Domingo, 22 de Junho de 2008

A vida não acaba no Telejornal

                                    Sempre defendi que o jornalista deve ser mais interventivo socialmente.

Não é honesto denunciar os males da sociedade e depois virar-lhes as costas como se nada estivesse a acontecer.

Não podemos esquecer o problema/tema depois da peça ir para o ar e pensar que amanhã será outro dia e outro assunto nos cairá no colo.

Ninguém pode carregar às costas os males do mundo, é certo, mas todos os dias escrutinamos dezenas de profissões durante o Telejornal. Então, e nós?

Que tal olharmos sobre nós, jornalistas, e questionarmo-nos sobre o papel que desempenhamos no meio em que vivemos e trabalhamos?

Eu já o fiz.

Somos jornalistas 24 horas por dia.

 

Esta manhã, vários jornalistas do Telejornal participaram na “Lisboa Bike Tour”.

A prova foi organizada em parceria com o Instituto da Droga e da Toxicodependência e teve o apoio e a cobertura integral da RTP.

 

Luís Castro

Coordenador do Telejornal da RTP

 

publicado por Luís Castro às 16:18
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87 comentários:
De Filipa V. Jardim a 23 de Junho de 2008
Até porque um repórter de guerra é bom que esteja em forma...pode ser preciso fugir :)
Essa coisa na orelha, é que dizem que faz mal ao cérebro, não abuse. E, como até ver de bicla não dá multa:) pode-se "télélar" à vontade.
Noticia do Iraque e do Bassim, nada?

Bjs


Filia V. Jardim
De Luís Castro a 24 de Junho de 2008
O auricular tem muito menos radiações do que o telemóvel.
É pior falar ao telefone do que pelo auricular.
Já mandei fazer uma reportagem sobre o assunto em causa.
Nos próximo dias vou tentar saber por onde anda o nosso amigo.
Bjs
LC
De Filipa V. Jardim a 24 de Junho de 2008
Não fazia ideia. Alguém me disse que eram perigosos esses auriculares, sendo assim vou arranjar um, é que de vez em quando prevarico e tenho que atirar com o telemóvel para debaixo do banco...enfim, tento que não sejam muitas vezes, mas às vezes lá vai ele em voo planado.
Obrigada pelo esclarecimento Luís.

Filipa V. Jardim
De Luís Castro a 25 de Junho de 2008
Filipa,
e um auricular é bem mais barato do que uma multa!
Eu já não consigo ir ao volante e a falar ao telemóvel.
Julgo que será um bom tema para voltar a falar neste Verão em que não há notícias...
Bjs
LC
De Daniel Marques a 25 de Junho de 2008
Aqueles ratos e teclados sem fios funcionam do mesmo modo. Efectivamente tem muito menos radiações porque são aparelhos destinados para curtas distâncias. Já um telemóvel requer potência suficiente para contactar com a antena do operador mais próxima.

De uma maneira simples é isto.
De Luís Castro a 25 de Junho de 2008
Daniel,
simples curto e directo.
Até pareces um jornalista de televisão que tem de fazer a reportagem em minuto e meio...
Ab.
LC
De Daniel Marques a 25 de Junho de 2008
Isso vindo de ti Luís, é um elogio tremendo. Nem sei o que dizer.

Um abraço!
De Luís Castro a 25 de Junho de 2008
Outro para ti também.
E como vais?
Já tens emprego?
Ab.
LC
De Daniel Marques a 25 de Junho de 2008
Trabalhinhos consegue-se. Já emprego... «'tá de chuva».
De Luís Castro a 25 de Junho de 2008
Força, amigo!
Melhores dias virão.
Ab.
LC
De Ivo Neto a 23 de Junho de 2008
Estou a ver que o Luís é multifacetado eheh

