Quinta-feira, 16 de Julho de 2009

Opinião sobre o telejornal

 

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O Telejornal de hoje teve 44 notícias, bastante mais do que o habitual.

Alguns dos assuntos foram dados de forma mais resumida, permitindo assim abarcar um maior número de temas da actualidade.

 

Porque trabalhamos para quem está do outro lado do ecrã, gostava de saber a vossa a opinião, especialmente de quem assistiu do princípio ao fim. E explico porquê:

O que nós decididmos pode não ser exactamente o que vocês esperam ver e a forma escolhida pode também não ser a que vocês preferem.

 

Hoje fiquei com uma dúvida que já partilhei na redacção:

se o ritmo –  também pela música e pelos efeitos que separam as notícias – não se torna cansativo para quem está a ver.

 

Aguardo os vossos comentários.

Serão muito importantes para mim e para todos nós.

Obrigado.

 

Luís Castro

Coordenador do Telejornal e editor executivo

 

publicado por Luís Castro às 21:37
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68 comentários:
De Phil a 16 de Julho de 2009 às 21:56
Bom...começo o comentário por dizer que não vi o Telejornal...pode não ser relevante...mas tem uma explicação...tornou-se penoso ver os Telejornais das 20h...acho que deviam apontar baterias à sua duração...máximo dos máximos...45h...chega perfeitamente.

Qualquer hora de notícias da CNN, por exemplo, não terá mais do que essa duração (tempo útil - estou a excluir intervalos e meteorologia). Estou a pensar por exemplo, no CNN Today que começa, salvo erro às 23h, sendo o "programa da manhã", uma vez que, as notícias são transmitidas a partir de Hong Kong.

Portanto, sejam 20 ou 40 notícias, o problema é mesmo...demasiado longo!

Por isso, normalmente a aposta vai para outro tipo de formatos em que o noticiário se resume ao essencial e sempre numa duração mais curta.

Abraço
Phil
De Luís Castro a 16 de Julho de 2009 às 22:18
Obrigado.
O Telejornal da RTP tem 52 minutos úteis.
Ab.
LC
De Pedro Quaresma a 16 de Julho de 2009 às 22:22
Curioso, ja que se fala das notícias da RTP, aproveito para citar algo que a Edite Estrela mencionou hoje no Twitter:

"Não admira, quem manda na RTP1 é o PSD. Sempre foi desde o tempo em Marques Mendes foi o ministro da tutela. E já lá vão uns bons anos."

http://twitter.com/Edite_Estrela/status/2667912149

Opiniao sobre isto Luís?

Abraco,
Pedro
De Luís Castro a 16 de Julho de 2009 às 22:36
Pedro,
é a opinião de Edite Estrela.
Respeito mas não concordo.
E Edite Estrela devia ter memória.
Parece que a perdeu.
Está a acontecer com muitas pessoas.
Ab.
LC
De ACCB a 17 de Julho de 2009 às 19:54
PIM!!!!
De Luís Castro a 18 de Julho de 2009 às 18:05
Visto.
LC
De Rui Farinha a 16 de Julho de 2009 às 22:31
Hoje não vi o Telejornal. Não posso por isso dar-te feed back . No entanto aproveito a oportunidade para te dar um feed back mais generalista (se eu estivesse desse lado, achava interessante). Isto é, desde que sigo a RTPN no Twitter , que já dei por mim, a sair do computador para a televisão pk o meu portátil não têm placa de TV.. Hihih !!!!!) algumas vezes que eles colocam twitadas tipo; "......vamos agora colocar isto ou aquilo.....". Quando o assunto me interessa, permuto de ecran's........No fundo é para isso que o Twitter tb serve. Outra "ocorrência" com que me tenho constatado, é a visualização na página web das noticias via "o meu telejornal". Cada vez uso mais (ainda não abuso....Hihihi!!!!), mas serve-me para "economizar" tempo, pois filtro aquilo que quero ver, e eventualmente perco aquilo que desconheço.............Mas é uma opinião.....E por ser uma em dez milhões, aproveito para partilhar contigo algo que seguramente vais gostar (um link daqueles a ver com calma e a guardar) ; http://www.nytimes.com/packages/html/nyregion/1-in-8-million/index.htm

Um abraço

Rui
De Luís Castro a 16 de Julho de 2009 às 22:38
Vou ver.
Obrigado.
Ab.
LC
De Patricia Dinis a 16 de Julho de 2009 às 22:32
Ora aqui está uma pergunta muito complicada, um assunto interessante mas. acima de tudo, uma excelente abordagem da sua parte, Luís, por "se dar ao trabalho", salvo seja, de perguntar ás pessoas se gostam do que vêem e do que gostavam de ver no Telejornal. Parabéns por isso.

