Quarta-feira, 30 de Dezembro de 2009

Segurança vs Privacidade

Já fui submetido várias  vezes ao “scanner corporal”.

Sempre que entrava na Green Zone, em Bagdade, era obrigado a passar pelos scanners de ondas milimétricas. Nunca me incomodou o teste.

 

Especialistas garantem que não há riscos para a saúde, mas admito que os scanners que nos despem possam causar constrangimentos.

 

O que está em causa é – mais uma vez – saber até que ponto a necessidade de segurança pode limitar nos nossos direitos individuais.

 

Pesados os prós e os contras,

eu concordo com a colocação destes scanners nos aeroportos.

E vocês?

 

 

 

 

 

Reportagem no Telejornal:

http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Atentado-leva-a-reforco-de-medidas-de-seguranca-em-avioes.rtp&headline=20&visual=9&article=306932&tm=7Logo  

publicado por Luís Castro às 18:32
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Sábado, 26 de Dezembro de 2009

Até que enfim !

Brisa vai ter de indemnizar condutores que chocaram com animais na A4.

 

 

Os conselheiros do TC aprovaram e o Diário da República publicou-os esta semana.

Os dois acórdãos negam provimento a outras tantas acções da Brisa que não se conformou por ter sido condenada a pagar indemnizações pelo atravessamento da A4 por uma raposa e por um cão de grande porte.

 

Segundo uma lei aprovada há dois anos,

não basta fazer prova do cumprimento genérico dos deveres de segurança, mas sim do cumprimento dessas obrigações em concreto.

Assim,

a concessionária deve demonstrar que a "intromissão do animal na via não lhe é, de todo, imputável, sendo atribuível a outrem, tendo de estabelecer positivamente qual o evento concreto" que a não deixou realizar o cumprimento das obrigações de segurança.

 

Luís Castro

publicado por Luís Castro às 14:54
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Quinta-feira, 12 de Novembro de 2009

Alguém desmente?

"Mandam-se os polícias para a rua para multarem, mas, se as multas não atingem os números desejados, castigam-se os polícias, impedindo-os, por lhes serem atribuídas más classificações, de tentarem progredir na carreira."

 

                                                                     António Ramos

                               presidente do Sindicato dos Profissionais da Polícia (SPP)

 

  

Um agente da PSP da 3.ª Divisão de Lisboa foi avaliado, no final do mês passado, com base no escasso número de autuações de trânsito que efectuou.

 

Há esquadras do Comando Metropolitano de Lisboa onde foram afixados os pontos a atribuir aos polícias por cada actividade policial desempenhada.

É o caso da esquadra de Caxias:

 

*** uma contra-ordenação de trânsito vale um ponto

*** uma detenção vale três pontos

*** uma multa de trânsito mal passada é punida com dois pontos negativos

 

"Mandam-se os polícias para a rua para multarem, mas, se as multas não atingem os números desejados, castigam-se os polícias”

 

Pergunto eu:

A função da polícia não é, antes de tudo,

ser preventiva e só depois repressiva?

 

consulta-multa-1.jpg image by scrapskut

 

Luís Castro

 

 

                                                             António Ramos,

publicado por Luís Castro às 16:21
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Domingo, 10 de Maio de 2009

Fiquei confuso

Sócrates:

“Nos Estados democráticos não se ataca a polícia.”

 

Não podia estar mais de acordo.

Mas depois fiquei confuso confuso:

ouvi o primeiro-ministro dizer que a “a segurança é a primeira das prioridades” e o ministro Rui Pereira dizer que “o Estado não dialoga com criminosos”.

Só que o Ministério Público mandou libertar os três indivíduos que a polícia deteve durante a noite. Em que ficamos?

 

 

Gostei de ouvir Paulo Portas reafirmar a necessidade de julgamentos em 48 horas para os criminosos apanhados em flagrante e Paulo Rangel a exigir que a criminalidade urbana entre na agenda europeia.

 

Não gostei de ouvir Francisco Louçã lembrar apenas os que “foram enfiados em barracas de cimento”.

Então e a Polícia?

E todos nós que respeitamos a lei e a ordem?

 

Luís Castro

publicado por Luís Castro às 20:29
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Terça-feira, 4 de Novembro de 2008

Vai continuar preso

O Tribunal Criminal de Chester confirmou a detenção até 13 de Janeiro do camionista português. Paulo Silva, de 46 anos, está acusado de "homicídio provocado por condução perigosa".

  

 Foto AP

 

Na noite de 20 de Outubro, o português esteve envolvido num aparatoso acidente naquela que é uma das mais perigosas auto-estradas inglesas, a M6.

Do embate com um monovolume resultou a morte imediata de uma família inglesa de seis pessoas.

 

Na audiência de hoje, apenas foi pedido ao camionista português que confirmasse o nome e a morada. Para presidir ao julgamento – já marcado para 9 de Fevereiro – foi nomeado um magistrado de um tribunal superior, o que acontece em casos mais complicados ou graves.

 

Segundo a lei britânica, o "homicídio provocado por condução perigosa" é punido com multa, proibição de conduzir e pena de prisão até dez anos.

 

 Luís Castro

publicado por Luís Castro às 16:05
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Reportagem Angola - 1999



Reportagem Iraque - 2005


Reportagem Guiné - 2008


Reportagem Guiné - 2008


Reportagem Afeganistão - 2010

Livros

"Repórter de Guerra" relata alguns dos conflitos por onde andei. Iraque, Afeganistão, Angola, Cabinda, Guiné-Bissau e Timor-Leste. [Comprar]



"Por que Adoptámos Maddie" aborda o fenómeno mediático gerado à volta do desaparecimento de Madeleine McCann. [Comprar]


Sugestões para reportagem



Milhão e meio de portugueses elegem diariamente o Telejornal da RTP.
E porque o fazemos para vós, quero lançar-vos um desafio: proponho que usem o meu blogue para deixarem as vossas sugestões de reportagem.

Luís Castro
Editor Executivo
Informação - RTP

E-mail: cheiroapolvora@sapo.pt

Perfil

Jornalista desde 1988
- 8 anos em Rádio:
Rádio Lajes (Açores)
Rádio Nova (Porto)
Rádio Renascença
RDP/Antena 1

- Colaborações em Rádio:
Voz da América
Voz da Alemanha
BBC Rádio
Rádio Caracol (Colômbia)
Diversas - Brasil e na Argentina

- Colaborações Imprensa:
Expresso
Agência Lusa
Revistas diversas
Artigos de Opinião

RTP:
Editor de Política, Economia e Internacional na RTP-Porto (2001/2002)
Coordenador do "Bom-Dia Portugal" (2002/2004)
Coordenador do "Telejornal" (2004/2008)
Editor Executivo de Informação (2008/2010)

Enviado especial:
20 guerras/situações de conflito

Outras:
Formador em cursos relacionados com jornalismo de guerra e com forças especiais
Protagonista do documentário "Em nome de Allah", da televisão Iraniana
ONG "Missão Infinita" - Presidente

Obras publicadas:
"Repórter de Guerra" - autor
"Por que Adoptámos Maddie" - autor
"Curtas Letragens" - co-autor
"Os Dias de Bagdade" - colaboração
"Sonhos Que o Vento Levou" - colaboração
"10 Anos de Microcrédito" - colaboração

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