Concordo plenamente quando diz que o jornalista deve ser mais interventivo socialmente”. Não quero que o jornalista seja o “advogado” do povo, mas deveria ter um papel mais presente na sociedade, mas sem esquecer o compromisso que tem. O pluralismo nos temas abordados é uma boa forma de tornar o jornalismo mais interventivo.
Abraço:
Ivo Neto
De Luís Castro a 24 de Junho de 2008
Sim,
defendo um jornalista mais interventivo, mas não confundir com jornalista de causas.
Causa só ´pode haver uma: a verdade.
Ab.
LC
De Luís Miguel Teixeira a 23 de Junho de 2008
Excelente atitude. Aí está uma forma interessante que exemplifica como os jornalistas podem contribuir para modificar a realidade, dando a sua imagem a iniciativas que possam trazer uma nova luz e uma nova esperança a pessoas que a perderam há muito. parabéns Luís Abraço do Miguel Teixeira P.S Avisa quando vieres a Cabeceiras. Vamos jantar com o Augusto João
De Luís Castro a 24 de Junho de 2008
Miguel,
deverei passar por aí na próxima semana.
Quero ir uns dias a Cabeceiras e dar uns mergulhos na piscina de Mondim.
Abraço para ti e para o Gusto.
LC
De Raquel a 23 de Junho de 2008
Desculpe, mas o comentário que vou fazer não se relaciona nada com o seu post...

Acabei de ler o seu livro "Repórter de Guerra". Achei-o bestial, a forma como nos envolve no seu dia a dia e a escrita tão corrente e cativante.
Com a leitura do seu livro consegui rir-me com alguns dos seus comentários e, por vezes, fiquei comovida com as descrições que fez. É impressionante o que viu e o que passou durante as guerras que observou.
Só lhe queria dizer muito obrigada pelo trabalho honesto e arriscado com que nos presenteou! Espero sinceramente que outros lhe sigam as pisadas e tenham a coragem de mostrar a vida como ela realmente é.
Parabéns pelo seu livro.
Bjs
Raquel
De Luís Castro a 24 de Junho de 2008
Raquel,
não imagina o quão valiosos são para mim os comentários como o que acaba de aqui deixar.
Quando surgem de pessoas que não nos conhecem e, como tal genuínos, sentimos que conseguimos o objectivo: partilhar e envolver os leitores nas realidade por que passámos.
Muito obrigado.
Bjs.
Luís Castro
De filipelobo a 23 de Junho de 2008
Olá Luís,
Longe, muito longe, lá vão os tempos que eu pegava na minha BMX e lá ia com os meus amigos percorrer quilómetros e quilómetros por essas estradas fora. Agora, bicla é só no sofá(Giro, Vuelta e Tour) ou na Volta a Portugal. Deve ser uma excelente sensação percorrer todos aqueles quilómetros naquela ponte, não? Quem foi o 1.º a chegar à meta da RTP? Foi o Luís ou foi o pessoal do desporto? Tou a ver o João Pedro Mendonça com vontade de vencer, apesar dele estar mais habituado a comentar. lol
Abraço

Filipe lobo

Já agora, o que se passa com as audiências do Telejornal?
De Luís Castro a 24 de Junho de 2008
Não houve vencedores.
A pedalada era de passeio.
E foi coisa pouca. Eram 13 km sem subidas.
Há dois anos fui a uma prova da Eurosport em Espanha e logo na primeira etapa levei com 93 km e subidas de 8 graus.
No dia seguinte mais 90 e depois um contra-relógio.
Estava a ver que morria, mas mesmo assim fiquei em terceiro... a contar do fim.
Ab.
LC
De Luís Castro a 24 de Junho de 2008
Efeitos do Euro2008.
Com os jogos na concorrência o Telejornal leva por tabela...
LC
De PM a 24 de Junho de 2008
Ontem tive um sonho... não era tão grandioso como outros sonhos, mas era bonito.

Mas alguém que saia do vosso unanimismo leva por tabela... já percebi. Tenham calma, discutam argumentos, rebatam as consistências e relativizem as inconsistências: não se diminuam ao ponto de me mandar embora pelas minhas inconsistências textuais... vocês conseguem mais que matar-me por impulso... estranhem-me mas tentem perceber-me sem me diminuir a mim e a vós.