Confesso que não vi o Telejornal e duvido que vá ver nos próximos tempos porque o horário de trabalho não me vai permitir. Mas digo-lhe também que dos 3 "telejornais" (eu sei que Telejornal há só um, mas é como a Gilette, já se tornou quase que um substantivo), ainda é o mais "agradável" que encontro na TV. Em termos de formato, de "design", de duração; o facto de não ter um intervalo ao fim de 15 minutos, de não repetir sempre a mesma apresentação da mesma notícia... tudo isso ajuda e faz com que o Telejornal não seja enfastiante.

Quanto à duração, nem eu sei muito bem o que acho sobre o assunto. Porque se for muito conciso, arrisca-se a não passar toda a informação; se for muito longo, as pessoas mudam de canal e a informação não passa à mesma. Talvez uma melhor selecção de temas, mas isso é tão subjectivo que seria quase como adaptar o telejornal a cada um dos espectadores. Quanto ao "número de notícias", eu pessoalmente prefiro que as notícias sejam dadas um pouco mais aprofundadas, mas isso é dificil por causa do tempo que têm disponível...
Sinceramente, penso que preferia uma melhor "compartimentação" das notícias e dos temas. Talvez até em diferentes programas de informação e não só obrigatoriamente num Telejornal. Talvez como a RTP2 faz com o jornal das 22h, em que separa a cultura (apesar de só durar 10 segundos) do resto do telejornal. Uma entrevista no fim, uma ou duas vezes por semana, com uma personalidade.

São só ideias! Mas se calhar é isso que o Luís quer, por isso, cá ficam elas. Mais uma vez, parabéns pela abordagem e obrigada por contar connosco, os espectadores. :)
De Luís Castro a 16 de Julho de 2009 às 22:43
É para vocês que nós trabalhamos.
Merecem todo o nosso respeito e é obrigatório ouvir o que vocês pensam, infelizmente nem sempre se torna possível.
Atenção:
30% da população urbana chega a casa depois das oito e meia da noite. É por isso que há mais pessoas a ver os telejornais na parte final dos mesmos.
Também é uma das razões para que SIC e TVI, por vezes, prolonguem os jornais para lá das nove da noite. Das nove às nove e meia as audiências demosntram que os públicos querem continuar a ver notícias.
Bj
LC
De JAlves a 17 de Julho de 2009 às 11:04
Isso também depende do que os outros canais estão a exibir! Abraços
De Luís Castro a 18 de Julho de 2009 às 17:55
Visto.
LC
De António a 17 de Julho de 2009 às 14:40
Considero o Telejornal o mais séio dos noticiários ( é só a minha opinião)!
Porque não marcar a diferença e começar o Telejornal às oito e meia??
De Luís Castro a 18 de Julho de 2009 às 18:01
No contexto actual seria muito perigoso.
Poderia ser a morte do Telejornal.
Ab.
LC
De José Fernandes a 16 de Julho de 2009 às 22:45
Luís,

Como não tinha visto o telejornal, estive a ver agora no site da RTP (o que é um óptimo serviço).
Para ser sincero contigo não gostei do início com o pivot em pé, e os temas a surgirem a seu lado, acontece que por vezes deixa de ter contacto visual e olha para o lado. Quanto à musica considero que está muito alta e como está por cima da voz do pivot, torna difícil a audição atenta da noticia (para mim é também o grande defeito que aponto ao jornal da SIC). A musica juntamente com o efeito de ligação cansa quem está a ver (pelo menos acontece comigo).
Espero ter sido útil.

Ab
JF
De Luís Castro a 16 de Julho de 2009 às 22:59
Tens razão quanto à abertura, mas tivemos um problema. Explico:
Durante a gravação da audição, tivemos um problema na gravação, pelo que só ficou registado o áudio e não o vídeo.
Assim, tive de recorrer a uma solução de última hora que foi o grafismo. Não foi o que queria, mas foi o possível e havia que dar a notícia.
É verdade, esteve demasiado tempo, minuto e meio mais precisamente.
Ab.
LC
De José Fernandes a 16 de Julho de 2009 às 23:15
Luís,

Compreendo que sempre que se fazem mudanças, existem também dificuldades e arestas para limar.
No comentário anterior não fiz referência a um aspecto muito positivo que é o número de notícias e a passagem ligeira e pouco maçadora pelas mesmas, em que é valorizado o essencial e não o acessório.

