
O Telejornal de hoje teve 44 notícias, bastante mais do que o habitual.
Alguns dos assuntos foram dados de forma mais resumida, permitindo assim abarcar um maior número de temas da actualidade.
Porque trabalhamos para quem está do outro lado do ecrã, gostava de saber a vossa a opinião, especialmente de quem assistiu do princípio ao fim. E explico porquê:
O que nós decididmos pode não ser exactamente o que vocês esperam ver e a forma escolhida pode também não ser a que vocês preferem.
Hoje fiquei com uma dúvida que já partilhei na redacção:
se o ritmo – também pela música e pelos efeitos que separam as notícias – não se torna cansativo para quem está a ver.
Aguardo os vossos comentários.
Serão muito importantes para mim e para todos nós.
Obrigado.
Luís Castro
Coordenador do Telejornal e editor executivo
Quando é necessário mudar?
Antes que seja necessário mudar!

Durante hoje e amanhã, mais de cento e cinquenta quadros da RTP discutem o futuro da empresa. Qual o caminho a seguir, procurando novos territórios e criando valor.
E porque qualidade é o que os outros (vocês) acham, gostava de saber a vossa opinião sobre o Serviço Público de Televisão que nós produzimos. Não irei responder aos comentários – para não alimentar polémicas –, mas vou ler com muita atenção todas as considerações que aqui deixarem.
O universo RTP comporta nove canais de televisão, oito canais de rádio e um site que é o mais visitado de todas as televisões e rádios. A empresa está obrigada a um conjunto de serviços que lhe consomem muitos dos recursos humanos e financeiros (museus, cooperação, delegações regionais e internacionais, correspondentes pelo mundo, espaço para minorias, tempos de antenas, declarações ao país, arquivos, produção nacional e apoio ao cinema e ao audiovisual) e lhe fazem baixar audiências face à concorrência. Por tudo isto, será desonestidade intelectual dizer que a RTP não deve receber compensações do Estado. A verdade é que o custo por ponto percentual de audiência conseguido pela RTP está ao nível dos privados.
Não sabemos até onde vai chegar o futuro?
Mas uma coisa vos garanto, a RTP vai estar lá.
SOBRE O BASSIM
Espero ainda hoje um telefonema do Iraque.
Amanhã darei novidades sobre o nosso amigo.
Luís Castro
Esta é mais uma reportagem por vossa sugestão aqui no blogue.
Quero agradecer todos os mails que me têm enviado, embora só alguns possam ser atendidos como foi este da “Patti”.
http://aresdaminhagraca.blogspot.com/
Obrigado a todos.
Luís Castro
Sarkozy quer acabar com a publicidade na televisão pública francesa entre as 20:00 e as 06:00 e propôs compensar essa perda através de uma nova taxa.
A taxa de 0,9 por cento, a aplicar aos operadores telefónicos e de Internet,
irá juntar-se a uma outra, de três por cento, que Sarkozy vai impor sobre
os ganhos pulicitários das estações televisivas privadas e com a qual espera
angariar 80 milhões de euros. De acordo com o mesmo projecto, a partir de 01 de Dezembro de
A supressão da publicidade deverá privar a France Télévisions - que
agrupa os cinco canais públicos franceses - de cerca de 800 milhões de euros
anuais.
Nicolas Sarkozy pretende, por outro lado, que o futuro presidente do
grupo que reúne os canais públicos seja nomeado pelo executivo, ainda que
apenas depois de um parecer do Conselho Superior do Audiovisual e desde
que uma maioria qualificada no Parlamento não se oponha.
As medidas avançadas por Sarkozy, e que farão parte de um projecto de
lei a apresentar no Parlamento no Outono, têm suscitado críticas em França,
com a esquerda a apontar alegadas "amizades" do presidente com os patrões
de grandes grupos da comunicação social privados, enquanto a revista L'Express
Luís Castro
Fonte: Lusa
Televisões e rádios romenas terão de veicular 50 por cento de notícias
positivas nos seus telejornais e blocos noticiosos, devido a uma lei aprovada hoje, por unanimidade, no Senado.
"Os programas de actualidade nas televisões e nas rádios devem conter,
em igual proporção, informações positivas e negativas", prevê a nova legislação.
Para apoiar este diploma, os dois senadores proponentes invocaram o "extraordinário poder nocivo" das notícias negativas e os seus "efeitos irreversíveis na saúde e na vida das pessoas". O objectivo da lei é "melhorar o clima geral e oferecer ao público a hipótese de uma percepção equilibrada da vida quotidiana".
Diversos jornalistas, já se manifestaram contra a lei, que esperam
ver vetada pelo presidente romeno. "Uma notícia de actualidade não é positiva nem negativa, limitando-se a reflectir a realidade", afirmou o presidente do Conselho Nacional do
Luís Castro
Fonte: Lusa