Não deixem de ver o vídeo e ouvir a letra... Acho que o Luís até vai gostar...

http://www.youtube.com/watch?v=pdOQESKGenY&feature=related


We Hate to See Them Go

Notes: words and music by Malvina Reynolds; copyright 1958 Schroder Music Company, renewed 1987. a.k.a. "The Bankers and the Diplomats" and "Gentlemen of Distinction in the Army." An earlier version that lacked the chorus is known as "Swivel Chair Reserves," "Ticker Tape Parade," or "The Bankers and the Diplomats."


Last night I had a lovely dream.
I saw a big parade with ticker tape galore,
And men were marching there
The like I'd never seen before.

Oh the bankers and the diplomats are going in the army.
Oh happy day! I'd give my pay to see them on parade,
Their paunches at attention and their striped pants at ease.
They've gotten patriotic and they're going overseas.
We'll have to do the best we can and bravely carry on,
So we'll just keep the laddies1 here to manage while they're gone.

Chorus:
Oh, oh, we hate to see them go,
The gentlemen of distinction in the army.

The bankers and the diplomats are going in the army,
It seemed too bad to keep them from the wars they love to plan.
We're all of us contented that they'll fight a dandy war,
They don't need propaganda, they know what they're fighting for.
They'll march away with dignity and in the best of form,
And we'll just keep the laddies here to keep the lassies1 warm.

(Chorus)

The bankers and the diplomats are going in the army,
We're going to make things easy cause it's all so new and strange;
We'll give them silver shovels when they have to dig a hole,
And they can sing in harmony when answering the roll,
They'll eat their old K-rations from a hand-embroidered box,
And when they die, we'll bring them home, and bury them in Fort Knox.

(Chorus)
De Filipa V. Jardim a 24 de Junho de 2008
Uma vez que comentei o seu post anterior...acho que não tem a ver com isso, com unanimismo...não é preciso estar de acordo sempre. Eu só lhe chamei a atenção para uma coisa, não é só consigo em particular, é um problema nacional...as criticas às vezes são corrosivas e desconstrutivas, quando podiam ser exactamente o oposto.Uma boa critica feita de forma construtiva pode até ajudar.
O telejornal não é sempre perfeito,nem sequer sempre bom, pelo menos no meu entender.Como o não é a vida em geral, mas tem coisas positivas e o importante é puxar pelas coisas positivas e tentar tornar as menos positivas em positivas.
É aquela velha estória do copo meio cheio e do copo meio vazio.Vivemos muito mais felizes e, tendemos a fazer muito melhor se vivermos com o copo meio cheio.
Este blog é exemplo disso. Já reparou, que necessidade tinha o Luís de Castro, depois do seu horário de trabalho em se meter nisto? Um blog dá trabalho, tira tempo...acho que isso é louvável. E é uma oportunidae de todos nós contactarmos mais de perto com as notícias e com quem as faz, num espaço de opinião.

cumprimentos,

Filipa v. Jardim
De Luís Castro a 25 de Junho de 2008
Visto.
LC
De Luís Castro a 25 de Junho de 2008
PM,
serás sempre (!!!) muito bem-vindo.
Mas, da mesma forma que não concordas com a maioria das coisas que aqui se escreve, admitirás que também não concordemos com o teu "ângulo" de vista.
Acredita quye estamos aqui para partilhar.
Partilha também com argumentos v+alidos, vá lá.
Ab.
LC
De Patti a 24 de Junho de 2008
Olá Luís,