Ab
JF
De Luís Castro a 16 de Julho de 2009 às 23:21
Obrigado.
Abraço.
LC
De Luís Castro a 18 de Julho de 2009 às 17:39
É uma das vantagens.
Ab e bom fds.
LC
De SeaKo a 17 de Julho de 2009 às 00:28
A minha opinião vai de encontro à do José Fernandes: atenção ao volume da musica e não abusar mto no numero de noticias "flash" em blocos contínuos superiores a 3.

Qt ao numero total de peças nada a apontar.
De Luís Castro a 18 de Julho de 2009 às 17:48
Sílvia,
tento que os blocos não tenham mais de três notícias.
Quanto á música, obrigado pela vossa chamada de atenção e ontem já tentámos reduzir.
Na régie não temos a noção do volume que depois entra no "ar".
Obg.
LC
De Carlos Leite a 16 de Julho de 2009 às 23:19
Boa Noite caro Luís Castro...O telejornal é de longe o meu noticiário de eleição e continua a ser.

Assisti hoje mais uma vez, e sinceramente não me apercebi desse "acelerar", no entanto parece-me que com a quantidade de noticias em rodapé, e com um ritmo mais acelerado do telejornal, há conteúdos importantes que se podem acabar por perder.

Na minha humilde opinião parece-me que resumir as noticias para abrir espaço a mais uma do C. Ronaldo faz com que o trabalho pareça infrutífero.

Abraço de Basto

www.pensarbasto.blogspot.com
De Luís Castro a 16 de Julho de 2009 às 23:24
O tempo dado ao Ronaldo pode ter sido demasiado, é verdade.
Tinha duas versões da mesma reportagem, uma mais longa e outra mais curta. Como trabalhamos ao segundo e ainda me sobrava algum tempo, decidi pela mais longa para terminar mesmo às nove da noite.
Ab.
LC
De Luís Castro a 18 de Julho de 2009 às 17:40
É verdade.
por vezes temos uma duplicação com a informação que corre em rodapé.
Obrigado.
LC
De Jose Aroso a 16 de Julho de 2009 às 23:39
Luis tenho passado por aqui sempre que posso.
Quanto ao telejornal por questoes profissionais e como referiste num dos comentarios sao um dos que chega a casa por volta das 20:30 e por isso nao tenho oportunidade de ver desde inicio. No entanto, tenho uma opiniao formada relativamente ao numero de noticias. Acho importante dar o maximo de noticias possivel sem aprofundar demasiado. No mundo que estamos actualmente temos facilmente à distancia de 1 click toda a informação com o maximo de detalhe. Por esse motivo prefiro ficar informado de tudo e depois aprofundar o que me interessa.

Cumprimentos e continuação do excelente trabalho.

Jose Aroso
De Luís Castro a 18 de Julho de 2009 às 17:46
José,
a ideia é dar mais notícias informando mais.
Obrigado.
Ab.
LC
De Sílvia a 17 de Julho de 2009 às 02:08
Comentando o Telejornal do dia 16/07: é verdade que foram muitas notícias.
Tal como o Luís disse abarcou um grande número de assuntos, agradando, possivelmente, a um maior número de espectadores.
A diversidade de temas torna o Telejornal mais completo e permitiu-nos aceder a informação de domínios muito diversos.
Por outro lado em virtude das nossas capacidades de assimilação e acomodação serem limitadas, não conseguimos apreender muita informação (mesmo quando parte dela é apresentado de forma mais sucinta).

Contrariamente ao que li aqui, gostei particularmente da abertura sobre a Gripe A: foi apresentada de forma simples, esclarecedora e concisa. O grafismo também se ajustou bem.

Destaco, ainda a reportagem no Paquistão que nos lembra que até nesse país tão longínquo existe uma comunidade portuguesa, que partilha as mesmas preocupações que os paquistaneses. Para nós, espectadores, torna-nos menos distantes, menos indiferentes.

