Para quem não tiver mais nada de interessante para fazer nos próximos 10 minutos...
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... para quem diziam que estava “morto”, acabado ou que já não tinha piada, as audiências de ontem mostram que o Herman José está “bem vivo” e que voltou à RTP em grande.
O “Herman 2010” venceu a concorrência em toda a linha. O humorista foi escolhido por 26,3% dos portugueses que estavam a ver televisão àquela hora.
A SIC, com o novo “Mesmo a Tempo”, não foi além dos 19,6%. A TVI, com um série – que dizem ser muito cara – fez 26,2% de share.
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Analisando minuto a minuto:
O “Herman 2010” da RTP foi lançado com 15% de share,
começando de imediato a retirar audiência à TVI que perdeu 15% em apenas
5 minutos.
Herman José necessitou apenas de 7 minutos para ultrapassar a SIC.
30 minutos depois passava também a TVI,
para nunca mais perder a liderança das audiências até ao fim do programa.
Luís Castro
Dono de uma criatividade única, Herman inventou personagens que ganharam vida fora do ecrã e é responsável por frases que ainda hoje vivem na boca de muitos portugueses:
“Fantástico, Melga! Boa, Mike!”
“Quer-se dizer? Eu é mais bolos.”
“Não pirilamparás a mulher do próximo.”
“Ó meus amigos, zzzz, não havia, zzzz, necessidade, zzzz.”
“Eu tinha paletes de gajas atrás de mim e vai-me sair este pacote de leite desnatado.”
Ou a minha preferida:
“Este Homem não é do Norte, Carago!”
É bem verdade:
foram excessivos e prematuros os comentários sobre a sua morte artística.
Que sejas bem regressado à casa que sempre foi a tua
e de onde nunca devias ter saído – a nossa RTP.
Luís Castro
Teixeira dos Santos acaba de dizer que admite privatizar a RTP.
O Ministro das Finanças respondia a uma pergunta do deputado socialista João Galamba que referiu; “faria mais sentido privatizar a RTP do que a REN”.
Teixeira dos Santos diz que recomenda a estabilização do desequilíbrio financeiro "antes da questão ser eventualmente colocada".
A RTP deve ser privatizada?
Luís Castro
Saí da redacção para ir ao estúdio ao lado assistir à fantástica homenagem que o programa «Portugal no Coração» fez ao Herman José no dia do seu aniversário.
Ao longo de duas horas, o «Portugal no Coração» foi recordando momentos memoráveis do Herman. O próprio mostrou que está ao seu melhor nível.
Ri como já não ria há muito tempo.
Durante o programa, dei comigo a pensar:
FALTA MEMÓRIA NA TELEVISÃO PORTUGUESA !
Luís Castro
Até onde poderá ir a Televisão?
A Televisão pública francesa exibiu ontem à noite um documentário sobre os limites dos Reality Shows.
O programa tentava perceber até onde as pessoas estão dispostas a chegar por uns minutos de fama, sujeitando-se até a choques eléctricos próximos de um nível fatal para a vida humana.
E vocês,
o que estariam dispostos a fazer por uns minutos de fama?
Luís Castro
Para quem não viu...
Luís Castro
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Faço parte dos últimos 17 anos do Telejornal, 5 dos quais com funções de decisão editorial.
Ao longo destes 50 anos, o Telejornal foi a imagem do país – serviu os poderes, lutou pela liberdade e ajudou os portugueses a interpretar o país e o mundo.
Os olhares sobre os acontecimentos não foram nem são indiferentes. Os nossos critérios de notícia são fruto do que somos, pelo que o jornalismo só é objectivo enquanto princípio de honestidade.
Assumimos o que fomos e orgulhamo-nos do que somos!
Apesar de todos os ataques e suspeições, o Telejornal tem merecido a preferência dos portugueses.
A todos, muito obrigado!
Luís Castro
Editor executivo
Rosenblum diz que é a primeira vez que isto acontece. «Acabei de ler um obituário da televisão esta manhã no jornal. A TV está morta, só que ainda ninguém a avisou», acrescenta o especialista.
Ver em o jogo em http://www.ukrainevengland.com/ custará 5,5 euros.
A cadeia de cinemas Odeon também vai transmitir o jogo.
Nada de televisão nem os tradicionais “pubs” com ecrãs gigantes.

O Telejornal de hoje teve 44 notícias, bastante mais do que o habitual.
Alguns dos assuntos foram dados de forma mais resumida, permitindo assim abarcar um maior número de temas da actualidade.
Porque trabalhamos para quem está do outro lado do ecrã, gostava de saber a vossa a opinião, especialmente de quem assistiu do princípio ao fim. E explico porquê:
O que nós decididmos pode não ser exactamente o que vocês esperam ver e a forma escolhida pode também não ser a que vocês preferem.
Hoje fiquei com uma dúvida que já partilhei na redacção:
se o ritmo – também pela música e pelos efeitos que separam as notícias – não se torna cansativo para quem está a ver.
Aguardo os vossos comentários.
Serão muito importantes para mim e para todos nós.
Obrigado.
Luís Castro
Coordenador do Telejornal e editor executivo
"Repórter de Guerra" relata alguns dos conflitos por onde andei. Iraque, Afeganistão, Angola, Cabinda, Guiné-Bissau e Timor-Leste. [Comprar]
"Por que Adoptámos Maddie" aborda o fenómeno mediático gerado à volta do desaparecimento de Madeleine McCann. [Comprar]
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