Deixei no seu mail, uma notícia de enorme injustiça e falta de humanidade, com quem não tem armas para se defender e não se consegue fazer ouvir.
Mais uma, neste país de fantoches
De Luís Castro a 25 de Junho de 2008
Patti,
quando é que a notícia saiu no jornal?
Julgo que é o Sol, certo?
LC
De Patti a 25 de Junho de 2008
Sim, parece-me que é o último jornal O Sol.
Já lhe mandei mail.
De Luís Castro a 25 de Junho de 2008
Já vi.
Entro de férias nos próximos dias mas vou tentar encaminhar para quem fica.
Bjs
mande pf o contacto do pai para o meu mail.
Bjs
LC
De alex a 24 de Junho de 2008
ola luis,

tambem penso que a vida não acaba nem deve acabar seja no telejornal seja noutro trabalho kker... por muito que como eu e você gostemos dos nossos....

a vida é bonita nas pequenas coisas nos dias diferentes... e só assim faz sentido...

este ano ao contrario do ano passado não pude participar...a saude não anda grande coisa...
mas vi as reportagens da mesma até porque vários amigos iam e há sempre akela esperança ridicula de os vermos por lá.... não vi e tive ainda mais pena de não ter ido...
podia ter esbarrado em si ou noutras pessoas que mesmo não conheçendo admiro e respeito o k de si nos dão a conhecer e as pessoas bonitas que são...
para o ano lá estarei...

kto a ser jornalista 24 horas por dia não me custa a acreditar... é a sua maneira curiosa de estar na vida e ainda bem....
que bom que tambem está em forma!!

só mais dois reparos...

o primeiro é recorrente a kem se habituou a vir aki... e é a pergunta que pelo menos a mim me ocorre muitas vezes...como está o bassim e familia?

o segundo é para uma das pessoas k ao contrario de mim tem ultimamente deixado mais vezes comentarios neste blog que sendo seu se tornou um poukinho nosso ...
PM ... de si só sabemos esta iniciais... ainda bem que por aqui anda e ainda bem que é diferente...
bjs
alex
De PM a 24 de Junho de 2008
Não há nada como sermos diferentes... apenas o requeiro a um nível mais elevado, mais comprometido, meu caro. A diferença como medida universal da beleza parece-me mais um individualismo que as pessoas que aqui vêm não transmitem nas suas representações conscientes. Sempre a considerá-los.
De Luís Castro a 25 de Junho de 2008
Amigo/a PM,
espero pela tua beleza argumental um pouco mais concreta.
LC
De Luís Castro a 25 de Junho de 2008
Alex,
o PM agitou as águas...
Quanto ao blogue, há muito que deixou de ser meu.
Desde o primeiro dia que é "nosso".
Sobre o Bassim vou ligar-lhe amanhã. Da última vez estava bem.
Para o ano lá nos encontraremos algures sobre a ponte.
Bjs e as melhoras.
LC
De Ana Cristina Brizida a 24 de Junho de 2008
Olá PM,

Que tal se deixasse de lirismos e de tretas e se identificasse? Por acaso já tinha pensado neste assunto há pelo menos 2 mêses, porque é que há pessoas que escrevem aqui e não se identificam? Têm medo de alguma coisa? Eu não faço a menor ideia, talvez o PM consiga explicar.
Eu escrevo neste blog há 3 mêses e aqui continuo porque gosto dos temas, gosto do que as pessoas escrevem (tenho aprendido aqui algumas coisas) aqui e sobretudo pelo Luís Castro, grande jornalista, grande Amigo e GRANDE SER HUMANO. Tomara muitos...
Como já escrevi anteriormente, estou aqui há 3 mêses e não penso ir-me embora (a não ser que me dê um treco) e sabe uma coisa? Tudo o que escrevi aqui Não retiro nem uma virgula. Eu sou responsável por tudo o que digo, por tudo o que faço e por tudo o que escrevo. Essa é a minha maneira de estar na vida, mesmo que às vezes me prejudique.

Cumprimentos e faça o favor de ser feliz (se souber o que é isso).