Em relação à música que acompanhava as notícias mais sucintas, na minha opinião, talvez nos primeiros 35 minutos tenha prevalecido demasiadas vezes, tornando-se um pouco cansativo ou repetitivo (não sei bem qual o conceito mais adequado). Penso que o mesmo se pode aplicar aos efeitos que separavam as notícias.


Relativamente à informação mais regional deveria, talvez, haver maior representatividade das diversas regiões do país (hoje foi Lisboa, Oeiras, Sintra e Madeira - de forma indirecta – com Alberto João Jardim). Penso que o Jornal da Tarde cumpre mais essa representatividade.

Tal como já aqui foi dito num comentário, poderia estar presente (de forma mais recorrente) um convidado ou comentador.


A informação manteve a credibilidade a que nos habituamos.


Continuo a privilegiar a informação da RTP pois, é a de maior qualidade, a de maior confiança. Todos fazem um bom trabalho.

Espero que não tenha achado a crítica demasiado dura.
Foi uma mera opinião. Como tal, subjectiva, parcial… Apenas uma entre muitas.


De Luís Castro a 18 de Julho de 2009 às 17:52
Sílvia,
quando peço críticas, não sou dos que o fazem à espera de aplausos.
Obrigado pela tua opinião.
Ao dar mais notícias, o Telejornal também consegue dar espaço a outras zonas do país.
Bj
LC
De Cibereporter a 17 de Julho de 2009 às 05:11
Só tenho acesso à SICi e à RTPi e devo dizer que esta noite senti uma vontade incrível de passar do Jornal da Noite para o Telejornal (que começou mais tarde por causa dos jogos da lusofonia - pelo menos aqui). A abertura foi claramente ganha pelo Telejornal. A peça da paciente que esperou 10 horas para ser atendida foi um importante trunfo. Depois dos corredores dos engravatados, a RTP foi ao terreno para mostrar o que se passa no interior do país - receio, ignorância e falta de preparação de alguns centros de saúde para lidar com estes casos. A culpa, lá está, será dos engravatados e quem sofre é a população, neste caso uma jovem que ficou 10 horas à espera para ser atendida e que, cheia de febre e sede, não podia ir à casa de banho.

A SIC apresentou uma entrevista dita exclusiva de uma rapariga que teve gripe A na Madeira. Com o máximo respeito pelo trabalho que é feito na SIC, acho que foi pouco feliz. Primeiro, considero que não tinha assim tanta relevância, depois porque a jovem (que no fundo teve apenas uma gripe) não quis mostrar a cara, o que leva a supor que estamos perante um vírus infecto-contagioso e sem cura, o que não é o caso. No entanto, não deixa de demonstrar que pode existir alguma discriminação mas...

O Telejornal mantém-se sóbrio quando já há algum tempo que a concorrência parece apostar nas notícias do estilo popular (efeito TVI??). Esta noite notei que houve muitos off's. Não percebi a importância de pelo menos dois: os dos acidentes do avião e do camião cisterna nos EUA. Notei também que houve poucas notícias internacionais (duas peças se não estou em erro) e nenhuma referência às reacções à morte da activista russa, alegadamente assassinada por chechenos pró-moscovitas...

Quanto à política nacional, teria feito cair as peças do fórum do PSD e a conferência de imprensa do PS (Ambas pouco importantes na minha perspectiva). Diga-se que o dirigente socialista disse algo que já antes tinha sido afirmado por outro colega: "Manuela Ferreira Leite já considera boas algumas políticas sociais do PS depois de as ter criticado". O caso Alberto João Jardim já tinha dado uma boa dose de política nacional ;)

Tive pena que só tenha havido um off sobre o Tour. Uma peça sobre a prova rainha do ciclismo em substituição de alguns off's (os dos EUA por exemplo) teria, eventualmente, feito o TJ menos "pesado".

Quanto à duração, nada a dizer, longo mas ao meu gosto. O mesmo se aplica ao alinhamento, sem reparos.

É muito fácil apontar defeitos e a verdade é que o jornal estava bastante bom. Espero que o feedback seja útil.

