera

Na aurora de fogo da libertação!”


E já não te ouço a chorar
Mas a cantar
Fazendo tua a canção
Que vem da multidão
Partamos pois sem demora
Que a vida começa agora
E Maio não pode esperar!
De Luís Castro a 1 de Maio de 2009 às 21:42
Partamos pois sem demora
ou o tempo se vai embora!!!
Ab.
LC

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Reportagem Angola - 1999



Reportagem Iraque - 2005


Reportagem Guiné - 2008


Reportagem Guiné - 2008


Reportagem Afeganistão - 2010

Livros

"Repórter de Guerra" relata alguns dos conflitos por onde andei. Iraque, Afeganistão, Angola, Cabinda, Guiné-Bissau e Timor-Leste. [Comprar]



"Por que Adoptámos Maddie" aborda o fenómeno mediático gerado à volta do desaparecimento de Madeleine McCann. [Comprar]


Sugestões para reportagem



Milhão e meio de portugueses elegem diariamente o Telejornal da RTP.
E porque o fazemos para vós, quero lançar-vos um desafio: proponho que usem o meu blogue para deixarem as vossas sugestões de reportagem.

Luís Castro
Editor Executivo
Informação - RTP

E-mail: cheiroapolvora@sapo.pt

Perfil

Jornalista desde 1988
- 8 anos em Rádio:
Rádio Lajes (Açores)
Rádio Nova (Porto)
Rádio Renascença
RDP/Antena 1

- Colaborações em Rádio:
Voz da América
Voz da Alemanha
BBC Rádio
Rádio Caracol (Colômbia)
Diversas - Brasil e na Argentina

- Colaborações Imprensa:
Expresso
Agência Lusa
Revistas diversas
Artigos de Opinião

RTP:
Editor de Política, Economia e Internacional na RTP-Porto (2001/2002)
Coordenador do "Bom-Dia Portugal" (2002/2004)
Coordenador do "Telejornal" (2004/2008)
Editor Executivo de Informação (2008/2010)

Enviado especial:
20 guerras/situações de conflito

Outras:
Formador em cursos relacionados com jornalismo de guerra e com forças especiais
Protagonista do documentário "Em nome de Allah", da televisão Iraniana
ONG "Missão Infinita" - Presidente

Obras publicadas:
"Repórter de Guerra" - autor
"Por que Adoptámos Maddie" - autor
"Curtas Letragens" - co-autor
"Os Dias de Bagdade" - colaboração
"Sonhos Que o Vento Levou" - colaboração
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