Ana Cristina Brizida
De Luís Castro a 25 de Junho de 2008
Visto.
LC
De Daniel Marques a 25 de Junho de 2008
Todos nós temos o direito ao anonimato, apesar de que isso possa significar cobardia em alguns casos. De qualquer modo, nenhum de nós terá autoridade para exigir identificação de quem quer que seja. O acto de se esconder atrás do anonimato para provocações descabidas é que é condenável.

De qualquer modo prefiro que PM não se identifique, por um receio hipotético de já o conhecer. É que não gosto de passar por vergonhas.
De Luís Castro a 25 de Junho de 2008
Visto.
LC
De pedro oliveira a 25 de Junho de 2008
Caro Daniel,

Este era o argumento que me faltava para não ser contras os anonimos!Dei alguns argumentos no meu cantinho sobre esse tema,mas esse argumento é Fantástico.
Sim, ás vezes é melhor não saber quem diz determinadas coisas.

De Luís Castro a 25 de Junho de 2008
Visto.
LC
De PM a 26 de Junho de 2008
Caro, as suas insinuações são muito provavelmente imagem da estatura ética e moral da sua pessoa, doutro modo não passarão de ruídos para evitar uma discussão que se deseja séria e baseada em argumentos válidos. Tomando que seja a primeira a sua condição, deixo-o consigo próprio. Tomando a segunda, dou-lhe o desconto de um qualquer equívoco provocado pela truculência realmente sentida da minha primeira intervenção: disseque-a, rebata-a, esqueça nela o que teve de penetração e vontade de interacção com um dos homens com muito poder na sociedade portuguesa - caso não seja evidente, o amigo Luís Castro "empacota" a realidade que lhe entra diariamente em sua casa; faça-o ver o que lhe falta ver da realidade; faça-o questionar-se a cada momento sobre as decisões que acabou de tomar.
Honra lhe seja feita se o objectivo deste blog serve os propósitos de reler os reflexos do espelho da realidade na própria realidade. Honra lhe seja feita se a vontade dele persistir à crítica constante, acérrima e justa. A contrário...
De Luís Castro a 26 de Junho de 2008
Amigo/a PM,
vou confessar-lhe: sou de uma geração que tem dúvidas, que se questiona, que não tem a intenção de tudo saber.
E este blogue é fruto disso mesmo.
Mais: só posso responder pelas decisões que tomo nos dias em que coordeno o Telejornal.
Mas sempre assumi as minhas responsabilidade, os meus erros e as minhas dúvidas.
Sou assim, gosto de melhorar e evoluir na forma como decido. Porque quando se passa o dia a decidir em cima do momento, em centenas de situações - ou mesmo milhares, se quantificar tudo, mesmo tudo, o que é da minha responsabilidade -, então facilmente se perceberá que muitas dessas decisões não serão as mais correctas. Mas eu abro esse espaço à crítica.
Espero pelas suas.
Luís Castro

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Perfil

Jornalista desde 1988
- 8 anos em Rádio:
Rádio Lajes (Açores)
Rádio Nova (Porto)
Rádio Renascença
RDP/Antena 1

- Colaborações em Rádio:
Voz da América
Voz da Alemanha
BBC Rádio
Rádio Caracol (Colômbia)
Diversas - Brasil e na Argentina

- Colaborações Imprensa:
Expresso
Agência Lusa
Revistas diversas
Artigos de Opinião

RTP:
Editor de Política, Economia e Internacional na RTP-Porto (2001/2002)
Coordenador do "Bom-Dia Portugal" (2002/2004)
Coordenador do "Telejornal" (2004/2008)
Editor Executivo de Informação (2008/2010)

Enviado especial:
20 guerras/situações de conflito

Outras:
Formador em cursos relacionados com jornalismo de guerra e com forças especiais
Protagonista do documentário "Em nome de Allah", da televisão Iraniana
ONG "Missão Infinita" - Presidente

Obras publicadas:
"Repórter de Guerra" - autor
"Por que Adoptámos Maddie" - autor
"Curtas Letragens" - co-autor
"Os Dias de Bagdade" - colaboração
"Sonhos Que o Vento Levou" - colaboração
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