Abraço,

MS

PS: Já agora, uma peça sobre os problemas no lançamento do Endeavour teria feito uma boa ligação ao aniversário do "moonwalk". ;)
De Luís Castro a 18 de Julho de 2009 às 17:55
Mesmo assim demos mais notícias de internacional do que o habitual.
Os dois off´s que referes pretenderam dar "corpo" ao bloco.
Sobre o Tour, foi assumido passar a off porque não se tinha passado nada de relevante na etapa o dia.
Ab e obrigado.
LC
De JAlves a 17 de Julho de 2009 às 12:48
Aqui vai (novamente!) a minha opinião acerca do telejornal das 20:00!
O telejornal da noite deveria ter cerca de 30 minutos de notícias, NOTÍCIAS! Em cada dia seria escolhida a notícia ou tema a desenvolver num suplemento de 5 a 10 minutos após o TJ, sempre que possível com um ou dois convidados.
O formato de 30' já existiu, é claro que noutro contexto do panorama televisivo, e acredito que mais cedo ou mais tarde haverá um dos canais a implementá-lo!
Acredito que depois de uma das estações avançar com este formato, as outras segui-la-ão com redução do horário! Só espero que seja a RTP a primeira...
De Luís Castro a 18 de Julho de 2009 às 17:59
Amigo,
discordo.
Acredito que o TJ tem a duração devida.
Os públicos querem informação, mais do que "animação".
O problema é quando os telejornais (no geral) também passam a ser mais animação do que informação.
Nesses casos só deveriam ter os 30 minutos que referes.
Ab.
LC
De cronicasmarcianas a 27 de Agosto de 2009 às 12:52
b.dia
a mim o que me leva a ver pouca tv e especialmente noticiàrios é a sua mórbida incidência em desastres, catástrofes, misérias e escândalos. seria possivel preencher o espaço com coisas positivas e construtivas ? (sei que tb as há, mas são pucoas) é que há pessoas as quais a tv é mais um familiar em casa, tá sempre ligado, e ignoram que andam diariamente a comer lixo e a alimentar propaganda, que cada vez mais se assemelha à Nazi.
Aproveito tb a oportunidade para denunciar aquilo a que eu acho uma violação dos direitos de cidadão: a publicidade existente através de ecrans em algumas estações de metro. Eu não a quero ver, sou obrigado ? As opiniões, claro, valem pelo que valem, esta é a minha. Li numa revista mensal que o editor de uma revista conhecida disse:
"...as pessoas não querem saber de coisas felizes."
Obrgd plo espaço
De Luís Castro a 7 de Setembro de 2009 às 23:51
Este espaço é para isso mesmo. E não tem anúncios! Rsss
Obrigado pelo comentário.
Bjs oou ab, não sei.
LC

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"Repórter de Guerra" relata alguns dos conflitos por onde andei. Iraque, Afeganistão, Angola, Cabinda, Guiné-Bissau e Timor-Leste. [Comprar]



"Por que Adoptámos Maddie" aborda o fenómeno mediático gerado à volta do desaparecimento de Madeleine McCann. [Comprar]


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Milhão e meio de portugueses elegem diariamente o Telejornal da RTP.
E porque o fazemos para vós, quero lançar-vos um desafio: proponho que usem o meu blogue para deixarem as vossas sugestões de reportagem.

Luís Castro
Editor Executivo
Informação - RTP

E-mail: cheiroapolvora@sapo.pt

Perfil

Jornalista desde 1988
- 8 anos em Rádio:
Rádio Lajes (Açores)
Rádio Nova (Porto)
Rádio Renascença
RDP/Antena 1

- Colaborações em Rádio:
Voz da América
Voz da Alemanha
BBC Rádio
Rádio Caracol (Colômbia)
Diversas - Brasil e na Argentina

- Colaborações Imprensa:
Expresso
Agência Lusa
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Artigos de Opinião

RTP:
Editor de Política, Economia e Internacional na RTP-Porto (2001/2002)
Coordenador do "Bom-Dia Portugal" (2002/2004)
Coordenador do "Telejornal" (2004/2008)
Editor Executivo de Informação (2008/2010)

Enviado especial:
20 guerras/situações de conflito

Outras:
Formador em cursos relacionados com jornalismo de guerra e com forças especiais
Protagonista do documentário "Em nome de Allah", da televisão Iraniana
ONG "Missão Infinita" - Presidente

Obras publicadas:
"Repórter de Guerra" - autor
"Por que Adoptámos Maddie" - autor
"Curtas Letragens" - co-autor
"Os Dias de Bagdade" - colaboração
"Sonhos Que o Vento Levou" - colaboração
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